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Caravellus - Knowledge Machine (2010)


Artista: Caravellus
Álbum: Knowledge Machine
Año: 2010
Género: Power metal progresivo
Duración: 60:21
Nacionalidad: Brasil


Lista de Temas:
1. Deus Ex Machina
2. Corsairs In Black
3. When The Night Has Fallen
4. Beyond The Skies
5. The Divine Comedy
6. Behind The Mask
7. Wherever I Am
8. Dance Of Damnation
9. Knowledge Machine

Alineación:
- Andrea Amorim / Vocals
- Glauber Oliveira / Guitar
- Daniel Felix / Keyboards
- Cleison Johann / Bass
- Charles Erlan / Drums


Con algunos toque de Andromeda y algo de Symphony X llega desde Brasil todo el poder de este grupo, con ese estilo tan pirotécnico y vituoso que personalmente me cansa pero que gustará a los amantes del género... encima cantado en inglés.



Este es el segundo disco de los brazucas, y a continuación algunos comentarios en portuguès e inglès. Como sucede en estos casos, no me pidan que yo haga un comentario del disco, mejor se lo dejamos a otros:

CARAVELLUS foi formada em 2002 por Glauber Oliveira - guitarrista virtuoso do Brasil. Após as primeiras gravações demos (2002 - 2004), o line-up foi completado com Daniel Felix nos teclados, Charles Erlan na bateria, Paula Araújo nos vocais e Pedro Lima no baixo. Em setembro de 2006 foi assinado por CARAVELLUS Erpland Records e gravou seu primeiro álbum "farol e SHED", que foi lançado em março de 2007. O conceito musical de andar nos passos de grandes bandas e virtuoso como Symphony X, Dream Theater e Angra formou a banda e os ajudou a se tornar conhecido no Japão. Causada por diferenças musicais Pedro Lima, Charles Erlan e Paula Araújo deixaram a banda. Um novo rumo para CARAVELLUS com novos membros e novas ideias. Depois de um longo processo de seleção, Raphael Dantas (vocal), Cleison Johann (baixo) e Pedro Nunes (bateria) juntaram-se CARAVELLUS em dezembro de 2007. Com uma inspirada mistura de som progressive power metal, com influências clássicas e folclóricas, CARAVELLUS trouxe junto as ferramentas certas para criar originalidade e destreza, ousadia e qualidade. A banda tem feito enormes ondas no Japão e na França. CARAVELLUS tem um extraordinário talento musical, com composições inovadoras e uma musicalidade maravilhosa que cria um impacto emocional imediato sobre os mais seletos ouvintes. O segundo álbum "KNOWLEDGE MACHINE" é incrível! A banda assinou com o selo canadense Metalodic Records, para a distribuição mundial. Este álbum é uma mistura de ritmos folk perfeito entre: Progressive música pesada e brasileira.
Caruaru Geral

Caravellus: Corsários Negros Brasileiros do Prog Metal
Um dos nomes mais fortes da cena Prog Metal nacional é, sem sombra de dúvidas, o do CARAVELLUS. Uma banda criativa, extremamente profissional, cheia de feeling e técnica muito bem equilibradas, e de forte personalidade, eles acabam de lançar seu segundo CD, o fantástico ‘Knowledge Machine’, ainda mais pesado e forte que o primeiro, ‘Lighthouse & Shed’, de 2007. Aproveitando a oportunidade, lá fomos nós bater um papo com Glauber Oliveira, um músico cuja técnica e feeling só são superadas pela simpatia.
Como esta é a primeira entrevista para o Whiplash, poderia nos contar um pouco da história da banda?
Glauber Oliveira - Tudo começou em 2002, como um projeto de estúdio. Eu estava no meio de uma tour pelo sudeste, acompanhando um artista nordestino por lá. Voltei pra Recife com a ideia de criar algo meu, onde eu pudesse despejar todas as horas de estudo de guitarra/música nele. A Caravellus começou soando bem power metal nas duas demos que gravamos: ‘Reaching The Sky’ em 2002 e ‘Across the Oceans’ em 2004. Era um som bem mais direto. O debut ‘Lighthouse and Shed’, de 2007, foi um trabalho bem mais sofisticado em relação às demos. Tínhamos uma mulher nos vocais. Entretanto, nesse disco, nós ainda estávamos na busca de nossa própria identidade. Do diferencial. Foi um disco de estreia e de fechamento de um ciclo, originado na época das nossas primeiras demos. As mudanças necessárias foram feitas no line-up, além de muito tempo de estudo nos quesitos produção/musical para o novo álbum, e digo que o ‘Knowledge Machine’ atingiu o que queríamos: ORIGINALIDADE E QUALIDADE. Pra mim, é como se a banda tivesse atingido a fase adulta em amadurecimento.
O ‘Knowledge Machine’ foi lançado faz pouco tempo. Como tem sido a recepção por parte dos fãs e da crítica especializada? Já há alguma resposta do exterior?
Glauber Oliveira - O feedback tem sido INCRÍVEL! As mensagens positivas e de satisfação vêm de todas as partes do mundo. O ‘Knowledge Machine’, da CARAVELLUS, tem distribuição nos Estados Unidos, México, Canadá, Alemanha, Áustria, França, Grécia, Rússia, Coréia do Sul e Japão. Especialmente no Japão e França esse álbum foi um verdadeiro estouro!! A crítica especializada, tanto nacional quanto internacional, tem sido super positiva.
Um fato que logo de cara salta aos olhos é o nível profissional altíssimo do novo CD, com a produção, seja sonora ou visual, coisa de primeiro mundo, tanto que nos é possível ter um amplo leque de interpretações da ideia geral. Mas, mesmo assim, poderia nos falar um pouco do conceito que quiseram transmitir no CD? Além disso, vocês estão totalmente satisfeitos com o resultado final?
Glauber Oliveira - Pois é, muito tempo de estudo e preparo para a produção deste álbum. Além de guitarrista, sou produtor musical/fonográfico e foram perdidas várias noites de sono na concepção deste álbum. Um dos objetivos era produzir algo tão bom quanto um álbum de banda gringa, até para acabar com esse papo de que só presta se for feito por gringo ou pelo menos em uma região X do Brasil. Bom, na minha concepção, o segredo, na maioria das vezes, está na engrenagem que fica entre a cadeira e o computador…kkk,… independente do local do globo onde isso seja feito. Em termos de concepção sonora, a CARAVELLUS está SUPER PESADA e TÉCNICA no ‘Knowledge Machine’. Guitarras na cara e com muitos riffs!
Outro ponto interessante é o vídeo promocional ‘Corsairs in Black’, muito bem feito e produzido. Como foi a concepção e a produção do mesmo? Além disso, há planos para mais um ou mais vídeos do CD novo?
Glauber Oliveira - O videoclipe foi algo mágico pra nós! Nós queríamos que o videoclipe transmitisse todo o sentimento contido na música: sobre se libertar e abandonar as velhas tristezas. Pra isso, contamos com 90 dias de pré-produção e uma super equipe capitaneada pelo SUPER DIRETOR Sílvio Gleisson. O cara é realmente uma sumidade no quesito direção. Gravamos tudo em 10 horas bem intensas. A respeito de novos vídeos, organizaremos, ainda em 2011, um material promocional com vídeos de shows da Knowledge Machine Tour.
A música do CARAVELLUS no CD anterior tinha um enfoque um pouco mais melodioso, ao passo que o novo é mais agressivo, embora o estilo da banda não tenha sido alterado. A que você atribui esse fator? Seria por que antes era uma voz feminina, e agora uma masculina?
Glauber Oliveira - Também! Entretanto, além do vocal de Raphael ser super versátil e nos permitir experimentar multisensações durante o decorrer do álbum, isso está nítido também no instrumental. O ‘Knowledge Machine’ soa muito mais pesado que o ‘Lighthouse and Shed’ e o vocal de Raphael caiu como uma luva! Ratificando a concepção sonora do álbum!
Quanto à temática da banda, há alguma prevalência de um tema específico, ou vocês possuem um leque de opções bem variado?
Glauber Oliveira - O ‘Knowledge Machine’ é um álbum que traz letras bem reflexivas, algumas beirando o campo da subjetividade. A Máquina do Conhecimento trata sobre os medos, dúvidas e anseios da mente humana. Muitas vezes nos remetendo ao paradigma descarteano, onde estamos todos ligados a algo maior e que fazemos parte de uma grande máquina.
As músicas da banda possuem várias nuances que podemos perceber, pois o Prog Metal minimalista e bem pesado, que o CARAVELLUS faz, é cheio de influências regionais do Nordeste. A banda não tem pudores de usar elementos de sub-gêneros do Metal, gerando algo novo, mas não é apenas isso: há um forte feeling em cada trecho. Isso tudo é algo que surge de forma natural, que vem das influências diferentes de cada um de vocês?
Glauber Oliveira - O sincretismo musical é outro ponto forte! Nós usamos muito da nossa riqueza cultural pernambucana/brasileira (maracatu, frevo, cebolinho, baião… ritmos que ouvimos desde criança), além de outros elementos… eu acho que fica difícil até de citar todos eles… porque tudo rola de uma forma natural, onde tudo já está num amálgama com nossa vivência musical extra-CARAVELLUS. Assim como eu, parte da banda trabalha no mercado fonográfico profissionalmente, como músico ‘contratado’ ou ‘freelancer’ para gravações. Então, sempre nos deparamos com os mais variados tipos de estilos e ritmos. Tudo isso é realmente natural pra nós.
Hoje em dia, a cena está um tanto quanto fragmentada, com muitos assumindo para si rótulos classificatórios, ou seja, os fãs de Metal e Rock em geral se prendem a subdivisões. Mas a música de vocês é bem ampla, como citamos acima. Você acredita que o CARAVELLUS pode ser uma das bandas da nova safra, que quebra com esse tipo de mentalidade, justamente pelo uso de muitos elementos diferentes?
Glauber Oliveira - Com certeza. Essa é nossa proposta e nossa marca. Queremos provar que mesmo com tantos rótulos, é possível criar o novo e com qualidade.
CD lançado, divulgação sendo feita, mas, e os shows? Há alguma previsão para uma tour fora do Norte e Nordeste? E para fora do país, há algo em vista?
Glauber Oliveira - Nossa tour pelo Nordeste começa dia 29 de janeiro de 2011, em Maceió/AL. Pretendemos seguir, além do Norte-Nordeste, para o Sudeste do país. Nossa agência de booking vem recebendo vários contatos para uma possível tour europeia. Esperamos que todos os ponteiros se ajustem para que isso aconteça ainda em 2011.
Agradecemos por sua atenção. Então, por favor, deixe suas considerações para os fãs.
Glauber Oliveira - Queremos agradecer por todo amor e carinho que os fãs têm transmitido durante esses primeiros meses de lançamento do Knowledge Machine. Tudo está sendo mágico e queremos celebrar com todos vocês. Nos vemos em nossa Knowledge Machine Tour 2011.
Marcos Garcia


Caravellus is a young progressive metal band from Brazil offering so far 2 albums, this is the second relese Knowledge machine from 2010 issued at Metalodic Records. I know this band since last year when they release this album and I was impressed by the musicianship, awesome skills, not realy excited on some pieces abot the arrangemnts. So, this brazilian band is almost all the time on fire here, with exception on some parts and a mellow piece Whereever I am, in the rest up tempo parts , well executed, they remind me a lot of Symphony X, but with a good doze of power metal elements added. Also they had some Angra (the era with Falaschi) attitude here and there, but as a whole they are more then ok. Instristing arrangements, fast playing, keybords interluded with guitars of the highest level, specialy on pieces like Beyond the skies and Behind the mask, I guess the best tracks from the labum, fantastic musicianship and great ideas. Now, if the instrumental passages are more then ok, even great, the voice of Raphael Dantas is only ok, I mean, in his most mellow parts is absolutly great, realy fantastic like on Whereever I am, great tone of voice, I also like him a lot on Beyond the skies in his most melodic parts is awesome, now, when he is on the rough side of singing on couple of pieces is too in front mixed like on Corsairs In Black, it sounds realy bad, at least for my ears, to forced, this happening again on When the Night Has Fallen - the worst piece from the album, realy absolutly noting is ok on this tune. It sounds very well on Dance of damnation for example, rough but very confident in his possibilities, well done vocal parts. The album ends with the title track Knowledge machine, who remind me a lot of Dream Theater, from Inner turbulence album, spoken intro over piano passages and then developing slowly in some great piece climax crescendo who has almost 16 min in the end, great piece, maybe little to long but ok constructed, the best part is only after 9 min when the piece has an unexpected turn in musical terms, some fantastic musicianship is shown, It were better if not most of the piece had talking moments, too much talk and not enough instrumental passages and only 3 min from 16 is realy awesome instrumental greatness, the rest is talk over some background music, is clear that they rely on voice, who btw has some growling moments on the end of the piece, quite intrsting and strange parts in same time . Very Dream Theater like piece, very influenced by them specialy from Six degrees if inner turbulence era. So, an ok album with both great and weak moments, but overall the good moments are in more quantity and the album desearve attention from prog metal fans. Similar with Symphony X, Dream Theater, tunisian Myrath. 3 stars for sure, good album, yet nothing realy ground breaking here. A talented progressive metal band that for sure will climb higher in this field, this album is their ticket to world wide recognition.
Bogdan Olariu


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Esbjorn Svensson Trio - Live In Hamburg (2007)

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Año:2007
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Nacionalidad: Suecia
Lista de Temas:
1. "Tuesday Wonderland"
2. "The Rube Thing"
3. "Where We Used To Live", 
4. "Eighthundred Streets By Feet"
5. "Definition Of A Dog"
6. "The Goldhearted Miner"
7. "Dolores In A Shoestand"
8. "Sipping On The Solid Ground"
9. "Goldwrap"
10."Behind The Yashmak"
Alineación:
Esbjörn Svensson / Piano
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04. Flores de invierno
05. En cada movimiento
06. La tercera joya desde el sol
07. El futuro más distante
08. Campos de batalla
09. Sequía
10. Siempre joven
11. El tiempo es olvido


Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
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Cecilia Toussaint / coros.
Yamil Rezc / percusión, juno, batería.
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Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
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Nacionalidad: Brasil

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2. Rio de Janeiro
3. Tomarapeba
4. Dancando
5. Fogueira
6. Bianca
7. Don Quixote
8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …