Ir al contenido principal

Apocalypse - The Bridge of Light (2008)

Ahora vamos con más Apocalypse  pero esta vez con otro disco en vivo, donde los brasileros despliegan toda su vitalidad sinfónica, con interesantes estructuras musicales, muchos pasajes sinfónicos y pomposos teclados, siendo a su vez canciones de fácil escucha, pasando desde temas duros hasta delicadas piezas de guitarra, el álbum tiene de todo y para todos los gustos, que ciertamente agradará a cualquier admirador de la buena música, pero sobretodo a los fans del neo-prog sinfónico al estilo Marillion o IQ y quienes amen la potencia del buen hard rock a lo Deep Purple, Rainbow pero sobretodo me recuerdan mucho a los Uriah Heep. Más de lo mejor del rock brazuca acá en el blog cabeza.

Artista: Apocalypse
Álbum: The Bridge of Light
Año: 2008
Género: Rock sinfónico
Duración: 71:25
Nacionalidad: Brasil

Empezamos el día con otro disco de los brazucas sinfónicos y ahora cantando en inglés, en un disco en vivo donde despliegan toda su destreza y el poderío de su sonido. Es que esta banda brasilera es puro sinfonismo y tienen un alto vuelo instrumental, un estilo inconfundible de duelos de voces, guitarras y teclados, con una gran preponderancia de los sintes. Apocalypse es sin duda uno de los mayores representante del rock progresivo salido de tierras brasileñas, y uno de los pocos que ha logrado el reconocimiento de todo el mundo.
Bueno, creo que nada más podría agregar, sólo decirles que no se lo pierdan, no se van a arrepentir y es necesario que se conozcan este tipo de grupos con tanta historia musical y tanto derroche de talento. Otro disco recomendado, y si no me ceren lean algunos de los comentarios que traigo a colación.
Luego de años de silencio, la banda progresiva brasileña Apocalyse, de 27 años de trayectoria, vuelve al ruedo con un nuevo disco, registrado en vivo en el Teatro Caixias do Sul en noviembre de 2006 pero con nuevo material de sonido progresivo sinfónico clásico cercano a Yes y Marillion etapa Fish, con un potente cantante, letras en inglés, cuidados arreglos y logrados pasajes instrumentales.
Ese nuevo material es agrupado en el CD en dos partes, el Acto 1 que incluye los cinco primeros tracks, empieza con el potente y sinfónico “Next Revelation”, hasta la suite “The Dance of Down” de sonido sinfónico clásico, plagada de cortes y cambios de ritmos.
La segunda parte del disco llamada Acto 2 es una obra de concepto que titula al trabajo, “The Bridge of Light” cuyo argumento es un cuento breve que comienza un 25 de diciembre luego de una tormenta, cuando dejan en la casa de Madelaine un niño llamado Jimmy, a partir de lo cual se desarrolla la historia, donde se destacan el climático y extático “Wake Up Call” alla Pendragon de “Breaking To Spell” luego de un vibrante arranque de violín eléctrico solo; el sinfónico alla Yes “Follow The Bridge” con referencias melódicas a "21th Century of Schizoid Man" o el climático y melódico cierre “Not Like You”.
Integran la banda Gustavo Demarchi en voz líder y flauta, Eloy Fritsch en teclados y coros, Ruy Fritsch en guitarras y coros, Chico Fasoli en batería y percusión, Magoo Wise en bajo y coros; además de contar como invitado con Hique Gomez en violín eléctrico y coros.
Muy cuidado arte de tapa, interno, librito con letras, la historia e información adicional.
Un disco que disfrutarán los amantes del sonido progresivo sinfónico clásico.
Gustavo Bolasini

Y aquí lo tienen como para que lo empiecen a escuchar...
 

Y si quieren practicar un poco de portugués para estar duchos en sus próximas vacaciones, practiquen nomás...

