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Tom Zé - Estudando o Samba & Correio da Estação do Brás (1976 - 1978)

Rock psicodélico, tropicalia y bossa nova en una combinación bien brazuca, dos discos en uno, ideal para que tengan a mano para los momentos de disfrute del fin de semana, y mientras tanto seguimos descubriendo buenos músicos brasileros. Según la leyenda, Estudanto o Samba fue el álbum que introdujo a David Byrne a la música de Tom Zé, y, comprensiblemente, no se parecía a nada que hubiera escuchado antes. No se trata solo de que Tom deconstruya las tradiciones de la composición y la interpretación de la samba, sino que, de hecho, las une de forma cohesiva en el universo según Tom Zé. El álbum se realizó con el espíritu de un proyecto de investigación. Basado principalmente en instrumentación acústica, pero ocasionalmente incorporando sonidos encontrados en el ruido ambiente, o incluso el traqueteo de una máquina de escribir. Acá encontrarás a un genio inconformista creando música cautivadora, una especie de deconstrucción disparatada y lisérgica de la historia de la bossa nova y la tropicalia. Algo que definitivamente no puede quedar fuera del blog cabeza.

Artista: Tom Zé
Álbum: Estudando o Samba & Correio Da Estação Do Brás
Año: 1976 / 1978
Duración: 70:23
Género: Psychedelic Rock / Tropicalia / Bossa Nova
Nacionalidad: Brasil



Tom Zé
es una cantante brasilero, egresó del conservatorio de música de la Universidad de Bahía y, a pesar de los numerosos elogios de la crítica, aún no había recibido el reconocimiento que merecía (por ejemplo, nunca ganó en ninguno de los numerosos festivales de la canción). Y las ventas de su brillante "Todos Os Olhos", considerado una obra maestra, fueron decepcionantes. El otro día se me dio por conocerlo más que nada porque estaba hablando sobre el albino mágico de Hermeto Pascoal y éste vino a colación no sé por que razón. Y descubrí un muy buen álbum bien brasilero, sobre todo "Estudando O Samba", ya que éste es un trabajo que reúne dos discos. Los temas te llevan desde tonadas de la tropicalia con algo un poco experimental hasta la samba un poco el folk brasilero, bossa nova con composiciones que juegan con la métrica rítmica, el juego de armonías.

Lançado em 1976, o LP passou despercebido pela crítica nacional. Além da mesma inventividade apresentada em "Todos Os Olhos", seu álbum anterior, "Estudando o Samba" revê o principal gênero musical brasileiro, o samba. Tom Zé convidou o sambista Elton Medeiros para fazer algumas parcerias. Essa obra experimental do cantor baiano acabou por afastá-lo ainda do grande público. O álbum foi redescoberto no final da década de 1980 pelo ex-Talking Head David Byrne. Relançado no mercado internacional em 1990 em uma compilação1 , o disco foi aclamado pela imprensa internacional - como os jornais norte-americano The New York Times e francês Le Monde - e especializada como a revista norte-americana Rolling Stone.2
O LP foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o 35º melhor disco brasileiro de todos os tempos.3
O documentário Manda Bala utilizou uma das músicas do álbum na trilha sonora.
Wikipedia


Pero su vuelo lisérgico también tiene tiempo para la heterodoxia reverente, y como muestra de ello están las composiciones que coescribió con el respetable sambista Elton Medeiros.  
En este álbum buscó reunir la variedad de estilos y formas de samba, rurales y urbanas, dando a cada canción la presentación que le pareció más adecuada. Es divertidísimo, lleno de ideas descabelladas aunque el álbum sea de altísima calidad y consistencia, las letras, la composición y los arreglos son de primera calidad, la producción es un poco más pulida y profesional que en sus otros trabajos de los 70, pero ni de lejos se acerca a la esterilidad que empezaba a afligir a tantos MPB de la época.
Y otro de los puntos destacados son la reinterpretación de melodías tradicionales.
Compositor, cantor, arranjador e ator nascido em Irará (BA), Tom Zé é uma das figuras mais originais e controvertidas da MPB. Aprendeu a gostar de música ouvindo rádio em sua cidade natal a ponto de decidir estudar música na Universidade da Bahia, em Salvador. Lá teve aula com Koellreuter, Smetak e Ernst Widmer, e aprendeu harmonia, contraponto, composição, piano, violoncelo. No começo da década de 60 conheceu Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Maria Bethânia, com quem montou um grupo para os espetáculos "Nós, Por Exemplo" e "Velha Bossa Nova e Nova Bossa Velha". Com esse grupo foi para São Paulo, onde participou do espetáculo "Arena Canta Bahia" e do disco-chave para o movimento tropicalista, "Tropicália ou Panis et Circensis", lançado pela Philips em 1968 e que continha sua composição "Parque Industrial". No mesmo ano conseguiu o primeiro lugar no Festival de MPB com "São São Paulo, Meu Amor" e apareceu seu primeiro LP individual, "Tom Zé", seguido por outros discos na década de 70. Seu álbum "Todos os Olhos", de 1973, foi considerado inovador demais, e não teve boa aceitação, afastando Tom Zé da mídia brasileira, a despeito do imenso sucesso de seus conterrâneos. Gravou outros discos de menos sucesso, como "Correio da Estação do Brás" (1978) e "Nave Maria" (1984). No fim da década de 80 sua carreira deu uma reviravolta quando o músico David Byrne descobriu num sebo o inovador "Estudando o Samba", LP em que Tom Zé (com parceiros como Elton Medeiros) mexe nas estruturas do principal gênero musical do país. Fascinado, Byrne lançou o compositor no mercado internacional por meio de seu recém-criado selo, Luaka Bop. O disco "The Best of Tom Zé", editado por Byrne em 1990 foi aclamado pela crítica, ficando entre os dez melhores da década em todo o mundo, na avaliação da revistas Rolling Stone. Excursionou pela Europa e Estados Unidos durante a década de 90, com bastante sucesso, o que só se refletiu no Brasil em 1999, com o lançamento de seu CD "Com Defeito de Fabricação" no Brasil.
Cliquemusic



Esto podría llamarse un disco conceptual sobre un barrio de São Paulo compuesto principalmente por inmigrantes del noreste, que, según las notas del álbum, en los días de mercado se asemeja a cualquier pequeño pueblo del interior del noreste. Pura experimentación basada en la tropicalia. Para quien se dé maña con el portugués, el siguiente texto está bueno, porque además relaciona el contexto político-social de todo el trabajo del músico en la década del 70.
Com uma produção musical peculiar e inovadora, Tom Zé é uma das importantes figuras da música popular brasileira experimental da década de 1970. Sua obra musical é caracterizada por experimentalismos provenientes da vertente do tropicalismo, do qual participou na gravação do álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis, e por sua postura influenciada pela contracultura. Como pano de fundo, há o conflituoso cenário político da época marcado pela repressão militar do governo brasileiro. Apesar do seu trabalho realizado na década de 1970, tanto no aspecto criativo e de cunho contestador, Tom Zé não se caracterizou por um grande sucesso de público e nem pelo fácil entendimento de suas experimentações musicais. Portanto, este trabalho procura analisar a obra realizada na década de 1970 por Tom Zé, de maneira que possa demonstrar a importância de sua obra para a música popular brasileira da época.
Em meio à ditadura militar brasileira e ao movimento de contracultura internacional, Antônio José Santana Martins, mais conhecido como Tom Zé, experimentava elementos rítmicos e expandia as possibilidades musicais da canção popular. Tom Zé nasceu em Irará, Bahia, em 11 de Outubro de 1936. É cantor, compositor, arranjador, performer e escritor.
No início da década de 1970, o Brasil passava por momentos delicados em relação à censura e à repressão militar. O Ato Institucional n°5 (pacote de leis de exceção de dezembro
de 1968) fora instalado no país e reforçou o caráter repressivo do governo militar. Alguns artistas em ascensão na época foram censurados e muitos levados ao exílio. Estes bloqueios acabaram por interferir de maneira decisiva na obra dos artistas brasileiros. Os festivais de TV, que na segunda metade dos anos 1960 representavam um importante espaço de manifestação artística para os músicos, foram, aos poucos, perdendo forças no início da década de 1970. O tropicalismo, movimento que iniciou experimentalismos e apresentou novas possibilidades na estrutura da linguagem da canção, foi fundamental para a criação realizada na década seguinte por artistas como Walter Franco, Novos Baianos, Tom Zé,
Secos & Molhados, Jards Macalé, Jorge Mautner, entre outros.
A década de 1970 também foi marcada por um grande crescimento das indústrias fonográficas no país. Isto ocorreu devido ao aumento na produção de bens de consumo, gerado na época do que o governo militar divulgava como “milagre econômico”. Segundo Enor Paiano (1994, p. 195), entre 1968 e 1971, a “indústria de material elétrico (na qual se incluem rádios, toca-discos e toca-fitas) cresce 13,9% no período, (…) mais que os ramos têxtil (7,7%), alimentos (7,5%) ou vestuário e calçados (6,8%)”. A indústria fonográfica acompanha este crescimento e, segundo Paiano (1994, p.195-6), “o que chama a atenção imediatamente ao analisarmos os números do mercado fonográfico nacional, de 1966 a 1976, é o crescimento acumulado de 444,6% no período, para uma época em que o crescimento acumulado do PIB foi de 152%”. O autor apresenta duas vertentes para explicar este crescimento no consumo de discos. O seu primeiro ponto de vista mostra como o sucesso dos festivais de TV e a explosão da moda da jovem guarda refletiram no crescimento da produção ligada á cultura musical popular. Por outro lado, o autor relaciona a tendência ao consumo musical que cresce na época devido ao acesso maior ao consumo de bens de alguns setores da sociedade que antes eram reprimidos pelo AI-5. Estes produtos que eram mais consumidos estavam relacionados a produtos musicais de sucesso mais imediato, de custo baixo para a indústria fonográfica e fácil consumo popular. LPs com trilhas sonoras de novelas e os sucessos de intérpretes que cantavam em inglês.
Mas, não era o caso de Tom Zé. Segundo o próprio artista, um de seus discos lançado no ano de 1973, Todos os Olhos (que já demonstrava ousadia e apresentava características experimentais que causavam estranhamento num primeiro contato com a obra) o distanciou dos meios de comunicação, mas o fez escutado pelos melhores ouvidos do país. Neste ponto se discute duas formas interessantes de comportamento das gravadoras na época. Para alcançar objetivos lucrativos, as companhias optavam por produções musicais mais populares, de sucesso mais imediato. Já no para o nicho de consumo ligado a um público de “bom gosto”, as empresas fonográficas abriam espaço para artistas diferenciados em sua produção musical. No caso da gravadora Continental, Eduardo Vicente (2002, p. 76) ressalta que
(...) buscando alternativas para conquistar público num mercado aquecido e disputado por grandes empresas, a Continental, uma das maiores gravadoras de capital nacional, diversificava seu catálogo dando espaço a novos grupos e compositores, mesmo que isso gerasse, num curto prazo, algum prejuízo.
(…) buscando alternativas para conquistar público num mercado aquecido e disputado por grandes empresas, a Continental, uma das maiores gravadoras de capital nacional, diversificava seu catálogo dando espaço a novos grupos e compositores, mesmo que isso gerasse, num curto prazo, algum prejuízo.
Nos anos de 1960 e 1970, duas posturas se faziam muito presentes na geração desta época: a esquerda de caráter militante político e a contracultura. Partindo deste ponto de vista, a esquerda lutava pela queda da ditadura militar no Brasil. Parte dos grupos de esquerda se colocava à disposição para enfrentar, de mãos armadas, o governo militar. Estes grupos possuíam regras e uma disciplina quase militar. Já a contracultura estabelecia uma quebra dos padrões burgueses de comportamento, tanto de direita quanto de esquerda. A liberação sexual, o movimento das mulheres, o pacifismo e a preocupação ambiental, tema muito pouco falado na época, os distanciavam da luta armada, mas não da luta por direitos de cidadania. Antônio Risério (2005, p. 26), comenta: “se quisermos acentuar ao extremo as diferenças, basta ler Carlos Marighella ao som do primeiro disco dos Novos Baianos”.
É importante ressaltar que, diferentemente do movimento de esquerda, a contracultura não se manifestou a partir da ditadura militar no Brasil. Foi um movimento internacional que teve sua vertente no país. Desta forma, é possível compreender a discrepância de comportamento entre os dois segmentos da juventude urbana brasileira. Tom Zé apresenta em sua produção artística da década de 1970, características relacionadas à contracultura. A maneira de fazer canções fora dos padrões tradicionais de gêneros musicais como o samba e, a partir desses gêneros, experimentar ritmos diferentes e utilizar uma construção poética incomum provocam estranhamento, mas, ao mesmo tempo, apresentam um caráter inovador. Os cinco discos lançados na década (Tom Zé, RGE - 1970; Se o caso é chorar, Continental – 1972; Todos os Olhos, Continental – 1973; Estudando o Samba, Continental – 1976; e Correio da Estação do Brás, Continental – 1978) misturam elementos musicais de vários estilos e apresentam pontos de vista de diversas regiões do país, como na canção Augusta, Angélica e Consolação em que o autor faz referência a três famosas ruas da cidade de São Paulo. Outro exemplo é a música Abacaxi de Irará, em referência à sua terra natal, Irará (BA).
Nos anos 1960, a produção musical brasileira foi intensa, desde a bossa nova, reconhecida internacionalmente, até o tropicalismo. A música brasileira tornou-se um campo de inovação e mudança. O linguista Luiz Tatit (2005, p. 119) ressalta que “no domínio da canção brasileira, os anos 60 tiveram início sob a égide do monumental arranjo sonoro proporcionado pela bossa nova e findaram sob o espetacular desarranjo desencadeado pelo tropicalismo”.
Mas, um ponto interessante é o surgimento do termo Música Popular Brasileira – MPB – que na década seguinte, em 1970, passou a integrar um grande público que começou a consumi-la. Para o historiador Marcos Napolitano (2005, p. 125),
a música popular brasileira, MPB, dos anos 70 consagrou-se como uma espécie de instituição sociocultural (processo em marcha desde a “era dos festivais”, nos anos 60). Portanto, mais do que um gênero musical específico, a MPB vem sendo vista, desde esse período, como o centro do sistema de canções no Brasil.
A MPB, além de impulsionar o mercado da década de 70, tendo grande participação na expansão das indústrias fonográficas, ficou marcada também por seu caráter político de esquerda. Napolitano (2005, p. 126) acrescenta que
(...) até o fim da década, a corrente principal da MPB, representada pelos “monstros sagrados”, será triunfante no mercado fonográfico, formando com artistas mais identificados com outros gêneros (...) uma espécie de frente ampla musical contra a ditadura, valorizada e respeitada pela maior parte da crítica musical.
Assim, em um contexto de impasse político e social, com o crescimento das indústrias fonográficas e suas artimanhas de mercado, a influência da contracultura no país, Tom Zé experimenta a música de uma forma inovadora, sem a preocupação de atender às expectativas comerciais e desafiando os paradigmas musicais e o senso comum do público.
Neste trabalho, busca-se analisar como o experimentalismo de Tom Zé se manifestou nos cinco discos lançados nos anos 1970 entre tantos acontecimentos avessos à sua produção musical e, ao mesmo tempo, cruciais para que sua obra se realizasse desta maneira.
Caio Araújo Silva
 


Como dato de color, "Estudando o Samba" fue uno de los cientos de álbumes que David Byrne encontró por casualidad en puestos y mercadillos de Brasil mientras investigaba para su compilación de samba para su sello. Claro que no se parece en nada a un álbum de samba tradicional, y Byrne terminó fichando a Tom —quien para entonces estaba prácticamente olvidado y ya no estaba en la industria musical— para su sello, lo que finalmente revivió su carrera, especialmente fuera de Brasil 

Un disco sorprendentemente melodioso y al mismo tiempo experimental, cosa realmente rara de general y, tanto es así, que hay pocos trabajos con esas características. Es un disco que casi describiría como "dulce", y pasarían otros seis años antes de que Zé hiciera otro álbum. 

Y tendremos más de él la semana próxima!

Lo podés escuchar desde acá:

Estudando o Samba:
https://open.spotify.com/intl-es/album/2jOgajtpXNsinBpwg2dUjH

Correio da Estação do Brás:
https://open.spotify.com/intl-es/album/6cy5qWPjy31IRUnENoZhzx


Lista de Temas:
Estudando o Samba:
1 Mã
2 A Felicidade
3 Toc
4 Tô
5 Vai (Menina Amenhâ De Manhâ)
6 Ui! (Você Inventa)
7 Doi 3:33
8 Mâe (Mâe Solteira)
9 Hein?
10 Só (Solidâo)
11 Se
12 Índice
Correio Da Estação Do Brás:
13 Menina Jesus
14 Morena
15 Correio Da Estação Do Brás
16 Carta
17 Pecado Original
18 Lavagem Da Igreja De Irará
19 Pecado, Rifa E Revista
20 A Volta Da Xanduzinha
21 Amor De Estrada
22 Lá Vem Cuíca
23 Na Parada De Sucesso


Alineación:
- Tom Zé / Vocais
- Heraldo / Violão, etc
- Edson / Violão, Viola
- Dirceu / Bateria
- Cláudio / Contrabaixo
- Natal, Osvaldinho / Percussão
- Vicente Barreto / Violão e palpites
- Rosário / Arregimentação e discursos
- Eloa, Vera, Sidney, Roberto, Santana, Osório, Vilma, Carlos, Celso, Vagner, Puruca (ou Pituca) / Vocais
- Téo da Cuica / Tambor D' água e outros instrumentos de sua criação





Comentarios

  1. Podrán volver a subirlo por favor? son dos grandes discos

    ResponderEliminar
  2. Lo podrán volver a subir? Muchas gracias, los felicito por la gran calidad en todos los ambitos de su blog.

    ResponderEliminar
  3. Desconocía la música de Tom Zé, pero oyendo el álbum posteado, he quedado maravillado.
    Ojala lo pueda resubir en Mega, que no sabe fallar. Mil gracias por compartir.

    ResponderEliminar
  4. ¡Muchas gracias por este gran aporte! Ya conocía "Estudando O Samba" y me fascina, pero no había escuchado "Correio Da Estação Do Brás", está buenísimo también. Felicidades.

    ResponderEliminar

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