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Eloy Fritsch - Landscapes (2005)


Artista: Eloy Fritsch
Álbum: Landscapes
Año: 2005
Género: Progresivo sinfónico / Electrónico
Duración: 49:44
Nacionalidad: Brasil


Lista de Temas:
1. Landscapes
2. Teleportation
3. Andromeda
4. Science Fiction
5. Somewhere In Time
6. Cartoon
7. Run Through The Light
8. Oasis
9. Escape
10. Imaginary Voyage
11. Top Of The World

Alineación:
- Eloy Fritsch / keyboards, synths and programming


Y ya que estamos con la música electrónica de los Tangerine Dream, vamos más o menos con la misma onda pero de la mano del tecladista del grupo brasilero Apocalypse, aunque con un componente sinfónico mucho más fuerte que el que presentan los teutones.
En cuanto a la actividad solista de este hombre, que es líder del grupo Apocalypse que reconocido internacionalmente por su gran despliegue hard rockero sinfónico, y no me refiero solamente a este disco en sí (el sexto disco solista de este músico) sino a todo su trabajo como solista, voy a hacer una consideración. Creo que la música debe disponer de una elevada componente técnica pero también de sentimiento. Sin esto último sirve de poco ser un gran instrumentista. Y en esta maraña efectista se colaron algunos grandes músicos que antepusieron el instrumentismo más radical y una brillante puesta en escena a la melodía (tales los casos de impresionantes guitarristas que principalmente vienen del lado del metal), musicalmente con mucha libertad formal pero en aras de una pirotecnia efectista, y descuidando una parte importante de lo que consideramos esencial. Algunos grandes músicos se desperdiciaron en pos de seguir el camino del rey de la velocidad, se subieron al carro y al fin y al cabo en general quedaron en mucho reconocimiento pero a sus discos no se los escucha demasiado. Sea como sea centrarse solamente en la técnica piromaníaca lleva a un prestigio bastante pasajero y no dejan una gran herencia musical.
Este hombre podría haber seguido este camino debido a su intrepidez musical, su pericia y que es el líder de una potente banda de rock, pero si bien su carrera solista no ha tenido un gran reconocimiento demostró que la música no es un sistema cerrado y encorsetado y que todo podía ser susceptible de variar si el músico es lo suficientemente hábil y audaz.
Este es un disco muy casero, con cero de producción, música electrónica creada en su laboratorio privado con sintetizadores, samplers, computadoras, y grabados por él mismo, pero al mismo tiempo nos encontramos con otro trabajo que viene de latinoamérica y está injustamente olvidado y perdido. Fritsch desarrolla una búsqueda de nuevos sonidos basándose en aquellos clásicos de los setentas, y utilizando arreglos y pasajes (y paisajes) electrónicos épicos y atmosféricos, en una música que me suena espontánea, melódica, directa, simple y efectiva. Creo que si este mismo CD los hubiese sacado... ponele Vangelis, otra sería la cuestión, y seguramente otro sería el reconocimiento del disco, pero bueno... es así... La verdad, es difícil entender por qué un trabajo tan cuidado y de buen gusto está tan restringido en su divulgación, y quede perdido dentro de un pequeño nicho dentro del mercado de la música under.

