Ir al contenido principal

Som Imaginário - Som Imaginário (1970)

Vamos con más Som Imaginário en nuestra saga de buen rock brasilero, un reconocido proyecto aquí en el primer disco de una banda que dejaría una huella profunda en lo que es la psicodelia y música de experimentación brasilera. Con influencias que van desde clásicos universales de la elaboración de libres tapices sonoros como (los últimos) Beatles, Jimi Hendrix, Pink Floyd, Miles Davis, Deep Purple, y las vertientes más avanzadas de la música brazuca de aquel entonces, como Os Mutantes, Secos & Molhados y Caetano Veloso, más todo el folcklore carioca que se pega a su música calándola hasta los huesos. Y les dije que les dejaríamos muchas cosas para que no se aburran en el fin de semana... y una mejor que otra, por cierto!

 

Artista:Som Imaginário
Álbum: Som Imaginário
Año: 1970
Género: Rock psicodélico / Jazz rock
Duración: 61:03
Nacionalidad: Brasil



Primer disco de una banda que dejaría una huella profunda en lo que es la psicodelia y música de experimentación brasilera, relacionado con nombres fuertes de la cultura musical brazuca como son Gal Costa o Milton Nascimento, grandes músicos que a lo largo de tres álbums imprimieron a fuego todo un estilo para hacer psicodelia pero buscando una forma propia (no algo ajeno y que venga de afuera) de hacer psicodelia. En fin, todo un hito en la historia de la música rock latinoamericana.

Sobre ellos, hay mucha historia y mucho escrito, a ver... ¿son buenos en el portugués?
Um grupo mineiro, que fazia rock progressivo e acompanhava Milton Nascimento. Esse seria um resumo bem rápido e incompleto do Som Imaginário, banda que durou apenas três discos de altíssima qualidade e que deixou uma imensa marca na música brasileira. Apesar da pouca produção e tempo de vida, o Som Imaginário é um desses clássicos que poucos se lembram, mas muitos adoram.
A história da banda começou ainda na década de 60, no Rio de Janeiro, quando Wagner Tiso e Milton Nascimento integravam o grupo W Boys, já que quase todos os integrantes tinham a letra "W", no nome. Por causa disso, o então baixista Milton Nascimento virou Wilton Nascimento. Na luta da noite carioca, fizeram amizade com o baterista Robertinho Silva e o baixista Luiz Alves. Os três músicos resolveram que seriam banda de apoio de Milton, que já começava a carreira de cantor.
Em seguida, dois outros músicos foram incorporados, o guitarrista Frederyko e o percussionista Laudir de Oliveira, que pouco tempo ficou. Além dos dois, entraram também o organista Zé Rodrix e o guitarrista Tavito.
Juntos, estrearam o show "Milton Nascimento, ah, e o Som Imaginário", primeiro no Teatro Opinião e depois, no Teatro da Praia, ambos no Rio de Janeiro. Eles também tinham, ainda, as presenças de Nivaldo Ornelas, no sax e Toninho Horta, na guitarra. Foi mais ou menos essa época, que Laudir saiu, entrando em seu lugar - ainda que não de maneira fixa - um percussionista que ganharia fama mundial: Naná Vasconcelos. Quando o espetáculo foi para São Paulo (Teatro Gazeta), Naná não estava mais presente.
O grupo logo chama a atenção da gravadora Odeon, que assina com o grupo. Músicos inteligentes, talentosos e antenados, o Som Imaginário exige liberdade de criação dentro do estúdio, o que é aceito pela gravadora. Em 1970 lançam o primeiro LP, Som Imaginário.
O primeiro disco mostra um som pouco ouvido pelo Brasil. Com temas bem trabalhados, faixas maravilhosamente tocadas e um tema de Milton Nascimento - que ainda cantou, mesmo sem ser creditado, o primeiro LP mostrava uma banda com ouvidos atentos ao que vinha do exterior. A banda trazia alguns convidados, como o guitarrista mineiro Marco Antônio Araújo, na faixa "Nepal". Marco, inclusive, dividia um apartamento com Tavito e Zé Rodrix, chamado de "Família Matadouro", já que o local vivia lotado de garotas.
O disco trazia as seguintes faixas:
www.beatrix.pro.br