01. Next Revelation: O primeiro ato do disco se inicia. A sonoridade da banda é muito interessante, normalmente os timbres utilizados, mesmo aqueles que são originários dos anos 70, são um tanto quanto falsos, aqui temos uma ótima sonoridade, destaque para os timbres de teclado de Eloy Fritsch e o vocal marcante e forte de Gustavo Demarchi.
02. Dreamer: É interessante ouvir a guitarra dentro do Rock Progressivo, normalmente ela tem um papel harmônico diferente do outros estilos de Rock. Ruy Fritsch mostra uma maneira diferente de conduzir as 6 cordas por entre os teclados, inclusive com ótimos 'duelos' entre os dois.
03. Ocean Soul: Desde o começo do disco ele têm uma atmosfera diferente, não sei dizer se foi por ter sido gravado ao vivo, a apresentação foi no Teatro UCS em Caxias Do Sul (RS).
Nessa terceira faixa a flauta de Gustavo permeia por entre as melodias dos sintetizadores de Eloy, das guitarras de Ruy e do baixo de Magoo Wise, todos em uma espécie de 'briga' musical.
04. Last Paradise: Last Paradise é dividida em duas partes. A primeira é 'The World Behind' e conta com a participação do grande violinista gaúcho Hique Gomez, o nome talvez seja conhecido daqueles que conhecem ou já assistiram o espetáculo 'Tangos E Tragédias' do qual Hique faz parte. Uma dica aos desavisados , Hique tem um disco que foi lançado em 1994 chamado O Teatro Do Disco Solar que é simplesmente fantástico!
Na minha opinião o violino dentro do Rock Progressivo é sempre ótimo, ainda mais quando colocado dentro de um contexto 'Rock And Roll', já que normalmente ele é inserido dentro de uma canção ou passagem mais 'clássica'. Achei que a participação foi um pouco 'tímida', o destaque em cima dele poderia ter sido maior.
Dois pontos fortes dessa primeira parte: as guitarras de Ruy e a ótima bateria de Chico Fasoli.
A segunda parte é 'The Mourning' e é uma balada. Engraçado, o timbre 'coral' dos teclados normalmente me irritaria bastante, mas aqui ele foi usado com sabedoria por Eloy, dessa vez o violino de Hique tem um destaque maior com uma bela melodia e um belo timbre.
05. The Dance Of Dawn: Aqui o espírito dos anos 70 é sentido com força, tanto na melodia, no ritmo quebrado, quanto nos timbres. O uso do piano também é bem bacana, normalmente ele é esquecido nas 'bases' musicais ficando apenas para passagens calmas e baladas.
Mas tem uma coisa que me incomodou, já havia aparecido em faixas anteriores, mas nessa ficou mais evidente. Depois de determinada passagem surgem aplausos 'do nada', eles passam uma impressão falsa, ainda mais porque depois temos uma bonita passagem com a participação da platéia.
06. Meet Me: Essa faixa tem um som diferente do restante do disco, me deu a impressão de que foi gravada em um show diferente.
O destaque é o baixo de Magoo.
07. The Bridge Of Light – Prelude Wake Up Call: Aqui começa o Atoo II do disco com a ousada idéia de uma única longa faixa, infelizmente as faixas foram divididas em partes como composições distintas no CD.
08. The Bridge Of Light - ... To Madeleine: Uma canção mais enérgica e com um bom riff de guitarra, a letra é um pouco 'corrida'.
09. The Bridge Of Light – Escape: A história segue em frente cmo o que parece ser a fuga de Jimmy (personagem central da história).
10. The Bridge Of Light – Welcome Outside!: Introdução com a bateria de Chico e um insistente riff, e a história de Jimmy continua sendo contada, agora ele acorda no Centro da cidade.
Interessante a passagem sincopada antes do solo de Eloy. Uma vez mais a impressão de uma gravação diferente me foi passada.
11. The Bridge Of Light – Meeting Mr. Earthcrubbs: Riff de baixo no começo da música, flautas numa grande influência de Jethro Tull. Mr Ian Anderson ficaria contente.
12. The Bridge Of Light – Follow The Bridge: Jimmy finalmente encontra a 'Ponte De Luz'.
Interessante faixa com bom vocais de apoio e ótima parte rápida no tema central, que logo é acompanhada de um 'jazz de cabaré'.
13. The bridge Of Light – Not Like You: A parte final de 'The Bridge Of Light' foi escolhida como single do álbum (o vídeo pode ser visto AQUI – http://progshine.com/?p=4766).
Ao violão Ruy dá o ritmo à canção e Magoo acompanha com uma melodia vocal. Hique uma vez mais entra em cena para mostrar seu violino e encerrando assim a epopéia.
O Apocalypse nos mostra um trabalho audacioso, que em termos de Brasil é quase inédito, o chamado 'disco conceitual'.
Na minha opinião o estúdio é o melhor lugar para tal desafio, mas a banda se saiu muito bem no final das contas.
progshine


Una opción muy recomendable de rock sinfónico brasileño. Y si lo tuyo es justamente el rock sinfónico, podés tirarte de cabeza.

Lo podés escuchar desde Spotify:
https://open.spotify.com/intl-es/album/7fhpuGgrFBcHHxnHwxVu6V
Lista de Temas:
Act I
1. Next Revelation (4:41)
2. Dreamer (5:22)
3. Ocean Soul (7:15)
4. Last Paradise (7:26)
Part I - The World Behind
Part II - The Mourning
5. The Dance Of Down (7:19)
6. Meet Me (4:53)
Act II - The Bridge Of Light
7. Wake Up Call (3:43)
8. . To Madeleine (5:14)
9. Escape (5:38)
10. Welcome Outside! (5:01)
11. Meeting Mr. EarthCrubbs (4:21)
12. Follow The Bridge (6:45)
13. Not Like You (3:47)

Alineación:
- Gustavo Demarchi / vocals and flute
- Eloy Fritsch / keyboards
- Ruy Fritsch / electric and acoustic guitars
- Magoo Wise / bass
- Chico Fasoli / drums


Comentarios

  1. Este comentario ha sido eliminado por el autor.

    ResponderEliminar
  2. Gracias Moebius, realmente excelente banda que conocí Cabezamoogeando!

    ResponderEliminar
    Respuestas
    1. Gracias Pablo por el comentario (y por conectarte por mail!).
      Me alegro que te guste, es un grupazo este, y serían algo así como los Uriah Heep brazucas, no?
      Y recorre el blog de punta a punta porque te encontrarás a muchas muchas bandas impresionantes como esta, o más, bueno, aunque muchos de los links estén caídos...

      Eliminar

Publicar un comentario

Lo más visto de la semana pasada

VAK - Aedividea (2015)

Otro disco desconocido y recontra recomendado. Recordamos otra belleza desconocida, otro genial disco que aterrizó en el blog cabezón, un discazo de una genial agrupación francesa, otra joya desconocida que hizo su aparición en el blog y no podemos dejar de recomendar encarecidamente que lo escuchen y conozcan. Zeuhl de la vieja escuela pero en los tiempos de hoy, para oídos expertos, o para espíritus jóvenes repletos de búsqueda musical, VAK los va a mantener un buen rato con los oídos ocupados, otra gran aventura que te propone el blog cabezón: "Ya hacía falta por aquí algo de Zeuhl puro sin disolver. Zeuhl recién horneado pero en esta ocasión hediondo a vieja escuela. Hecho en Francia para que la cuña apriete, Aedividea rebosa de momentos muy familiares para el escucha kobaiano, quien rapidamente se sentirá identificado con el más clásico Magma, Weidorje, Eider Estellaire y hasta Eskaton (lo juro por sus 4 visiones...). Con el obvio añadido de la tecnología actual, VAK recrea ...

Los 100 Mejores Álbumes del Rock Argentino según Rolling Stone

Quizás hay que aclararlo de entrada: la siguiente lista no está armada por nosotros, y la idea de presentarla aquí no es porque se propone como una demostración objetiva de cuales obras tenemos o no que tener en cuenta, ya que en ella faltan (y desde mi perspectiva, también sobran) muchas obras indispensables del rock argento, aunque quizás no tan masificadas. Pero sí tenemos algunos discos indispensables del rock argentino que nadie interesado en la materia debería dejar de tener en cuenta. Y ojo que en el blog cabezón no tratamos de crear un ranking de los "mejores" ni los más "exitosos" ya que nos importa un carajo el éxito y lo "mejor" es solamente subjetivo, pero sobretodo nos espanta el concepto de tratar de imponer una opinión, un solo punto de vista y un sola manera de ver las cosas. Todo comenzó allá por mediados de los años 60, cuando Litto Nebbia y Tanguito escribieron la primera canción, Moris grabó el primer disco, Almendra fue el primer ...