The composition project developed by Fritsch is focused essentially at the studio. The electronic music albums are all created at his private laboratory with several synthesizers, sampler, computers and outlying. Fritsch develops a research for new sounds, automatic sequences, arrangements and electronic passages. The music is spontaneous, melodic, direct, presenting epic and atmospheric passages. Some music starting with keyboard improvisations. Other starting from ideas comming from the sounds produced in synthesizers.
The CD Landscapes was recorded in 2003 and released by Rock Symphony and Musea lables in 2005. Alexandre Bandeira, that had already participated in the production of the album of 1997, again is chosen to paint beatifull landscapes images to the cover and booklet. Ruy Fritsch, the composer"s brother and guitarist of Apocalypse, signs the computer graphics and the design of the CD. The magnificent art portrays the imaginary landscapes of the Fritsch compositions. The track Andromeda becomes the prominence of that CD being chosen for two compilations: the Argentinean Compact Mellotron 34 and Dutch E-dition #15.
In September 2005, Apocalypse is invited to another festival in Rio, this time the Rock Symphony For The Record festival at the Teatro Municipal de Niterói, Rio de Janeiro. The band´s concert, on September 8th, was taped for posterity and is presented here in this DVD, released by the Rock Symphony label together with their old friends from Musea. Fritsch is devoted entirely to the progressive composition of new themes for the future recording of the album The Bridge of Light.
In 2006, Musea release the commemorative CD Past and Future Sounds (1996-2006). Fritsch produced especially for this compilation four new pieces previously unreleases on record and composed in 2005.. The fine arts of the cover and blooket again are signed by the artist Alexandre Bandeira. The graphic designer was Gustavo Demarchi, vocalist of Apocalypse. The Suite The Garden of Emotions becomes one of the prominences of the CD being selected for two collections: the Instrumental Brazil 2006 and Dutch E-dition #5.
Apocalypse band made yet another appearance in Rio, in 2006, playing together with English band Uriah Heep at the Canecão as part of the Rock in Concert Brazil Festival.
In November of 2006, Fritsch recorded with Apocalypse the DVD The Bridge of Light.
Eloy Fritsch


En los 11 temas que pueblan el disco, la profusión de teclados, secuenciadores y efectos sinfónicos se juegan hasta el agotamiento, se pueden notar las influencias de diversas fuentes, como por ejemplo: Wakeman, Tangerine Dream, Jarre, Vangelis y y algunas veces los mejores trabajos de Pete Bardens. Sonidos espaciales y misteriosos abundan en toda la obra, y tampoco faltan pasajes a lo Pink Floyd, siendo un disco que parece un homenaje a los dinosaurios progresivos de todos los puntos cardinales del planeta.