O homônimo disco de estréia do Som Imaginário bebia da fonte do rock psicodélico, mas pinçava elementos do rock progressivo, folk e MPB, mostrando um bom-humor nas letras e total criatividade nos arranjos. Uma estrutura sonora incrementada com guitarras wah-wah, órgão sessentista, percussão matadora e o vocal de Zé Rodrix aparecendo na maior parte das músicas. O poderoso agrupamento era uma verdadeira academia da imaginação sonora: Wagner Tiso (piano e órgão), Tavito (violão), Luiz Alves (baixo), Robertinho Silva (bateria), Frederyko (guitarra), Naná Vasconcelos (percussão) e Zé Rodrix (órgão, percussão, voz e flautas).
O elepê abre com a faixa “Morse”, um tema com riffs marcantes e a latinidade característica de Rodrix em ação. “Super God” sugere um ritmo flamenco, mas descamba mesmo pra lisergia pura, com vocal distorcido, guitarras ácidas e experimentos sonoros. “Tema dos Deuses”, de Milton Nascimento, tem participação do próprio nos vocais, num vôo mais progressivo, com breve escala no Clube da Esquina. Altas doses psicodélicas e climão paz e amor nas faixas “Make Believe Waltz”, “Sábado” e na anárquica “Nepal”… hipongas pacas.
A primeira versão de “Feira Moderna” (de Fernando Brant, Beto Guedes e Lô Borges) aparece aqui, com letra original e que depois seria modificada na versão de Beto Guedes, contida no disco Amor de Índio, de 1978. “Hey Man” é outro ponto alto do disco com uma levada contagiante e letra alfinetando o regime militar, no embalo da Copa de 70. O disco fecha com a bela “Poison”, composição de Rodrix em parceria com o cultuado músico Marco Antônio Araújo (que só lançaria seu primeiro álbum Influências, dez anos mais tarde e que morreria em 1986, em decorrência de um aneurisma cerebral).
Um disco obscuro que já mostrava a competência desta turma de cabeludos que pregava a paz e o amor livre, e acreditava em um mundo melhor… A melhor definição do ideal do Som Imaginário, está nas palavras de Milton Nascimento: “Um grupo com liberdade de pensamento político, e também sob o efeito de alguma magia, com tendência a rebeldia...” Obra fundamental da discografia nacional e que foi impressa com três capas diferentes. Bolhas de carteirinha possuem as três edições na maior felicidade…
Sinister Salad Musikal's Weblog

