Ir al contenido principal

Marco Antônio Araújo - Quando A Sorte Te Solta Um Cisne Na Noite (1982)

Y seguimos con mucho Brasil en el blog cabezón. Y ahora con otro discazo de Marco Antônio Araújo, que si no leyeron los posteos anteriores, fue un multinstrumentista y compositor que mezcló el rock progresivo instrumental, la música clásica, el folk, el barroco, en una alquimia musical donde destacan las más diversas influencias, donde su trabajo es algo único en la música brasilera. Y repito otra vez: es de lo mejor que salió del Brasil en la década del 80 luego de Bacamarte. Araújo fue uno de los más grandes músicos instrumentales quien se ganó el epíteto de "el Egberto Gismonti de los 80s". Compuso bandas sonoras para cine, teatro y ballet, tocó con la Orquesta Sinfónica de Minas Gerais, y sea donde sea, siempre demostró un músico brillante. Y con su segundo disco seguimos repasando el trabajo de un genio musical desconocido, y en mi opinión uno de los más infravalorados de la historia del rock.


Artista: Marco Antonio Araujo
Álbum: Quando A Sorte Te Solta Um Cisne Na Noite
Año: 1982
Género: Rock sinfónico / Folk rock
Duración: 53:37
Nacionalidad: Brasil


El señor Marco Antonio Araujo produjo un álbum de sinfonismo puro absolutamente genial e instrumental, lleno de guitarras acústicas, con un hermoso trabajo de la flauta, donde las teclas sinfónicas hacen gala de una exquisitez envidiable.
"Quando a sorte te solta um cisne na noite" destaca por su "Floydiana" (tributo a Pink Floyd) y su seguidora "Alegria", donde la alegría de Araújo es siempre en sentido erudito. Aunque el tema principal es de gran calidad y va como un término medio con los temas anteriores, el tema principal que me llamó la atención fue el cierre definitivo y genial "Pop Music". Casi una canción de PFM, trabajando en una estructura clásica, entrega con grandeza todas las ideas del álbum, produciendo uno de los grandes temas progresivos de Brasil.
Y es que hay que destacar que, además del amor por Pink Floyd, Led Zeppelin, Deep Purple, Genesis Jethro Tull, Beatles, Rolling Stones y Supertram, Marco Antônio Araújo amaba e interpretaba con la orquesta a Verdi, Brahms y Beethoven, Emeric José Joaquim Lobo de Mesquita, y todas estas impresiones fueron plasmadas a menudo en los títulos de sus canciones: "Floydiana" o "Para Jimmy Page"... siempre con un cierto aire a Oldfield pero en sintonía prog sinfónico latinoamericano. Su combinación de música popular (que había estudiado e interpretado desde pequeño) con los grandes grupos de su adolescencia que lo habían impactado (sobretodo en la época en que vivió en Inglaterra, donde disfrutaba diariamente de sus grupos favoritos) y con la música docta y clásica que también había estudiado, compuesto e interpretado, conviviendo en equilibrio y una síntesis maravillosa y notable.
 