Um movimento quase que totalmente underground hoje em dia, em especial no Brasil, o rock progressivo dá no entanto mostras freqüêntes de sobrevivência, algo que só ocorre com estilos musicais onde há consistência, e que privilegiam a criatividade e a busca por novos horizontes sonoros. Este é o caso da banda gaúcha Apocalypse, e em específico do tecladista Eloy Fritsch, cujo mais recente disco solo acaba de ser lançado.
Em paralelo à sua carreira como tecladista e líder do Apocalypse, Eloy Fritsch desenvolve uma carreira solo mais voltada à música eletrônica e ao new age. Este “Landscape” é na verdade o seu sétimo disco solo, sendo que um oitavo já chegou às lojas, a coletânea “Past and Future Sounds 1996-2006”. Entretanto, “Landscape” é o disco mais rock de Fritsch, e não nega as grandes influências de Rick Wakeman (Yes, Strawbs, David Bowie, solo), entre outras. Embora tenha sido gravado em 2003 e oficialmente saído em 2005, somente agora este disco chega às prateleiras, em virtude das dificuldades de se lançar CDs hoje em dia (problema agravado no caso de artistas de rock progressivo). Difícil de entender? Mais difícil ainda é compreender porque trabalhos tão cuidadosos, rebuscados e de bom gosto ficam restritos a um nicho deveras reduzido do mercado musical.
O disco foi inteiramente composto, arranjado, gravado e mixado por Eloy, que usou seu estúdio caseiro para tal, e o resultado é simplesmente ótimo. Alguns discos solo de tecladistas são um tanto quanto enfadonhos, sem “pegada”, mas este não é o caso aqui. Eloy soube dosar de forma equânime a participação de todos os “instrumentos”. Todas as baterias e percussões foram simuladas por seus sintetizadores, e felizmente os timbres obtidos foram muito bons. Há viradas de bateria, mudanças de andamento, ou seja, o disco em momento algum fica monótono. Há até – pasmem – solos de baixo bastante convincentes, nas faixas “Teleportation” e “Run Through The Light”, bem como sonoridades de fretless em “Oasis”.
Os principais teclados usados por Eloy no CD foram um digital, o Korg Triton Classic, e um analógico (e antológico), o Minimoog (especificamente um construído há 35 anos atrás, em 1973!). Com eles, consegue a proeza de tocar de tudo um pouco: piano, dezenas de sons de diferentes teclados, guitarras, baixos, percussões. Enfim, uma pequena “orquestra de bolso”.
Voltando às influências, algumas composições lembram bastante as do tecladista grego Vangelis Papathanassiou, como “Andromeda”, “Somewhere In Time” e “Top of The World”. Ecos de Tangerine Dream e Larry Fast e o seu Synergy podem também ser encontrados. Ou seja, nada mais nada menos que o “crème de la crème” da música eletrônica. Isso não quer dizer, porém, que o disco seja uma mera cópia dos citados artistas, pois as composições, arranjos e a performance são de um nível altíssimo.
O disco agrada tanto a ouvintes “leigos” quanto a tecladistas, já que uma verdadeira aula na escolha de sons nos é proporcionada por Fritsch. “Science Fiction” apresenta aqueles tradicionais timbres espaciais e misteriosos de um Theremin, aqui simulados com perfeição pelo teclado Triton. Sons de “clavinet” podem ser ouvidos em “Run Through The Light”, adicionando um bem-vindo e contagiante “groove”. Já em “Escape”, temos uma levada de guitarra distorcida bem convincente (tirada mais uma vez nos teclados) junto a uma batida à la “Another Brick In The Wall” (Pink Floyd), sobre o que o Minimoog sola majestoso.
A arte gráfica inclui ilustrações de Alexandre Bandeira, calcadas nas pinturas etéreas de Roger Dean, em mais uma velada referência a Rick Wakeman, incluindo peixes voadores, rochas flutuantes, e seres mitológicos. Talvez um pouco batidas, mas mesmo assim condizentes com o espírito e o tema central do álbum (“landscapes” significando as “paisagens sonoras” nesse caso).
Resumindo, um ótimo lançamento que chega a ser surpreendente. A qualidade do trabalho de Eloy Fritsch é conhecida no meio, e mais reconhecida lá fora do que aqui. Mas, sem ser pretensioso e não almejar vôos mais altos (comercialmente falando), o trabalho assim mesmo alcança altas pradarias sonoras. Altamente recomendável!
Rodrigo Werneck

Landscapes could be considered an electronic keyboards lover"s dream come true. On his latest album, Eloy Fritsch offers eleven instrumental tracks of seventies inspired keyboard symphonic Prog music. Fans of Vangelis, Jean-Michel Jarre, Tangerine Dream and Rick Wakeman (to name a few) should really get into this album. The compositions on Landscapes are all interesting, well performed by a greatly talented musician and the production is of the highest level. Those of you searching for some great, pompus, symphonic keyboard Prog... Landscapes is surely for you.
ProGGnosis

La calidad de la obra de Eloy Fritsch es reconocida en el ámbito del rock progresivo en todo el mundo, y esta obra alcanza altos estándares de buena música.

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Año:2007
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Lista de Temas:
1. "Tuesday Wonderland"
2. "The Rube Thing"
3. "Where We Used To Live", 
4. "Eighthundred Streets By Feet"
5. "Definition Of A Dog"
6. "The Goldhearted Miner"
7. "Dolores In A Shoestand"
8. "Sipping On The Solid Ground"
9. "Goldwrap"
10."Behind The Yashmak"
Alineación:
Esbjörn Svensson / Piano
Dan Berglund / Contrabajo
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04. Flores de invierno
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07. El futuro más distante
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09. Sequía
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Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
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Invitados;
Enrique Castro / marimba, percusión, piano, kalimba.
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Agustín Bernal / contrabajo.
Darío González / rhodes, mellotron, hammond.
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Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos - Duas Vozes (1985)

Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
Año: 1985
Género: Jazz Fusión / Latin Jazz
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
1. Aquarela do Brasil
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4. Dancando
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8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …