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Tarkus - Ao Vivo Em Niteroi (2006)



Artista: Tarkus
Álbum: Ao Vivo Em Niteroi
Año: 2006
Género: Rock sinfónico
Duración: 73:47
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:

1. O Portal
2. Mundo Novo
3. Vida Nova
4. Pensamentos
5. A Danca Escolhida
6. A Conquista
7. O Retorno Da Lenda
8. O Hino
9. Dumont
10. Ensaio Dos Ventos


Alineación:
- Maristella Bessa / Lead Vocal
- Mickey Nicolas / Keyboards, Backing Vocals
- Fernando Faustino / Drums, Backing Vocals
- Teixeira Luiz / Bass Guitar
- Allex Bessa / Keyboards, Backing Vocals
- Aru Jr / Guitar, Violin, Backing Vocals



No se confundan con el Tarkus peruano, banda de la década del 70, este grupo brasilero comenzó en el 2000 como una banda de rock progresivo (obvio, con ese nombre!) en Sao Paulo. La música se basa en las tradiciones de las bandas progresivas de los 70, pero no necesariamente como un moderno ELP, aunque su nombre haya sido elegido en homenaje al segundo álbum del trío británico. Cuando sacaron su primer álbum las canciones eran cantadas en inglés, pero sus últimas canciones son en portugués, por suerte, porque me encanta como queda el portugués en sus temas, escúchenlo y verán.
Este álbum fue grabado en vivo en el 2005 en Brasil, luego de sufrir una renovación casi total de sus integrantes, la banda subió de nuevo en escena grabando en vivo su participación en un festival.



Pero antes de comentazar con el comentario del disco vamos a contarles su historia: todo comenzó cuando los miembros del grupo de hard rock progresivo Lei Seca (¿los recuerdan?, publiqué sus álbums en el espacio cabezón) decidieron tomar un giro para el lado netamente progresivo, sacaron a la venta el excelente CD "A Gaze Between The Past And The Future", inspirado por las grandes bandas de los años 70's y con temas en inglés.
Con el recambio de la mayoría de los miembros pero ahora con voces femeninas en portugués, regresa un renovado Tarkus en este nuevo disco que, a pesar de haber sido grabado en vivo, incluye canciones inéditas.



El disco abre con el pomposo "El Portal" que muestra todo el potencial de una banda con una formación inusual, ya que incluye dos teclistas, a lo Violent Silence. El repertorio es muy coherente y de calidad, siendo muy difícil establecer claramente temas destacados. El disco continúa con temas cantados y otros instrumentales donde se explora el potencial de los dos teclistas. La veneración al tecladista Rick Wakeman y a Steve Howe queda patente y evidente a medida que los temas pasan, aparece algún solo de piano muy clásico y brillante, y luego un tema con guitarra clásica. Siguen largos tramos instrumentales con diferentes climas, y el final apoteósico es posiblemente el mejor momento del disco. El disco se cierra con "Ensaio Dos Ventos", bien al estilo de las bandas de rock brasileño de los años 70, recordando incluso a Os Mutantes, aunque viaja a través de diferentes estilos.
Una buena interpretación vocal femenina, bellos temas sinfónicos pero al mismo tiempo muy brasileros, muy buenos juegos instrumentales y toda la fuerza de una presentación en vivo con una banda muy ajustada brindando un espectáculo memorable, más una lluvia de sonidos analógicos y la presencia constante del Minimoog (según dicen, autografiado por el mismo Rick Wakeman en la madera). Un disco donde la calidad y la belleza de las composiciones se hacen muy presentes, y el rendimiento de la banda entera está en un nivel muy alto, y donde se hace referencia a los grandes grupos de la escuela sinfónica pero al mismo tiempo sabe desde donde se parte, y esa conjunción, el rock sinfónico mezclado con un estilo bien brasilero, queda absolutamente hermoso, algo parecido a lo que había logrado Bacamarte hacía mucho tiempo. El público, por supuesto, reacciona efusivamente y aplaude hasta con los cachetes del culo.
Es importante destacar que este mismo registro salió en DVD con algunos temas extras.

Les dejo este álbum para que se entretengan mucho, pero mucho, en este fin de semana (largo)... disfruten, disfruten que seguimos trayendo material de primera calidad y que seguramente ustedes no conocían.


¿Vamos con algunos comentarios de terceros?... hoy no traemos a César Inca, le damos vacaciones...

Nessa que foi a sua segunda fase (é uma banda sempre “mutante”), o Tarkus somente gravou um CD/DVD ao vivo, mas que continha apenas material inédito. O CD já havia sido resenhado aqui, porém o DVD foi lançado posteriormente, contendo 2 faixas adicionais.
A formação na época da gravação (2005) era composta por Mickey Nicolas (teclados), Luiz Teixeira (baixo), Allex Bessa (teclados), Maristella Bessa (vocais), Aru Jr. (guitarra e violão) e Fernando Faustino (bateria). Nicolas e Teixeira fizeram parte da formação original (o Tarkus foi criado em 2000), e continuam no grupo até hoje. Os demais saíram eventualmente, sendo substituídos por novos integrantes, que compõem o que se pode denominar de terceira fase do conjunto (e que irá lançar um novo disco em breve).
O DVD, mixado com som 5.1, é bem produzido para os padrões nacionais. Alguns dos problemas que são mais aparentes no DVD da banda Apocalypse, lançado pela mesma Rock Symphony e gravado no mesmo festival (“Rock Symphony For The Record”), estão presentes numa escala muito menor aqui (talvez pelo fato do show do Tarkus ter ocorrido no quarto dia do festival, e o do Apocalypse, no primeiro). Os enquadramentos das câmeras e a edição de imagens estão bem melhores. Já a qualidade sonora, assim como no do Apocalypse, é impecável.
Os trabalhos abrem com a inspirada instrumental “O Portal”, com seus mais de 8 minutos e vários climas e andamentos. Todos se destacam, em especial Aru Jr. e Allex Bessa, que chegam a travar um empolgante duelo de guitarra e Minimoog no final da música. O som da guitarra, um pouco baixo no mix ao início do show, felizmente atinge um bom volume já nesse segmento.
Em seguida, ocorre a entrada de Maristella no palco, e é interessante notar que sua participação nos vocais somente se inicia após decorridos mais de 10 minutos de show, algo bem característico entre as bandas de rock progressivo e suas longas suítes. A primeira faixa cantada se chama “Mundo Novo”, e seu início com uma levada mais comercial esconde o que vem a seguir, pois o grupo passa por vários momentos instrumentais bem inspirados, com solos em seqüência de Mickey, Aru, Bessa, e finalmente Teixeira. A bateria de Faustino é precisa sempre, sem chegar a brilhar.
A extremamente afinada Maristella Bessa é o destaque da faixa a seguir, a bela balada “Vida Nova”. Piano e violão pontuam no início à la Bacamarte (clássica banda brasileira progressiva dos anos 80), embora em determinados momentos doses de peso sejam eventualmente adicionadas, dando à música uma grande variação. O final, um tema levado por Bessa e Mickey em 2 teclados, é inspirado e contagiante. A guitarra de Aru (uma Gibson SG totalmente “vintage”) nos remete aos bons momentos de Steve Howe no Yes. Por falar nisso, os temas que se seguem, “No Campo” e “Pensamentos”, são justamente instrumentais levados somente no violão, uma clara influência de Howe.
“A Dança Escolhida” é mais uma cantada onde Maristella brilha, e um esperado solo de bateria de Fernando Faustino é inserido em seu meio. Seguem-se “Vale Mágico”, mais uma instrumental com influências setentistas à la Yes, e o solo de Mickey Nicolas nos teclados (“A Conquista”), numa peça onde privilegia o bom gosto em detrimento de evitáveis exibicionismos técnicos.
Na volta aos temas cantados, seguem-se “O Retorno da Lenda” e “O Hino”, sendo essa última uma adaptação com letra em português da original de Rick Wakeman (“The Hymn”), lançada em seu disco “1984”.
A longa suíte progressiva “Dumont” vem a seguir, na verdade um tributo a Santos Dumont, apropriada pois na época da gravação comemoravam-se os 100 anos do vôo inaugural do 14 Bis. Com seus 15 minutos de duração e vários climas, permitindo solos de Aru Jr. e Allex Bessa, que nos brinda com um interlúdio no piano (seu momento solo) e intermináveis solos de Minimoog (para delírio dos ouvintes). A (boa) iluminação e a edição de imagens acompanham o clima quase apoteótico.
Para encerrar, a canção “Ensaio dos Ventos”, que trafega por outros campos estilísticos, lembrando Os Mutantes e até mesmo Secos & Molhados em alguns momentos. Em quase 90 minutos, o grupo conseguiu dar o seu recado e mostrar que é possível tocar hoje em dia rock progressivo como no auge do movimento (nos anos 70). Vamos torcer para que a nova formação tenha condições de manter o pique e lançar mais um bom trabalho.
Entre os extras, temos um especial de cerca de 15 minutos feito pela Niterói TV, ao mesmo tempo amador e descontraído, que não deixa de ser um bônus interessante. A galeria de fotos mostra a viagem de ônibus da banda, o soundcheck e o show em si. A biografia é sucinta, mas dá uma idéia do background do conjunto. Por fim, a discografia inclui samples de algumas músicas, o que é também interessante. A arte gráfica acompanha a do CD, e foi feita pelo Gustavo Sazes, que vem ganhando bastante espaço e reconhecimento em lançamentos recentes de várias bandas de rock, e heavy metal em particular.
Rodrigo Werneck