Y para lo que no hayan seguidos mis posteos anteriores de este músico, les dejo una biografía. Está bien, está en portugués, ok, pídanle una ayuda al Google Translator o lean mis posteos anteriores.
Aquí, la historia inconclusa de este gran músico:
Nasceu em 28 de agosto de 1949 em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Particularmente não teve nenhuma influência musical em sua familia e nada afirmava com viria ser futuramente um músico tão talentoso !
Os Beatles lhe despertaram e foram sua primeira influência musical, começou sua carreira tocando num grupo chamado VOX POPULI em idos de 1968, com eles gravou um compacto numa obscura gravadora chamada Bemol, hoje uma raridade disputada por colecionadores.
Em 1969 decidiu dedicar-se exclusivamente à música,abrindo mão da faculdade de economia e do emprego numa instituição bancária.
Em 1970 conheceu o diretor de teatro Julien Beck da companhia americana Living Theatre, sob influência deste convivio acabou mudando para a Inglaterra onde morou por 2 anos sobrevivendo a custa de alguns biscates como entregador de móveis e eventualmente tocando música folk.
Tempos depois recordando esta época afirmou "Passei dois anos vivendo como tiete de grupos como Pink Floyd, Led Zeppelin e Deep Purple; assisti a chegada dos novos como Genesis e Supertramp. A fascinação durou até esgotar o ciclo, quando começei a não me satisfazer mais apenas olhando e ouvindo. Quando cai na realidade e senti vontade de tocar, me senti fora de casa e resolvi voltar para o Brasil"
Retornando ao Brasil, estudou na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro as disciplinas Forma e Composição Musical com Esther Scliar, Violão Clássico com Léo Soares e Violoncelo com Eugen Ranewsky e Jacques Morelenbaum.
Nesta época compôs a trilha sonora para a peça Rudá dirigida pelo ator/diretor José Wilker e o balé Cantares para o grupo Corpo de Belo Horizonte.
Em 1977 regressando a Belo Horizonte, presta concurso público sendo contrato como músico para o cargo de violoncelista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, posição que irá ocupar até sua morte em 1986.
Conciliando o trabalho de músico de orquestra com sua produção independente, - o que fez até sua morte - nesta época começou a fazer shows com produção independente que começaram a atrair um público cada vez maior.
Entre 1978 e 1979 apresentou os shows Fantasia e Devaneios, o grupo de músicos que o acompanhava era formado por Carlos Bosticco flauta, Hannah Goodwin violoncelo, Alexandre Araújo (seu irmão) guitarra, Gregory Olson contrabaixo,Benoir Clerk trompa e Sergio Matos na percussão.
Nesta época homenageou John Lennon num show batizado de John Lennon Remember que contou com a participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e do Corpo de Baile da Fundação Clóvis Salgado além de grande coral
Marco Antonio Araújo e grupo Mantra
Com o tempo, mudanças ocorreram na formação e o som do grupo possou adotar uma linguagem mais ampla ao mesclar novos estilos musicais, notadamente o rock progressivo.
Consolidado o grupo, deu origem a banda que acompanharia Marco Antonio Araújo em todos os shows e 2 discos que viriam, sua formação era, Alexandre Araújo guitarra, Ivan Correia contrabaixo, Mario Castelo bateria, Eduardo Delgado flauta, Antonio Viola violoncelo, Max Magalhães piano e Lincoln Cheib bateria.
Em 1980 lança seu primeiro LP independente batizado INFLUÊNCIAS, uma sintesi maravilhosa e de notável equilibrio entre a música pop a linguagem erudita.
As canções deste disco foram divulgadas em 74 shows, inclusive em refeitórios de fábricas na hora do almoço !
Este LP foi sucesso de critica e público, mesmo assim achava que seu trabalho estava restrito a um espaço pequeno, precisa de novos horizontes.
Em novembro de 1982 lança seu segundo disco independente QUANDO A SORTE TE SOLTA UM CISNE NA NOITE.
Viajou por 40 cidades participando do projeto Acorde Minas apresentando este novo trabalho
Músico incansável, nesta época de muitos shows ainda achou tempo de produzir 2 discos de música barroca mineira do compositor Lobo de Mesquita !
Seu 3 LP independente foi batizado de ENTRE UM SILÊNCIO E OUTRO.
Desta vez sem os musicos que tradicionalmente o acompanhava, Marco Antonio Araújo convidou Jacques Morelenbaum violoncelo, Paulo Guimarães flauta e Márcio Mallard violoncelo para juntos formarem um grupo de câmara que gravou 2 músicas suas neste disco, as Fantasias número 2 e 3 chamadas Romance e Folhas Mortas respectivamente.
Disco de produção requintada, contou com a participação do artista plástico Moacir Scliar que pintou a capa sob inspiração das músicas deste LP !
Em meados de 1985 lança seu 4 LP chamado LUCAS, homenagem ao nascimento de seu segundo filho com sua esposa Déa Marcia de Souza, bailarina do grupo Corpo.
Desta vez contando com a participação do grupo Mantra, faz vários shows pelo Brasil e exterior divulgando este trabalho.
Marco Antonio Araújo faleceu no dia 6 de janeiro de 1986 de aneurisma cerebral, depois de ficar 5 dias em coma profundo na UTI do Prontocor de Belo Horizonte, tinha então 36 anos !
Durante todos estes dias, seus sinais vitais e respiraçãp foram mantidos à custa de aparelhos e os médicos não sabiam qual havia sido as causas da hemorragia cerebral que havia sofrido !
Encontrado desacordado, a caminho do hospital sofreu uma parada respiratória que complicou ainda mais seu quadro clínico.
Dias antes, estava no Espírito Santo em companhia de Dea e dos filhos Lucas com 2 anos e Gabriela de 4 meses.
Havia regressado sózinho para Belo Horizonte com o objetivo de receber o prêmio de melhor instrumentaista do ano concedido pela revista VEJA !
Na semana seguinte viajaria para Nova York onde tinha dois shows programados.
Seu legado é uma obra sublime, sintesi criativa da música clássica com o pop, manifesto dirigido ao progresso, verdadeira essência progressiva e progressista.
Progressive Egg