Fulano - Lo Mejor (1996)

Y seguimos con nuestra saga de algo de lo mejor que ha dado Chile a la música universal, y recordamos al grupo de "fusión subversivo", uno de los mejores grupos que nos ha dado Chile, revolucionarios, talentosos, experimentales, lindando entre el rock progresivo, el jazz rock y el RIO, con Frank Zappa y Hermeto Pascoal como referencias principales, se dedicaron a la revolución cultural y con una postura ácida y contestataria en plena dictadura militar. Su arte fue reconocido mundialmente y han influido en gente como Mike Patton, por ejemplo. Fulano inventó uno de los sonidos más novedosos escuchados en la tradición de música chilena, con teclados, percusiones e instrumentos de viento como eje de su lenguaje, el sexteto se puso por encima de categorías, y encabezando la vanguardia. Sus discos nunca fueron masivos ni tuvieron éxitos comerciales, pero abrieron caminos insospechados en los sonidos hechos en Chile. Aquí con un recopilatorio de algunos de sus mejores temas hasta el...

Akenathon - Peregrino (2010)

"Akenathon en vivo tiene ese aire místico mezcla con taller mecánico, la complejidad y la simpleza..." se ha dicho de esta buena banda platense, un álbum relativamente sencillo pero efectivo y sumamente ecléctico, donde conviven lo sinfónico, el rock, el tango, el blues, y mil cosas más, dando como resultado un álbum único, personal y muy bueno, ya que el grupo plasmó en este trabajo un sonido principalmente encuadrado en el rock progresivo y sinfónico, mechado con influencias del jazz, blues, matices de hard rock, sutiles pasajes folklóricos y baladas. Se los recomiendo mucho si aún no los conocen. Artista: Akenathon Álbum: Peregrino Año: 2010 Género: Eclectic Prog Nacionalidad: Argentina Vamos a recordar el primer álbum de Akenathón , una de las bandas que más empuje le viene dando a esta gran muestra de dinamismo y actividad que tiene hoy en día la ciudad de La Plata en cuanto la cultura prog. Y para quienes no los conozcan, Akenathon "La mística del ...

Ficción - Sobre La Cresta De La Ola (2006)

Y seguimos con Ficción y su rock sinfónico venezolano que ya hemos presentado oportunamente, aquí vamos con su segundo disco. Quizás menos inspirado que el primero, el disco entrega 8 temas nuevos, y 5 son instrumentales, y se nota la química y la gran interacción entre los músicos, entregando potencia y dinámica, porque si hay un baluarte histórico y oculto dentro del rock progresivo y sinfónico latinoamericano que decidió desafiar el paso del tiempo con una entrega de madurez y virtuosismo instrumental, ese es este emblemático grupo. "Sobre La Cresta De La Ola", los encuentra consolidando una propuesta que cruza el pulso clásico de las grandes catedrales sinfónicas de los setenta con la pegada enérgica del jazz-rock instrumental y la vanguardia. Hablamos de un disco donde la instrumentación toma el rol protagónico absoluto con una predominancia de temas donde el diálogo musical habla por sí solo, demostrando que la química de la banda seguía tan afilada como en sus mejor...

Gonzalo Farrugia - Stellium (1999)

Otro de los discos destacados del blog, disco solista de Farrugia, fundador de Psiglo y ex miembro de Crucis, quien supo tocar con Días de Blues y Pappo, quien fuera responsable de la nueva versión del Himno Nacional Mexicano, la cual fue adoptada como la versión oficial... una bestia en la batería que dejó su nombre grabado a fuego en el rock latinoamericano. Y les dejo las siguientes palabras de Carlos M.: "Sin duda me quedo pensando que algo debe suceder en el Uruguay, una ciudad y una cultura que permite que los pensamientos y la creatividad vuelen por todas partes y con todos los elementos que para algunos no sería bueno mezclar, pero para estos uruguayos les importa poco y fusionan todo lo que se les da la gana". Aquí, su disco solista... Artista: Gonzalo Farrugia Álbum: Stellium Año: 1999 Género: Progresivo ecléctico Duración: 50:42 Nacionalidad: Uruguay No sé si catalogarlo como un disco histórico, sino más bien un disco de un histórico, y si no saben ...

Fulano - En Vivo en Los Angeles de Chile (2002)

Definieron su música como "eclectisismo antihegemonico", y con eso tenemos una cierta idea de lo que desarrollaron tan bien. Comenzamos la semana con más Fulano y más del mejor rock chileno, en uno de los rescates culturales de cosas que nunca tendrían que quedar en el olvido, esta vez con uno de los grupos musicales más inquietos de Chile, en un registro en vivo donde el histriónico Jaime Vivanco aún estaba en el mundo de los vivos (un artista que no dejó de sorprender aún luego de su trágica muerte), junto a monstruos como Jorge Campos, Arlette Jequier, Cristian Crisosto, Jaime Vasquez y Paul Aliaga. Siempre fieles a su inquietud más que a cualquier otra convicción, generando un espacio de contracultura y resistencia musical en tiempos de dictadura, y creando esa especie de R.I.O. y Avant Garde contestatario que a pesar de todas las predicciones y suposiciones, tuvo éxito! Aquí, una extrañeza tremendamente particular, fuera de lo común y por demás talentosa, demostrando por...

Simetría Imperfecta - Otra Realidad (2011)

Como cada viernes nos gusta hacer, y más si estamos en la antesala de un fin de semana largo, los queremos llenar de música para que se acuerden de este maravilloso blog cabeza, y por eso ahora saltamos de estilo y de país, nos vamos a Argentina para recordar a unos pibes que se mandaron un muy lindo disco de metal progresivo. Ellos se llamaron Simetría Imperfecta, cultivaron un estilo que unía el sonido de Pain of Salvation, Symphony X y Dream Theater con mucha dignidad y buscando siempre sus propias formas y desarrollos. Un trabajo honesto que dignifica a lo grande el paradigma histórico del metal argento y también ensalza muy solventemente el ideal de la música progresiva a punta de vigor y potencia. Otra cosita para que conozcan en el finde largo y no nos extrañen tanto! Y ya el martes volveremos a tratar de hacer de hacerte estallar esa cabecita de Moog que tenés al pedo, a fuerza de pura buena música.   Artista: Simetria Imperfecta Álbum: Otra Realidad Año: 2011 Género: ...

Jukka Tolonen - Tolonen! (1971)

Este lunes empezamos una saga donde el protagonista es el gran guitarrista Jukka Tolonen, y será una saga dedicada a nuestra querida Vicky que fue la que nos trajo el tema Finlandia a la escuelita de rock, y más presisamente nos reseño los discos de Tasavallan Presidentti y bueno, desde allí no paramos con el tema Finlandia, más todos los aportes del Mago Alberto que también nos trajo varias cositas de aquellos pagos lejanos. Aquí, el tremendo guitarrista de los Tasavallan Presidentti (entre muchos otros grupos, Wigman entre ellos) en su primer disco solista a los 19 añitos. Es un muy buen disco pero no es el mejor que ha sacado, pero no importa porque es el puntapié inicial que servirá para traerles varios y enormes discos de este muchacho. Agradezcanle a Vicky y quieran al blog cabezón. Artista: Jukka Tolonen Álbum: Tolonen! Año: 1971 Género: Jazz rock psicodélico Duración: 32:34 Nacionalidad: Finlandia Lista de Temas: 1. Elements (Earth/Fire/Water/Air) (8:06) 2. Ra...

Fulano - Trabajos Inútiles (1997)

Seguimos con los buenos discos chilenos en nuestra saga especial, y continuamos también con el enorme grupo Fulano, en uno de los discos emblemáticos de esta banda de culto. Excelencia al por mayor con el supergrupo Fulano (miren su alineación, para caerse de culo), un proyecto que surge en los años ochenta, en plena dictadura y en un contexto de represión creativa que veía nacer ídolos de dudoso talento, su mezcla vanguardista y alocada juega en un eje de Jazz-fusión y R.I.O. a la chilena. Lograron un sonido tan enfermizamente lúdico que hacía vibrar; la banda desafió los límites musicales, límites impuestos por el consumo, por la represión, por la falta de ideas, y en ese contexto se convirtieron en una ola de aire fresco en una sociedad asfixiada, creando una mixtura de jazz-rock, avant-garde y todo aquello que les pareciese conveniente. A pesar de sus innegables influencias de Frank Zappa, Henry Cow y bandas de Canterbury, Fulano tuvo siempre una identidad propia, quizás por su ape...

Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona


"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.