This is a Brasilian six piece band rooted in 2000, they have released two studio albums: A Gaze Between The Past And The Future (2002) and Mundus Novus (2006). In December 2006 Tarkus also released the live CD entitled Ao Vivo Em Niteron, I read that this concert is also released on DVD and you can even watch a video track on YouTube!
From the first moment I listened to Tarkus I was carried away by their wonderful symphonic prog compositions featuring a lush keyboard sound (two members are keyboardist), strong and warm female Brasilian vocals (at some moments similar to Bacamarte), a dynamic and fluent rhythm-section and a crafted guitar player (from acoustic rhythm guitar to propulsive riffs and sensitive soli). The most remarkable element is the sound of the Minimoog, the music contains lots of spectacular soli with strong hints from Seventies Rick Wakeman. The climates on the ten compositions shift very flowing from dreamy to often bombastic and some songs deliver solo pieces on classical piano (very sparkling) and classic guitar (with flageolets that remind me of Steve Hackett). My highlights on this very compelling CD are O Portal (pleasant changing climates and a great build-up that culminates into an exciting 'grand finale'' with Minimoog flights in the vein of the final part of Starship Trooper by Yes), Vida Nova (warm intro with classical guitar and piano, then lots of shifting moods and again exciting Minimoog runs and sensitive electric guitar) and A Danca Escolhida (wonderful twanging guitar, than first a dreamy atmosphere and then a strong build-up to a bombastic final part with powerful organ waves and propulsive guitar riffs). The final track Ensaio Dos Ventos delviers a pleasant atmosphere with a rock element (swinging piano, R&R guitar and powerful vocals) but it ends with a symphonic prog finale that delivers sparkling piano and sensational Minimoog flights, goose bumps!
I am glad that Tarkus is on Prog Archives but this bands deserves more attention, what an excellent live CD!
Erik Neuteboom

Live CD of this very good symphonic band from Brazil. It is their first with the new line up that includes another keyboards player and a new singer. The sound is very much 70´s keyboards driven prog music not much unlike ELP (of course), Triumvirat and others. Actually most of the time the band reeks of 70´s music in both musical and lyrical fields. So much one wonders if this record was a reissue of some long lost live recording of that era, even in some instruments timbres (like the Ovation acoustic guitar). Fortunatly the recording quality and overall sound is very modern. Production is crystaline and you can hear each instrument perfectly.
I´m a bit annoyed by the hippie/new age-ish kind of the lyrics, all sung in portuguese. If you can live with that the music itself is quite good, powerful and varied; done by professional players who clearly love what they do and know how to play their instruments backwards. Songwriting is also top notch. Maristella Bessa´s voice is good and fit well in the musical context of the band. There are some great instrumental passages with lots of keyboards solos (mini moog is very used) and guitar. The rhythm section is firm and flexible at the same time. The band seems to be playing together for years!
Conclusion: Tarkus finest CD till now. Those guys do put a great show. If you´re into this kind of progressive music you can go no wrong with this CD. Radical progheads and general music lovers will be delighted! Highly recommended.
Tarcisio Moura

A band does itself a disservice when it chooses an idol for its moniker, especially one from the 1970s whose bloom has long since acquired a fetid scent. But I suppose it fits when talking about a tribute band or a clone. However, with TARKUS we have a measured intelligent act that catches a much wider drift of influences than EMERSON LAKE AND PALMER within its sonorous cilia, Yet they have further pigeonholed themselves by naming themselves after a specific album, in the process shortchanging themselves, ELP fans, and prospective fans who don't much care for ELP but would still find much to enjoy.
One aspect that is more or less accurate is the adoption of a sound firmly rooted in the 1970s, but even there I would just as readily draw comparisons to RICK WAKEMAN, BANCO, and other 70s RPI, and no doubt some big Brazilian names of the period. In addition, TARKUS didn't simply ignore the 20 odd years that followed the 70s, and I hear a fair bit of second generation groups from as far as Germany (ANYONE'S DAUGHTER), Japan (TERU'S SYMPHONIA) , and yes, Brazil (SOLUS) in the flourishes of some of the more flamboyant cuts.
Considering this really isn't my thing, I actually like about half of it well enough, my favourite being the piano tour de force "A Conquista". Others with plenty of highlights include the varied and swinging "A Dança Escolhida", marred by a requisite drum solo; the album's longest track "Dumont", with some truly electrifying synthesizer runs amongst occasional excesses; and the lively "O Retorno Da Lenda". I confess that I thought the lead singer was male until I read the credits, but no matter - she acquits herself rather well.
Just as many tracks seem aimless and lack coherence, particularly those in the early going, even as they have worthwhile moments. For instance "O Portal" doesn't wake up till the last few minutes while"Vida Nova" drags on too much at the end with the same theme repeated ad nauseum. Perhaps the group wanted to start the show more slowly and build up to the best tracks.
So this album is not a copy of ELP as inspired as it might be by them. No, no, a brazilian times no! 2.5 stars rounded up.
Ken Levine

When I first heard of TARKUS, I thought they were merely an ELP tribute or clone band and didn't care too much about them. Later advised by some fellow PA buddies I realized my mistake and started to keep them in trail which led me to this live album, "Ao Vivo Em Niterói", and hey, I stayed truly surprised and even touched by this release, especially if one takes in account that I'm not too much into live albums and also that, in general, female vocals do not ignite my soul when the subject is prog-rock (although I love female vocals for several other music styles, like pop-rock, bossa nova, rhythm & blues, etc).
My first word goes then to Maristella Bessa, the singer. Her sweet timbre remembers a few the much admired Jane Duboc (ex-BACAMARTE) while her steady voice extension is quite close that of Zélia Duncan (who recently worked with MUTANTES). She has still much to learn and improve but I do believe she's already in the correct way. Her participation here contributed hugely to make this live album very pleasant and audible.
My second word goes to the general production which was able to issue a flawless album, practically exempt of the common faults observed wearisomely in the majority of the live albums, no matter the country they were produced and released. All this embellished by one of the most gorgeous art covers I've the opportunity to see recently.
My third word goes to the band - what a cluster of skilled musicians. They are really first-class mates and even knowing they had re-grouped short before this live act, they play like a geared team, soaring high their tunes, chords and signatures. Alright, they have their ELP moments but I guess they are much more in the vein of classic GENESIS, YES, CAMEL, RENAISSANCE and their Italian and Brazilian counterparts of the same period - in fact, the album is clearly imbibed in the 70s but we may feel an aura of the 21st Century grazing all around.
The starting point here, the instrumental and atmospheric 'O portal' is plenty of keyboard sounds (TARKUS have two keyboardists!) and the climate they create is able to keep the hearer's attention until guitars blast strongly. Looking for a real progressive track, then come and listen to this: eight breathless and amazing minutes. 'Mundo novo', nervous, frenzy, powerful in its beginning, brings Bessa cool vocals as a nice counterpoint to the apparent madness. The catchy 'Vida nova' has fair lyrics (in Portuguese), fairer vocals and even fairer band's playing.
'Pensamento' is only a gentle interlude for the lengthy 'A dança escolhida', that although sporting prog-rock arrangements (synth and piano sections are fascinating) has its voiced parts more oriented to a romantic landscape blended with some fusion excerpts - not bad but a bit senseless. 'A conquista' turns the climate back to the indisputable progressive realm and the result is above average, limpid and engaging. 'O retorno da lenda' keeps the enchantment of previous track this time provided with astonishing synth and piano tunes played dexterously.
'O hino', a prayer, short and emotional, well-fitted for the singer's flight opens space for the mini-epic 'Dumont', precisely when words like flight and space are essential to understand the life of the great Brazilian praised here, Alberto Santos-Dumont. Lyrics sound like a final will done by the portrayed inventor and work accordingly with the melody that assumes the shape of a jet plane. 'Ensaio dos ventos' closes the album tenderly; a joyous farewell for an intense work.
That said all that lasts is a sincere recommendation to check this album - an excellent addition to any prog music collection, without any doubt.
Atkingani



Escuchar a Tarkus es dejarse llevar por maravillosas composiciones rock sinfónico con un sonido exuberante de tanto teclado y voces femeninos cantando en un portugués fuerte y cálido, con una sección rítmica muy dinámica y fluida y un guitarrista muy intersante.
Los climas de las diez composiciones cambian y fluyen en un estado de ensueño a menudo grandilocuente, atmósferas delicadas y secciones grandilocuentes con potentes órganos y riffs de guitarra dan la energía necesaria, mientras el final sinfónico que ofrece un duelo brillante entre el piano y sensacionales vuelos del Minimoog que ponen la piel de gallina.

Otro disco absolutamente recomendado. Se los aseguro y eso que recién conozco a estos brasileros y estoy gastando el disco mientras lo escucho y escucho.
Otro discazo del blog cabezón, y otra joyita latinoamericana rescatada de la oscuridad del olvido. ¡Una banda y un disco que tienen que conocer!

http://www.tarkus.mus.br/






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