O que você apostaria numa banda psicodélica formada por membros do grupo que acompanhava Milton Nascimento no fim dos anos 60? Pode apostar alto: os três únicos discos lançados pelo Som Imaginário (cujos músicos também acompanharam Lô Borges, Beto Guedes, Erasmo Carlos, Gonzaguinha e outros) são good trips garantidas. O primeiro, em especial, trazia um som mais pop, que misturava Beatles, psicodelia, rock progressivo, hippismo explícito e praticamente nada de MPB - destacando a criatividade de Frederyko, um dos melhores e menos reconhecidos guitarristas do Brasil, hoje sumido da mídia.
A formação que gravou Som Imaginário foi surgindo aos poucos, no fim dos anos 60. Wagner Tiso, que acompanhava Milton Nascimento desde o início de carreira (chegaram a montar, na adolescência, um conjunto de jazz chamado W Boys, graças à predominância na banda de rapazes com a inicial W no nome - Milton, que era o baixista, chegou a trocar seu nome para Wilton) se juntou a alguns músicos que tocavam com ele na noite carioca, como o baterista Robertinho Silva e o baixista Luiz Alves, e acabaram formando uma banda para tocar com o cantor mineiro. Antes disso, boa parte da formação do Som Imaginário podia ser encontrada no grupo de bailes Impacto 8, que tinha, entre outros, Robertinho e Frederyko. A banda não deu muito certo - Raul de Souza, trombonista e, em tese, líder do Impacto 8, desistiu do grupo após um show num Clube Militar em que todos os músicos simplesmente "esqueceram" de animar o baile para improvisar, solar e soltar os bichos no palco.
Já contando com Wagner Tiso, Luiz Alves e Robertinho Silva, o Som Imaginário logo admitiria Frederyko, o percussionista Laudir de Oliveira (que não ficaria na banda) e mais uma dupla de compositores que também se destacaria no álbum de estréia: Zé Rodrix (órgão) e Tavito (guitarra-base e violão de 12 cordas). O grupo gravaria o LP de 1970 de Milton Nascimento e logo entraria em estúdio para registrar Som Imaginário, um dos mais interessantes lançamentos da música psicodélica brasileira. O disco tinha muito menos influências de MPB do que o pedigree dos músicos poderia fazer supor - mas havia a presença de Milton, fazendo alguns vocais (não creditados) e cedendo o instrumental prog mineiro "Tema dos deuses", sem contar a latinidade que aparecia em algumas canções assinadas por Zé Rodrix, como a ruidosa "Morse" e a doidaralhaça "Super-God", com sua letra psicodélica e contra-cultural. Todas as faixas eram preenchidas pela fuzz-guitar de Frederyko, que ainda contribuiu com dois dos momentos mais hippies do disco, a bela "Sábado" (gravada nos anos 80 pelo - veja só - Roupa Nova) e a balada anarquista "Nepal", gravada em clima de zoação no estúdio.
O maior sucesso do disco acabou sendo "Feira moderna", parceria de Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant, gravada pela banda numa versão crua, cheia de riffs de órgão - é aquela mesma música que você conhece da versão de Beto Guedes no disco Amor de índio, de 1978 (e regravada também pelos Paralamas do Sucesso nos anos 90). Zé Rodrix, que praticamente liderava o grupo no disco e fazia quase todos os vocais, prosseguia sua viagem pop e lisérgica em faixas como "Make believe waltz" (mesclando valsa, rock e country), a agressiva "Hey man" (espalhando brasa para a Copa de 70 e a ditadura nos versos: "você precisava da taça de ouro/você precisava beber nessa taça/que você pagou com o sangue que nela derreteu.../só que nesse instante você foi feliz/você é feliz quando deixam") e o hino psicodélico "Poison", com letra lembrando Timothy Leary e os Beatles de "Tomorrow never knows" ("I always get the poison that I need to be alive, to see and sing/so poison me to get my mind way out/my mind way in").
Formado por músicos bastante requisitados - até hoje, aliás - o Som Imaginário se dividia entre a banda e vários trabalhos para outros artistas. Com o tempo o grupo foi perdendo integrantes. Zé Rodrix logo sairia da banda para se juntar a Sá & Guarabyra e gravar dois discos não menos clássicos, além do solo 1º acto, de 1973 (também pela Odeon). O segundo disco do Som Imaginário (1971), também homônimo, trazia Frederyko na liderança, compondo uma série de faixas anárquicas (como "Cenouras" e a engraçada "Salvação pela macrobiótica"), além do tema "A nova estrela", dele e de Wagner Tiso. E é a sonoridade de Wagner que domina Matança do porco, disco de 1972 da banda, mais chegado ao estilo que marcaria os trabalhos solo do tecladista. Com três discos bastante diferentes uns dos outros - Milagre dos peixes ao vivo, disco de Milton Nascimento lançado em 1975, pode ser considerado o quarto LP do grupo, por ter sido creditado a eles e ao cantor - o Som Imaginário chegou a um resultado que não permitia comparações com praticamente nenhuma banda nacional ou internacional. Pena que tenha durado tão pouco.
Ricardo Schott


En definitiva: psicodelia brasileira de la mejor calidad ejecutada por músicos extremadamente competentes, del calibre de Zé Rodrix, Wagner Tiso y similares, fusionando ritmos brasileros y creando un rock muy brasilero, que roza la tropicalia por su lado psicodélico, definiendo una propia forma de experimentación con lo que formaron un disco histórico.
 
 
 
Lista de Temas:
1. Morse
2. Super god
3. Tema dos deuses
4. Make believe waltz
5. Pantera
6. Sábado
7. Nepal
8. Feira moderna
9. Hey man
10. Poison

Alineación:
- José Rodrix / organ, voice, flute
- Wagner Tiso / piano
- Tavito / guitar
- Robertinho Silva / drums
- Frederyko / lead guitar
- Luiz / bass







Comentarios

Publicar un comentario

Lo más visto de la semana pasada

VAK - Aedividea (2015)

Otro disco desconocido y recontra recomendado. Recordamos otra belleza desconocida, otro genial disco que aterrizó en el blog cabezón, un discazo de una genial agrupación francesa, otra joya desconocida que hizo su aparición en el blog y no podemos dejar de recomendar encarecidamente que lo escuchen y conozcan. Zeuhl de la vieja escuela pero en los tiempos de hoy, para oídos expertos, o para espíritus jóvenes repletos de búsqueda musical, VAK los va a mantener un buen rato con los oídos ocupados, otra gran aventura que te propone el blog cabezón: "Ya hacía falta por aquí algo de Zeuhl puro sin disolver. Zeuhl recién horneado pero en esta ocasión hediondo a vieja escuela. Hecho en Francia para que la cuña apriete, Aedividea rebosa de momentos muy familiares para el escucha kobaiano, quien rapidamente se sentirá identificado con el más clásico Magma, Weidorje, Eider Estellaire y hasta Eskaton (lo juro por sus 4 visiones...). Con el obvio añadido de la tecnología actual, VAK recrea ...

Fufluns - Spaventapasseri (2016)

Este año 2016 parece ser un super año para la cosecha progresiva, está lleno de discos geniales y los oídos no dan abasto para escuchr tanto y tan bueno, y a pesar de nuestra polìtica de esperar un año para publicar discos desde que salieron a la venta, la verdad que me salgo de la vaina, como por ejemplo con este super grupo italiano integrado por miembros de destacadas bandas tanas. Un lisdo disco, quizàs no tan maravilloso como los músicos que deslumbran en su realizaciòn pero sumamente disfrutable. Aquí presentamos al espantapájaros. Artista: Fufluns Álbum: Spaventapasseri Año: 2016 Género: Rock sinfónico italiano / Folk prog Duración: 59:56 Nacionalidad: Italia Lista de Temas: 1. Grecale 2. Lamento di uno Spaventapasseri 3. Stella del Vespro 4. Maestrale 5. Tra Mille Gendarmi l’Amore 6. Ricordo di Nene 7. Scirocco 8. Come un Salice 9. Morte di Nene 10. Libeccio 11. Il Foco 12. Addio ai Corvi Alineación: - Simone Cecchini (Il Bacio Della Medusa) / Voi...

Alma y Vida - Alma y Vida (1971)

Otro aporte en las resubidas de Sandy de otro disco muy pedido, aquí tienen en una nueva versión con sonido mejorado y remasterizada por nuestros colaboradores cabezones del primer disco de Alma y Vida, la histórica banda argentina de jazz rock. ¿Y dónde más van a encontrar estas cosas? Artista: Alma y Vida Álbum: Alma y Vida Año: 1971 Género: Jazz rock / Rock Duración: 35:18 Nacionalidad: Argentina Lista de Temas: 01. Mujer gracias por tu llanto 02. Me siento dueño del mundo 03. Imaginate hace tiempo 04. Realidad de sentir 05. La morada 06. Veinte monedas 07. Lágrima de ciudad 08. ¿Y...esto 09. La gran sociedad Alineación: - Bernardo Baraj / Saxo tenor - saxo soprano - saxo barítono - flauta traverza t voz - Carlos Mellino / Primer vocalista y órgano - Juan Barrueco / Guitarra acústica - guitarra eléctrica y voz - Gustavo Moretto / Trompeta - piano - flauta dulce y primera voz en "la morada" - Carlos "Carnaby" Villalba / Contrabajo el...

Gateway I, II, III, IV (1975 - 1995)

Una banda de supermúsicos que, como un cometa, aparece  para luego desaparecer durante más de una década. Pero con cada aparición añade un mayor grado de refinamiento a una música que, teniendo como punto de partida el jazz, es indescriptible, inclasificable. Una música que, sobre todo en estos tiempos en los que asistimos a la apoteosis de lo superfluo y lo banal, es vital, porque nos invita a la introspección y a observarlo todo desde un nivel más profundo.                                                                                                      Artista:  Gateway Álbumes: Gateway I, II, III, IV Año:  1975 - 1995 Género:  jazz fusión, avant garde Nacionalidad:  EEUU Aline...

Los 100 Mejores Álbumes del Rock Argentino según Rolling Stone

Quizás hay que aclararlo de entrada: la siguiente lista no está armada por nosotros, y la idea de presentarla aquí no es porque se propone como una demostración objetiva de cuales obras tenemos o no que tener en cuenta, ya que en ella faltan (y desde mi perspectiva, también sobran) muchas obras indispensables del rock argento, aunque quizás no tan masificadas. Pero sí tenemos algunos discos indispensables del rock argentino que nadie interesado en la materia debería dejar de tener en cuenta. Y ojo que en el blog cabezón no tratamos de crear un ranking de los "mejores" ni los más "exitosos" ya que nos importa un carajo el éxito y lo "mejor" es solamente subjetivo, pero sobretodo nos espanta el concepto de tratar de imponer una opinión, un solo punto de vista y un sola manera de ver las cosas. Todo comenzó allá por mediados de los años 60, cuando Litto Nebbia y Tanguito escribieron la primera canción, Moris grabó el primer disco, Almendra fue el primer ...

Lenin - Río Hecho Cacería (2010)

Desde Quilmes llegaron un día los Lenin, y aunque hoy sea una banda desaparecida sus ecos se escuchan y resuenan en muchas producciones independientes. Ya sea en otros grupos o como productores de nuevos grupos, los Lenin siguen haciendo carrera ahora individualmente y haciendo camino al andar. Ahora, Sandy nos resube su único disco, una rara expresión del rock psicodélico pero interpretado de manera muy personal, como todo lo que tiene que ver con esta banda aún hoy en día. Si les interesa saber más, pasen, pasen y vean... o mejor dicho, pasen, vean, lean y escuchen. Artista: Lenin Álbum: Río Hecho Cacería Año: 2010 Género: Rock psicodélico / Space rock Duración: 45:50 Nacionalidad: Argentina Lista de Temas: 1. 00:00 (11:26) 2. 11:26 (7:22) 3. 18:48 (8:12) 4. 26:60 (6:50) 5. 33:09 (12:00) Alineación: - Carlos Andino / guitars - Pablo Bisceglia / bass - Matías Chairrasco / drums - Eduardo Calero / keyboards

Weather Report - Tale Spinnin' (1975)

Si Mysterious Traveller fue un hito en la historia de Weather Report, que los catapultó a la fama internacional, Tale Spinnin' vino a confirmar la valía y las enormes posibilidades de esta banda legendaria. Creo que n unca  antes, jazz, música electrónica, y música étnica se habían fusionado de una forma tan sofisticada y audaz. El resultado es sorprendente, y, como dice Zawinul, una verdadera banda sonora para nuestra imaginación. Para mi, Tale Spinnin' es sin duda una de las grandes obras maestras de Shorter,  Zawinul y compañía, que quedó lamentablemente eclipsada por la enormidad de lo que vino poco después,  cuando entró en escena el "coloso" Pastorius. Artista:  Weather Report Álbum:  Tale Spinnin'  Año:  1975 Género: jazz fusión, world music,  electrónica Duración:  43:01 Nacionalidad:  EEUU Lista de Temas: 1. "Man in the Green Shirt"  2.   "Lusitanos" 3.   "Between the Thighs"...

Fulano - Lo Mejor (1996)

Y seguimos con nuestra saga de algo de lo mejor que ha dado Chile a la música universal, y recordamos al grupo de "fusión subversivo", uno de los mejores grupos que nos ha dado Chile, revolucionarios, talentosos, experimentales, lindando entre el rock progresivo, el jazz rock y el RIO, con Frank Zappa y Hermeto Pascoal como referencias principales, se dedicaron a la revolución cultural y con una postura ácida y contestataria en plena dictadura militar. Su arte fue reconocido mundialmente y han influido en gente como Mike Patton, por ejemplo. Fulano inventó uno de los sonidos más novedosos escuchados en la tradición de música chilena, con teclados, percusiones e instrumentos de viento como eje de su lenguaje, el sexteto se puso por encima de categorías, y encabezando la vanguardia. Sus discos nunca fueron masivos ni tuvieron éxitos comerciales, pero abrieron caminos insospechados en los sonidos hechos en Chile. Aquí con un recopilatorio de algunos de sus mejores temas hasta el...

Macroscream - Macroscream (2016)

Epectacular segundo disco de esta banda que transita por el clásico prog italiano pero desde una visión bien actual, un trabajo donde no faltan las grandes y emotivas melodías sumergidas en complejos arreglos, creando un álbum absolutamente maravilloso. Una nueva versión del clásico rock prog italiano está en marcha y no podès dejarlo pasar sin pegarle al menos una escuchada. Seguro que serán muchas más porque no vas a poder dejar de disfrutarlo. Artista: Macroscream Álbum: Macroscream Año: 2016 Género: Rock progresivo italiano Duración: 59:11 Nacionalidad: Italia Lista de Temas: 1. Mr. Why 2. Then it Goes Away 3. Unquiet 4. The Flying Gianpy 5. Goliath 6. Impenetrable Oak Bark Alineación: - Tonino Politanò / electric and acoustic guitar - Gianpaolo Saracino / violin - Marco Pallotti / drums - Luca Marconi / vocals - Alessandro Patierno / bass guitar, classical guitar, acoustic guitar, piano, mandolin, vocoder, percussions, drops, backing vocals - Davide C...

Jukka Tolonen - Tolonen! (1971)

Este lunes empezamos una saga donde el protagonista es el gran guitarrista Jukka Tolonen, y será una saga dedicada a nuestra querida Vicky que fue la que nos trajo el tema Finlandia a la escuelita de rock, y más presisamente nos reseño los discos de Tasavallan Presidentti y bueno, desde allí no paramos con el tema Finlandia, más todos los aportes del Mago Alberto que también nos trajo varias cositas de aquellos pagos lejanos. Aquí, el tremendo guitarrista de los Tasavallan Presidentti (entre muchos otros grupos, Wigman entre ellos) en su primer disco solista a los 19 añitos. Es un muy buen disco pero no es el mejor que ha sacado, pero no importa porque es el puntapié inicial que servirá para traerles varios y enormes discos de este muchacho. Agradezcanle a Vicky y quieran al blog cabezón. Artista: Jukka Tolonen Álbum: Tolonen! Año: 1971 Género: Jazz rock psicodélico Duración: 32:34 Nacionalidad: Finlandia Lista de Temas: 1. Elements (Earth/Fire/Water/Air) (8:06) 2. Ra...

Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona


"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.