Este disco, también llamado el "Disco del cisne", el título del álbum se venera por sus influencias, algo así como el "Atom Heart Mother" de Pink Floyd. Por ser pastoral, y contener el track "Floydiana", el disco asume el propósito de ser el disco "del cisne", en contrapunto con el disco "de la vaca".
Es el disco más rockero que sacó y tal vez el más conocido de sus cinco álbumes. Aunque el disco fue muy bien recibido por los críticos, no cumplió con la idea del compositor, que era llegar a todo Brasil con su música: "Estoy invirtiendo todo en Minas, pero ahora tenemos que ir a Sao Paulo y Río de Janeiro. No puedo quedarme aquí. Tengo que mostrar mi trabajo a Brasil", dijo.


Nota de color: en su estancia en Inglaterra vive con algunos brasileños, quienes comparten el exilio político y cultural, ya que prefería gastarse el dinero en conciertos en vez que en alquiler, Gilberto Gil, Angela Ro Ro, Jorge Mautner, Os Mutantes, Neville D'Almeida, Rogério Sganzerla, Jards Macalé, Antonio Bivar, Caetano Veloso, entre otros.
A su regreso a Brasil, elije un sendero poco ortodoxo para su carrera como músico de rock: en lugar de montar su propia banda decide estudiar a fondo la música clásica y teoría musical en la Escuela Nacional de Música de la Universidad Federal de Río de Janeiro, mientras se dedica ampliamente al violonchelo y la guitarra clásica. Allí fue discípulo y alumno de maestros como Esther Scliar, Lindembergue Cardoso, Marco Rocha y Eugen Ranevisky.
Bom aqui vou começar com um "Eu acho...."
Acho que com esta postagem a gente conseguiu unir o melhor que pôde pra resgatar de verdade a obra de alguém aqui na alcatéia; porque vi em alguns blogs muito bons que já fazem esse trabalho um material do MAA e referências legais tb, mas o que comecei aqui com o Ricardo agora fecho com o V2 e o Veio.
Sei que deve existir mais material dele por aí e qdo conseguir tudo refaço uma postagem de a a z, mas agora acho que ficou pronta dentro do material que possuíamos e é isso que importa.
Não importa se temos mais ou menos, o que me deixa extremamente feliz e satisfeito é ver essa interatividade e um blogueiro ajudando outro como amigo mesmo, pra que servimos se não for pra isso?
Competir como alguns blogs que adoram postar sempre que vc posta algo pra janela dele aparecer sempre em cima nos painéis?
É sim, se vc não sabia, muitos usam desse artificio e mesmo dentro de blogs com muitos participantes, as vezes vc faz um post com todo cuidado e lá vem outro e mete o dele por cima e os administradores até fecham seus blogs por causa disso, que eles perderam a mão em controlar e claro respeitar-se.
Por isso não convidei ng pra ser colaborador efetivo, não por estrelismo ou créditos mas prq conheço muito bem os problemas de vaidades e até viadagem de alguns mesmo e dessa forma que faço, todos podem colaborar qdo e como quiser e se quiserem e posto tb qdo e como quiser ou qdo der,rs
O compromisso é com a música, mas tb com a qualidade, e muito mais com a amizade.
Se alguém quer seus posts publicados no dia seguinte aqui é o lugar errado, prq deixo os posts por alguns dias sim e qto menos acessos tem mais tempo deixo pra dar oportunidade de quem não viu, ver.
E tb se é muito acessado faço o mesmo, deixo enquanto há aquela procura inicial forte.
Explico tudo isso inclusive prq respondi ao Veio que eles postando lá pra mim seria um grande prazer, e se quiser levar o meu post ou não tanto faz, se postarem do jeito deles ótimo também.
O que me importa é aproveitar enquanto posso essa interatividade, essa amizade, essa troca de informações que infelizmente alguns não entendem e não encho o painel de blogs mesmo, não que não tenha mais amigos e parceiros, tenho até fora daqui mas acho que tá de bom tamanho, mas a partir do momento que fecha ou o blogueiro não quer se relacionar comigo, tiro mesmo e foda-se.
É melhor que eu, não serve pra andar comigo e são principalmente aqueles que mais te pediram coisas, usaram de sua boa vontade ou te exploraram mesmo os que se comportam assim; ainda bem que já deu pra fazer uma boa triagem.
Bom, chega de lero, vamos ao que interessa e ao email que deu origem a este post.
Caro Lobo


Su legado son composiciones que son obras maestras, sintesis de la música clásica con la mixtura creativa con el más fino rock progresivo.
Se fue temprano, pero dejó su huellaa partir de que su vida se vio truncada por un aneurisma cerebral, con sólo 36 años y cuando estaba pasando el mejor momento de su carrera. . Una gran pérdida, no sólo para el rock progresivo de Brasil, sino también para la legión de fans que han crecido amando sus hermosas composiciones. Marco Antonio Araujo es un nombre poco recordado hoy, pero estoy seguro que su trabajo no olvidará jamás. Siempre existirá algún pequeño espacio (como este humilde blog) que rescate los trabajos de estos grandes músicos.
Recomiendo (otra vez) este álbum y las obras de este músico. No se lo pierdan, este es un álbum hermoso. Y si no me creen, escuchen algunos temas...
 
 
 
Lista de Temas:
1. Floydiana
2. Alegria
3. Quando A Sorte Solta Um Cisne Na Noite
4. Pop Music
5. Adágio
6. Ilustrações
7. Cavaleiro + Trilha Balé Cantares
8. Sonata Para Cello E Violão

Alineación:
- Marco Antonio Araujo / acoustic guitars
- Alexandre Araujo / guitars
- Max Magalhaes / piano
- Eduardo Delgado / flute
- Antonio Maria Viola / cello
- Ivan Correa / bass
- Mario Castelo / drums
- Sergio Gomes / trumpet








Comentarios

  1. Respuestas
    1. Tenés que ir a la biblioteca sonora, cualquier cosa escribime a correocabezon arroba gmail punto com

      Eliminar

Publicar un comentario

Lo más visto de la semana pasada

Le Orme - Uomo Di Pieza (1972)

LightbulbSun nos trae un clásico del rock progresivo italiano. A ver; si hay un momento en el que el rock progresivo italiano dejó de mirar de costado a los británicos para patear la puerta con una personalidad propia, apabullante y rebosante de romanticismo mediterráneo, es este. Editado en 1972, "Uomo di Pezza" no es solo el disco más emblemático de Le Orme, sino la piedra basal indiscutida de ese movimiento, donde la melodía popular se cruza con las estructuras clásicas sin perder jamás el pulso sanguíneo ni la dulzura y romanticismo. Una de las audacias de este disco es la total ausencia de guitarras eléctricas, acá no vas a encontrar riffs pesados ni solos de distorsión desenfrenada; todo el peso armónico y el muro sónico recae sobre un arsenal de teclados analógicos deslumbrantes entrelazados con melodías acústicas y el bajo melódico. Los arreglos de cámara y la polifonía vocal demuestran una precisión quirúrgica, logrando que un formato de trío suene con la densidad, e...

Sonar - Three Movements (2023)

Ya presentamos al elegante y excelso guitarrista Stephan Thelen y mencionamos que Sonar es su banda principal, y este es un discazo que se alzó como uno de los mejores discos del 2023, al menos eso es lo que dicen los muchachos de Progarchives. Rock In Opposition, Avant-Prog, Math Rock y Experimental, concebido y compuesto por Sonar, con la participación de David Torn (Tori Amos, Bill Bruford, Tony Levin, David Sylvian, Michael Shrieve, Steve Roach, Don Cherry y un largo etcétera) en arreglos improvisaciones  y J. Peter Schwalm (compositor alemán muy relacionado con el trabajo de Brian Eno, además de componer música electrónica y ambiental para cine, teatro, radio, ballet y otro largo etcétera) y otro músicos adicionales que aportan lo suyo para crear tres movimientos basados en la matemática aplicada a lo rítmico, que crea un verdadero ritual sonoro, ideal como para empezar la semana, que aunque sea corta, la llenaremos de música y de buenas vibras. No pueden dejarlo pasar, más ...

Los 100 Mejores Álbumes del Rock Argentino según Rolling Stone

Quizás hay que aclararlo de entrada: la siguiente lista no está armada por nosotros, y la idea de presentarla aquí no es porque se propone como una demostración objetiva de cuales obras tenemos o no que tener en cuenta, ya que en ella faltan (y desde mi perspectiva, también sobran) muchas obras indispensables del rock argento, aunque quizás no tan masificadas. Pero sí tenemos algunos discos indispensables del rock argentino que nadie interesado en la materia debería dejar de tener en cuenta. Y ojo que en el blog cabezón no tratamos de crear un ranking de los "mejores" ni los más "exitosos" ya que nos importa un carajo el éxito y lo "mejor" es solamente subjetivo, pero sobretodo nos espanta el concepto de tratar de imponer una opinión, un solo punto de vista y un sola manera de ver las cosas. Todo comenzó allá por mediados de los años 60, cuando Litto Nebbia y Tanguito escribieron la primera canción, Moris grabó el primer disco, Almendra fue el primer ...

Quetango Quartet - Postango (2006)

Una joyita canadiense-argentina que mezcla el tango con la música de cámara, el jazz y tiene una pizca del clásico rock progresivo setentero, aunque esto ni por casualidad puede tratarse dentro de los parámetros del rock. . Este trabajo discográfico destaca por su propuesta de vanguardia, donde las ciudades de Quebec y Buenos Aires se descubren mutuamente a través de una sofisticada fusión de jazz contemporáneo, música de cámara y tango instrumental. El álbum recibió un gran reconocimiento crítico y fue nominado al prestigioso premio canadiense ADISQ en la categoría de Álbum Instrumental del Año. Esa introducción sirve solamente para aquellos distraídos que no sepan que cosas como estas están disponibles en el blog, como tantas maravillas que pueblan nuestro catálogo cabezón. Que lo disfruten!. Artista:  Quetango Quartet Álbum: Postango Año: 2006 Género: Tango, Progressive fusion, avantchamber Nacionalidad: Canada (Quebec) & Argentina Duración: 42:19 min Y vamos c...

Ergo Sum - Ergo Sum (1997)

Si hay un rincón de Sudamérica donde la potencia instrumental del progresivo supo reinventarse con una personalidad arrolladora en los noventa, ese es Chile. Vamos a recordar un disco imposible de conseguir hoy en día, un buen álbum de prog folk (muy al estilo Jetro Tull pero más pesado), un álbum es recomendable ya que combina la fusión, el folk, los ritmos latinos, el heavy y el sinfonismo de manera ágil y sólida, es que éste es un álbum que a pesar de su corta duración dejó grabado un progresivo de amplio espectro, pero con flautas traversas y percusión además de los típicos instrumentos de rock, y sin recurrir al tradicional colchón de teclados que suele dominar el género, este quinteto construye un sonido robusto, filoso y profundamente original, y con una guitarra que lidera el timón con solos pirotécnicos y una pegada filosa que por momentos dialoga con la escuela de los grandes violeros del virtuosismo. Muy buen disco que deberían conocer, una inyección de energía que te sacude...

Dave Bainbridge - To The Far Away (2021)

Otro de nuestros discos casi desconocidos y muy recomendados, ahora vamos a recordar un disco verdaderamente hermoso y emotivo inspirado en las consecuencias de la pandemia, más de 70 minutos de pura magia, y uno de los mejores discos que han salido en el 2021 (y si no me creen a mí, miren el puntaje que tiene en Progarchives , que raya en la perfección). 13 temas memorables, que realizan una combinación de estilos tremenda, algo que verdaderamente es una de las características de lo que denominamos "música progresiva", pero que en algunos casos lo hacen tan pero tan bien que casi deberían crear una denominación nueva, como en este caso (bueno, eso le pasó a Magma cuando definieron su música como "Zeuhl", aunque hay muchísimos otros casos donde debería haber pasado lo mismo). El señor Dave Bainbridge es un virtuosísimo multi-instrumentista que se encarga de casi todo (la revista "Prog" lo incluyó como uno de los mejores guitarristas, luego de Steve Hackett...

Los Barrocos - Sin Tiempo Ni Espacio (1974)

Este disco también lo había publicado hace muchísimo tiempo y ahora reaparece para que lo descubra mucho cabezón novato y desprevenido. Básicamente, Los Barrocos fueron un grupo que mezcló la música clásica con el rock, al punto de tener en su repertorio temas de rock pesado y otros de música de cámara. Y esta es otra casi desconocida banda argentina que tocaba rock con mezcla de música de cámara con la inclusión de violines, fue un proyecto muy interesante por cierto. Formados en 1970 y enrolados en el sonido progresivo de aquellos años, tuvieron muy buenos temas e hicieron muchos recitales, pero debido al desgaste de luchar con las discográficas, que derivaron en diferencias internas, el grupo terminó por disolverse y hoy está casi olvidado, injustamente. En este pequeño espacio los venimos a recordar, a ellos y su música. Que lo disfruten. Artista: Los Barrocos Álbum: Sin tiempo ni espacio Año: 1974 Género: Rock psicodélico Nacionalidad: Argentina Una gran oportunidad pa...

OdraReg - God's Garden (2004)

Otro proyecto creado por uno de los músicos de la legendaria banda venezolana Témpano, y con eso ya digo bastante. Seguimos con nuestra sección de progresivo latinoamericano que tenemos mucho y muy bueno para presentarles, ahora con un disco de una banda venezolana, registro publicado en Francia por el sello Musea en un efectivo cóctel de sinfonismo, psicodelia, jazz-rock y experimentación electrónica. La verdad, conocía de la existencia de este trabajo pero nunca había tenido oportunidad de escucharlo, y ahora aterriza en el blog cabezón. El sonido de esta banda es asombroso, y su música también, es dinámica, viva, aventurera, atomporal y muy personal, con un toque latino indefinible. ¡Simplemente tremendo! Si querés asombrarte con algo, te invito a que conozcas este tremendo proyecto que lamentablemente solo ha sacado un solo disco, así que hay que disfrutarlo y sacarle el jugo. Es lo que hay... Artista: Odra Reg Álbum: God's Garden Año: 2004 Género: Jazz rock progresivo...

Serú Girán - La Grasa de las Capitales (Edición 40 Aniversario) (1979 / 2019)

Esta edición especial tiene su lanzamiento digital hoy, y nosotros no podíamos dejar de mencionarlo. Un disco bien para que aparezca en el blog cabezón un viernes. Porque no es una versión cualquiera, porque salió hoy mismo, porque es una gran sorpresa tenerlo aquí y porque lo trae el Mago Alberto.  A partir de la recuperación del histórico catálogo discográfico de Music Hall, realizada por el Instituto Nacional de la Música (INAMU), y con un minucioso trabajo de producción que incluyó la remasterización del sonido desde cintas, restauración de arte de tapa e inclusión de un insert con fotos originales nunca antes vistas, se lanza a 40 años de su publicación una edición especial de "La Grasa de las Capitales", segundo disco del legendario Serú Girán. Con la idea de escuchar cada vez mejor estas obras que traspasan el tiempo, es que anunciamos estas cosas maravillosas que van saliendo, y es que así se vive la mejor música en el blog cabezón. Artista: Serú Girán Álbum: ...

Mojo Pojo - Mojo Pojo (2010)

Ya que estamos reviviendo parte de la mejor música venida de Venezuela, ahora recordamos a Mojo Pojo, llenos de virtuosismo y pirotecnia, este fue su primer disco y ya lo habíamos presentado hace años atrás. Música pretenciosa, dinámica, colorida, muchos temas instrumentales, fueron teloneros de Yes y Jethro Tull, y han hecho la delicia de sus seguidores. Aquí, el disco homónimo de una banda que les recomiendo que conozcan. Para que vayan teniendo mucho para escuchar en este fin de semana, revivimos una buena banda con nombre raro que lanzó su disco homónimo en el 2010, donde la banda combina el jazz, diferentes tendencias de rock muy potentes, la música progresiva y hasta algunas pinceladas experimentales producto de su libertad creativa, siendo quizás una de las bandas más originales dentro de la movida musical en Venezuela, con un estilo difícil de etiquetar. Otro de los discos desconocidos que damos a divulgar  acá en el blog cabeza, y por cierto, son cosas que no vas a encontr...

Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona


"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.