Ir al contenido principal

Tom Zé - Estudando o Samba & Correio da Estação do Brás (1976 - 1978)

Rock psicodélico, tropicalia y bossa nova en una combinación bien brazuca, dos discos en uno, ideal para que tengan a mano para los momentos de disfrute del fin de semana, y mientras tanto seguimos descubriendo buenos músicos brasileros. Según la leyenda, Estudanto o Samba fue el álbum que introdujo a David Byrne a la música de Tom Zé, y, comprensiblemente, no se parecía a nada que hubiera escuchado antes. No se trata solo de que Tom deconstruya las tradiciones de la composición y la interpretación de la samba, sino que, de hecho, las une de forma cohesiva en el universo según Tom Zé. El álbum se realizó con el espíritu de un proyecto de investigación. Basado principalmente en instrumentación acústica, pero ocasionalmente incorporando sonidos encontrados en el ruido ambiente, o incluso el traqueteo de una máquina de escribir. Acá encontrarás a un genio inconformista creando música cautivadora, una especie de deconstrucción disparatada y lisérgica de la historia de la bossa nova y la tropicalia. Algo que definitivamente no puede quedar fuera del blog cabeza.

Artista: Tom Zé
Álbum: Estudando o Samba & Correio Da Estação Do Brás
Año: 1976 / 1978
Duración: 70:23
Género: Psychedelic Rock / Tropicalia / Bossa Nova
Nacionalidad: Brasil



Tom Zé
es una cantante brasilero, egresó del conservatorio de música de la Universidad de Bahía y, a pesar de los numerosos elogios de la crítica, aún no había recibido el reconocimiento que merecía (por ejemplo, nunca ganó en ninguno de los numerosos festivales de la canción). Y las ventas de su brillante "Todos Os Olhos", considerado una obra maestra, fueron decepcionantes. El otro día se me dio por conocerlo más que nada porque estaba hablando sobre el albino mágico de Hermeto Pascoal y éste vino a colación no sé por que razón. Y descubrí un muy buen álbum bien brasilero, sobre todo "Estudando O Samba", ya que éste es un trabajo que reúne dos discos. Los temas te llevan desde tonadas de la tropicalia con algo un poco experimental hasta la samba un poco el folk brasilero, bossa nova con composiciones que juegan con la métrica rítmica, el juego de armonías.

Lançado em 1976, o LP passou despercebido pela crítica nacional. Além da mesma inventividade apresentada em "Todos Os Olhos", seu álbum anterior, "Estudando o Samba" revê o principal gênero musical brasileiro, o samba. Tom Zé convidou o sambista Elton Medeiros para fazer algumas parcerias. Essa obra experimental do cantor baiano acabou por afastá-lo ainda do grande público. O álbum foi redescoberto no final da década de 1980 pelo ex-Talking Head David Byrne. Relançado no mercado internacional em 1990 em uma compilação1 , o disco foi aclamado pela imprensa internacional - como os jornais norte-americano The New York Times e francês Le Monde - e especializada como a revista norte-americana Rolling Stone.2
O LP foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o 35º melhor disco brasileiro de todos os tempos.3
O documentário Manda Bala utilizou uma das músicas do álbum na trilha sonora.
Wikipedia


Pero su vuelo lisérgico también tiene tiempo para la heterodoxia reverente, y como muestra de ello están las composiciones que coescribió con el respetable sambista Elton Medeiros.  
En este álbum buscó reunir la variedad de estilos y formas de samba, rurales y urbanas, dando a cada canción la presentación que le pareció más adecuada. Es divertidísimo, lleno de ideas descabelladas aunque el álbum sea de altísima calidad y consistencia, las letras, la composición y los arreglos son de primera calidad, la producción es un poco más pulida y profesional que en sus otros trabajos de los 70, pero ni de lejos se acerca a la esterilidad que empezaba a afligir a tantos MPB de la época.
Y otro de los puntos destacados son la reinterpretación de melodías tradicionales.
Compositor, cantor, arranjador e ator nascido em Irará (BA), Tom Zé é uma das figuras mais originais e controvertidas da MPB. Aprendeu a gostar de música ouvindo rádio em sua cidade natal a ponto de decidir estudar música na Universidade da Bahia, em Salvador. Lá teve aula com Koellreuter, Smetak e Ernst Widmer, e aprendeu harmonia, contraponto, composição, piano, violoncelo. No começo da década de 60 conheceu Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Maria Bethânia, com quem montou um grupo para os espetáculos "Nós, Por Exemplo" e "Velha Bossa Nova e Nova Bossa Velha". Com esse grupo foi para São Paulo, onde participou do espetáculo "Arena Canta Bahia" e do disco-chave para o movimento tropicalista, "Tropicália ou Panis et Circensis", lançado pela Philips em 1968 e que continha sua composição "Parque Industrial". No mesmo ano conseguiu o primeiro lugar no Festival de MPB com "São São Paulo, Meu Amor" e apareceu seu primeiro LP individual, "Tom Zé", seguido por outros discos na década de 70. Seu álbum "Todos os Olhos", de 1973, foi considerado inovador demais, e não teve boa aceitação, afastando Tom Zé da mídia brasileira, a despeito do imenso sucesso de seus conterrâneos. Gravou outros discos de menos sucesso, como "Correio da Estação do Brás" (1978) e "Nave Maria" (1984). No fim da década de 80 sua carreira deu uma reviravolta quando o músico David Byrne descobriu num sebo o inovador "Estudando o Samba", LP em que Tom Zé (com parceiros como Elton Medeiros) mexe nas estruturas do principal gênero musical do país. Fascinado, Byrne lançou o compositor no mercado internacional por meio de seu recém-criado selo, Luaka Bop. O disco "The Best of Tom Zé", editado por Byrne em 1990 foi aclamado pela crítica, ficando entre os dez melhores da década em todo o mundo, na avaliação da revistas Rolling Stone. Excursionou pela Europa e Estados Unidos durante a década de 90, com bastante sucesso, o que só se refletiu no Brasil em 1999, com o lançamento de seu CD "Com Defeito de Fabricação" no Brasil.
Cliquemusic



Esto podría llamarse un disco conceptual sobre un barrio de São Paulo compuesto principalmente por inmigrantes del noreste, que, según las notas del álbum, en los días de mercado se asemeja a cualquier pequeño pueblo del interior del noreste. Pura experimentación basada en la tropicalia. Para quien se dé maña con el portugués, el siguiente texto está bueno, porque además relaciona el contexto político-social de todo el trabajo del músico en la década del 70.
Com uma produção musical peculiar e inovadora, Tom Zé é uma das importantes figuras da música popular brasileira experimental da década de 1970. Sua obra musical é caracterizada por experimentalismos provenientes da vertente do tropicalismo, do qual participou na gravação do álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis, e por sua postura influenciada pela contracultura. Como pano de fundo, há o conflituoso cenário político da época marcado pela repressão militar do governo brasileiro. Apesar do seu trabalho realizado na década de 1970, tanto no aspecto criativo e de cunho contestador, Tom Zé não se caracterizou por um grande sucesso de público e nem pelo fácil entendimento de suas experimentações musicais. Portanto, este trabalho procura analisar a obra realizada na década de 1970 por Tom Zé, de maneira que possa demonstrar a importância de sua obra para a música popular brasileira da época.
Em meio à ditadura militar brasileira e ao movimento de contracultura internacional, Antônio José Santana Martins, mais conhecido como Tom Zé, experimentava elementos rítmicos e expandia as possibilidades musicais da canção popular. Tom Zé nasceu em Irará, Bahia, em 11 de Outubro de 1936. É cantor, compositor, arranjador, performer e escritor.
No início da década de 1970, o Brasil passava por momentos delicados em relação à censura e à repressão militar. O Ato Institucional n°5 (pacote de leis de exceção de dezembro
de 1968) fora instalado no país e reforçou o caráter repressivo do governo militar. Alguns artistas em ascensão na época foram censurados e muitos levados ao exílio. Estes bloqueios acabaram por interferir de maneira decisiva na obra dos artistas brasileiros. Os festivais de TV, que na segunda metade dos anos 1960 representavam um importante espaço de manifestação artística para os músicos, foram, aos poucos, perdendo forças no início da década de 1970. O tropicalismo, movimento que iniciou experimentalismos e apresentou novas possibilidades na estrutura da linguagem da canção, foi fundamental para a criação realizada na década seguinte por artistas como Walter Franco, Novos Baianos, Tom Zé,
Secos & Molhados, Jards Macalé, Jorge Mautner, entre outros.
A década de 1970 também foi marcada por um grande crescimento das indústrias fonográficas no país. Isto ocorreu devido ao aumento na produção de bens de consumo, gerado na época do que o governo militar divulgava como “milagre econômico”. Segundo Enor Paiano (1994, p. 195), entre 1968 e 1971, a “indústria de material elétrico (na qual se incluem rádios, toca-discos e toca-fitas) cresce 13,9% no período, (…) mais que os ramos têxtil (7,7%), alimentos (7,5%) ou vestuário e calçados (6,8%)”. A indústria fonográfica acompanha este crescimento e, segundo Paiano (1994, p.195-6), “o que chama a atenção imediatamente ao analisarmos os números do mercado fonográfico nacional, de 1966 a 1976, é o crescimento acumulado de 444,6% no período, para uma época em que o crescimento acumulado do PIB foi de 152%”. O autor apresenta duas vertentes para explicar este crescimento no consumo de discos. O seu primeiro ponto de vista mostra como o sucesso dos festivais de TV e a explosão da moda da jovem guarda refletiram no crescimento da produção ligada á cultura musical popular. Por outro lado, o autor relaciona a tendência ao consumo musical que cresce na época devido ao acesso maior ao consumo de bens de alguns setores da sociedade que antes eram reprimidos pelo AI-5. Estes produtos que eram mais consumidos estavam relacionados a produtos musicais de sucesso mais imediato, de custo baixo para a indústria fonográfica e fácil consumo popular. LPs com trilhas sonoras de novelas e os sucessos de intérpretes que cantavam em inglês.
Mas, não era o caso de Tom Zé. Segundo o próprio artista, um de seus discos lançado no ano de 1973, Todos os Olhos (que já demonstrava ousadia e apresentava características experimentais que causavam estranhamento num primeiro contato com a obra) o distanciou dos meios de comunicação, mas o fez escutado pelos melhores ouvidos do país. Neste ponto se discute duas formas interessantes de comportamento das gravadoras na época. Para alcançar objetivos lucrativos, as companhias optavam por produções musicais mais populares, de sucesso mais imediato. Já no para o nicho de consumo ligado a um público de “bom gosto”, as empresas fonográficas abriam espaço para artistas diferenciados em sua produção musical. No caso da gravadora Continental, Eduardo Vicente (2002, p. 76) ressalta que
(...) buscando alternativas para conquistar público num mercado aquecido e disputado por grandes empresas, a Continental, uma das maiores gravadoras de capital nacional, diversificava seu catálogo dando espaço a novos grupos e compositores, mesmo que isso gerasse, num curto prazo, algum prejuízo.
(…) buscando alternativas para conquistar público num mercado aquecido e disputado por grandes empresas, a Continental, uma das maiores gravadoras de capital nacional, diversificava seu catálogo dando espaço a novos grupos e compositores, mesmo que isso gerasse, num curto prazo, algum prejuízo.
Nos anos de 1960 e 1970, duas posturas se faziam muito presentes na geração desta época: a esquerda de caráter militante político e a contracultura. Partindo deste ponto de vista, a esquerda lutava pela queda da ditadura militar no Brasil. Parte dos grupos de esquerda se colocava à disposição para enfrentar, de mãos armadas, o governo militar. Estes grupos possuíam regras e uma disciplina quase militar. Já a contracultura estabelecia uma quebra dos padrões burgueses de comportamento, tanto de direita quanto de esquerda. A liberação sexual, o movimento das mulheres, o pacifismo e a preocupação ambiental, tema muito pouco falado na época, os distanciavam da luta armada, mas não da luta por direitos de cidadania. Antônio Risério (2005, p. 26), comenta: “se quisermos acentuar ao extremo as diferenças, basta ler Carlos Marighella ao som do primeiro disco dos Novos Baianos”.
É importante ressaltar que, diferentemente do movimento de esquerda, a contracultura não se manifestou a partir da ditadura militar no Brasil. Foi um movimento internacional que teve sua vertente no país. Desta forma, é possível compreender a discrepância de comportamento entre os dois segmentos da juventude urbana brasileira. Tom Zé apresenta em sua produção artística da década de 1970, características relacionadas à contracultura. A maneira de fazer canções fora dos padrões tradicionais de gêneros musicais como o samba e, a partir desses gêneros, experimentar ritmos diferentes e utilizar uma construção poética incomum provocam estranhamento, mas, ao mesmo tempo, apresentam um caráter inovador. Os cinco discos lançados na década (Tom Zé, RGE - 1970; Se o caso é chorar, Continental – 1972; Todos os Olhos, Continental – 1973; Estudando o Samba, Continental – 1976; e Correio da Estação do Brás, Continental – 1978) misturam elementos musicais de vários estilos e apresentam pontos de vista de diversas regiões do país, como na canção Augusta, Angélica e Consolação em que o autor faz referência a três famosas ruas da cidade de São Paulo. Outro exemplo é a música Abacaxi de Irará, em referência à sua terra natal, Irará (BA).
Nos anos 1960, a produção musical brasileira foi intensa, desde a bossa nova, reconhecida internacionalmente, até o tropicalismo. A música brasileira tornou-se um campo de inovação e mudança. O linguista Luiz Tatit (2005, p. 119) ressalta que “no domínio da canção brasileira, os anos 60 tiveram início sob a égide do monumental arranjo sonoro proporcionado pela bossa nova e findaram sob o espetacular desarranjo desencadeado pelo tropicalismo”.
Mas, um ponto interessante é o surgimento do termo Música Popular Brasileira – MPB – que na década seguinte, em 1970, passou a integrar um grande público que começou a consumi-la. Para o historiador Marcos Napolitano (2005, p. 125),
a música popular brasileira, MPB, dos anos 70 consagrou-se como uma espécie de instituição sociocultural (processo em marcha desde a “era dos festivais”, nos anos 60). Portanto, mais do que um gênero musical específico, a MPB vem sendo vista, desde esse período, como o centro do sistema de canções no Brasil.
A MPB, além de impulsionar o mercado da década de 70, tendo grande participação na expansão das indústrias fonográficas, ficou marcada também por seu caráter político de esquerda. Napolitano (2005, p. 126) acrescenta que
(...) até o fim da década, a corrente principal da MPB, representada pelos “monstros sagrados”, será triunfante no mercado fonográfico, formando com artistas mais identificados com outros gêneros (...) uma espécie de frente ampla musical contra a ditadura, valorizada e respeitada pela maior parte da crítica musical.
Assim, em um contexto de impasse político e social, com o crescimento das indústrias fonográficas e suas artimanhas de mercado, a influência da contracultura no país, Tom Zé experimenta a música de uma forma inovadora, sem a preocupação de atender às expectativas comerciais e desafiando os paradigmas musicais e o senso comum do público.
Neste trabalho, busca-se analisar como o experimentalismo de Tom Zé se manifestou nos cinco discos lançados nos anos 1970 entre tantos acontecimentos avessos à sua produção musical e, ao mesmo tempo, cruciais para que sua obra se realizasse desta maneira.
Caio Araújo Silva
 


Como dato de color, "Estudando o Samba" fue uno de los cientos de álbumes que David Byrne encontró por casualidad en puestos y mercadillos de Brasil mientras investigaba para su compilación de samba para su sello. Claro que no se parece en nada a un álbum de samba tradicional, y Byrne terminó fichando a Tom —quien para entonces estaba prácticamente olvidado y ya no estaba en la industria musical— para su sello, lo que finalmente revivió su carrera, especialmente fuera de Brasil 

Un disco sorprendentemente melodioso y al mismo tiempo experimental, cosa realmente rara de general y, tanto es así, que hay pocos trabajos con esas características. Es un disco que casi describiría como "dulce", y pasarían otros seis años antes de que Zé hiciera otro álbum. 

Y tendremos más de él la semana próxima!

Lo podés escuchar desde acá:

Estudando o Samba:
https://open.spotify.com/intl-es/album/2jOgajtpXNsinBpwg2dUjH

Correio da Estação do Brás:
https://open.spotify.com/intl-es/album/6cy5qWPjy31IRUnENoZhzx


Lista de Temas:
Estudando o Samba:
1 Mã
2 A Felicidade
3 Toc
4 Tô
5 Vai (Menina Amenhâ De Manhâ)
6 Ui! (Você Inventa)
7 Doi 3:33
8 Mâe (Mâe Solteira)
9 Hein?
10 Só (Solidâo)
11 Se
12 Índice
Correio Da Estação Do Brás:
13 Menina Jesus
14 Morena
15 Correio Da Estação Do Brás
16 Carta
17 Pecado Original
18 Lavagem Da Igreja De Irará
19 Pecado, Rifa E Revista
20 A Volta Da Xanduzinha
21 Amor De Estrada
22 Lá Vem Cuíca
23 Na Parada De Sucesso


Alineación:
- Tom Zé / Vocais
- Heraldo / Violão, etc
- Edson / Violão, Viola
- Dirceu / Bateria
- Cláudio / Contrabaixo
- Natal, Osvaldinho / Percussão
- Vicente Barreto / Violão e palpites
- Rosário / Arregimentação e discursos
- Eloa, Vera, Sidney, Roberto, Santana, Osório, Vilma, Carlos, Celso, Vagner, Puruca (ou Pituca) / Vocais
- Téo da Cuica / Tambor D' água e outros instrumentos de sua criação





Comentarios

  1. Podrán volver a subirlo por favor? son dos grandes discos

    ResponderEliminar
  2. Lo podrán volver a subir? Muchas gracias, los felicito por la gran calidad en todos los ambitos de su blog.

    ResponderEliminar
  3. Desconocía la música de Tom Zé, pero oyendo el álbum posteado, he quedado maravillado.
    Ojala lo pueda resubir en Mega, que no sabe fallar. Mil gracias por compartir.

    ResponderEliminar
  4. ¡Muchas gracias por este gran aporte! Ya conocía "Estudando O Samba" y me fascina, pero no había escuchado "Correio Da Estação Do Brás", está buenísimo también. Felicidades.

    ResponderEliminar

Publicar un comentario

Lo más visto de la semana pasada

Los 100 Mejores Álbumes del Rock Argentino según Rolling Stone

Quizás hay que aclararlo de entrada: la siguiente lista no está armada por nosotros, y la idea de presentarla aquí no es porque se propone como una demostración objetiva de cuales obras tenemos o no que tener en cuenta, ya que en ella faltan (y desde mi perspectiva, también sobran) muchas obras indispensables del rock argento, aunque quizás no tan masificadas. Pero sí tenemos algunos discos indispensables del rock argentino que nadie interesado en la materia debería dejar de tener en cuenta. Y ojo que en el blog cabezón no tratamos de crear un ranking de los "mejores" ni los más "exitosos" ya que nos importa un carajo el éxito y lo "mejor" es solamente subjetivo, pero sobretodo nos espanta el concepto de tratar de imponer una opinión, un solo punto de vista y un sola manera de ver las cosas. Todo comenzó allá por mediados de los años 60, cuando Litto Nebbia y Tanguito escribieron la primera canción, Moris grabó el primer disco, Almendra fue el primer ...

Don Cornelio y la Zona - Don Cornelio y la Zona (1987)

"Hola, les saludo desde Ecuador, he seguido la página desde hace unos años y han sido un gran soporte emocional en mi vida gracias a la música que me han compartido. Quería preguntarles si pueden revivir este álbum que descubrí hace poco". ¿Y cómo negarnos ante ese comentario?. Como homenaje al recientemente desaparecido Palo Pandolfo (uno de los cantautores más destacados de la música argentina en las últimas tres décadas), reflotamos un discos que Artie había publicado hace ya mucho tiempo. Acá está, entonces, el disco homónimo de Don Cornelio, muy pedido por varios, como recuerdo de ese referente del rock argento que fue el poeta del rock "Palo" Pandolfo, con su combinación de lirismo y violencia reconocible en su rock, algunos dicen que fue heredero artístico de Pescado Rabioso , y desde hace 35 años que vino siendo bastante más que el flaquito que vino a poner oscuridad en el pop alfonsinista. Artista: Don Cornelio y la Zona Álbum: Don Cornelio y la Zona ...

Asceta - The Fool Leading The Blind (2026)

Comenzamos la semana a todo RIO chileno de la mejor calidad que no solamente uno puede pedir, sino además que uno puede imaginarse. Por ello vamos a presentar el tercer y último disco de la banda liderada por el guitarrista y compositor Rodrigo Maccioni, probablemente su obra más imponente, desafiante y madura dentro de las corrientes del Rock in Opposition (RIO) y el avant-prog sudamericano, y otro de los mejores discos de este año 2026 según los muchachos de Progarchives. Manteniendo esa esencia sofisticada que los caracteriza, este trabajo se siente notablemente más enérgico y eléctrico que sus antecesores, dos excelentes trabajos que ya hemos presentado en el blog cabeza. La banda pisa con más fuerza en los terrenos del rock instrumental de vanguardia, sin perder jamás esa textura de música de cámara contemporánea. El disco es un prodigio de ingeniería compositiva. La paleta sonora es desbordante: conviven clarinetes, violas, chelos, fagot, corno inglés, piano eléctrico y una...

Serú Girán - La Grasa de las Capitales (Edición 40 Aniversario) (1979 / 2019)

Esta edición especial tiene su lanzamiento digital hoy, y nosotros no podíamos dejar de mencionarlo. Un disco bien para que aparezca en el blog cabezón un viernes. Porque no es una versión cualquiera, porque salió hoy mismo, porque es una gran sorpresa tenerlo aquí y porque lo trae el Mago Alberto.  A partir de la recuperación del histórico catálogo discográfico de Music Hall, realizada por el Instituto Nacional de la Música (INAMU), y con un minucioso trabajo de producción que incluyó la remasterización del sonido desde cintas, restauración de arte de tapa e inclusión de un insert con fotos originales nunca antes vistas, se lanza a 40 años de su publicación una edición especial de "La Grasa de las Capitales", segundo disco del legendario Serú Girán. Con la idea de escuchar cada vez mejor estas obras que traspasan el tiempo, es que anunciamos estas cosas maravillosas que van saliendo, y es que así se vive la mejor música en el blog cabezón. Artista: Serú Girán Álbum: ...

Singlelito - In Absence of Velocity (2026)

Comenzamos otra semana musical en el blog cabeza. Y como es nuestra costumbre, lo hacemos presentando un gran disco, y este es uno de los mejores de este año 2026, y viene desde Colombia; se trata del joven y prodigioso proyecto unipersonal del músico multiinstrumentista colombiano Juan José Pinto Abadía, donde podemos presenciar la salud musical de fierro y la inventiva desbordante del progresivo actual más vanguardista. Con "In Absence of Velocity", el proyecto eleva la apuesta tras sus aclamados trabajos anteriores, consolidándose como una de las mentes más lúcidas de la neo-vanguardia sudamericana, y que se transforma automáticamente en otro de nuestros desconocidos pero muy recomendados. La música de Singlelito opera como una coctelera efervescente donde conviven los quiebres rítmicos al estilo de Hatfield and the North o National Health, toques de jazz fusión de vanguardia, texturas zeuhl y una urgencia visceral con dejos post-punk que le imprimen un carácter absoluta...

Madreperla - Si Pudieras Oír (2025)

Y aparece el Mago Alberto para traernos la sorpresa con la que cerramos la semana, se trata de un supergrupo mexicano en donde brillan nombres de músicos que han hecho historia y han dejado hitos en el rock mexicano; donde la madurez autoral de Aguilera (La Barranca) se anuda con una de las voces definitivas de México, la de Cecilia Toussaint. Lejos de la grandilocuencia eléctrica o el desborde de solos pirotécnicos a los que nos acostumbró el género en otras latitudes, la arquitectura de Madreperla es sutil y artesanal, el disco respira a través del uso magistral de guitarras, arreglos vocales de gran delicadeza y una base acorde. La producción es sumamente cálida; se nota que cada nota fue pensada con microscopio para construir climas intimistas, donde la complejidad armónica no busca apabullar al oyente, sino abrazarlo con una melancolía puramente artística. Para cerrar el tema, el Mago Alberto dice sobre este disco: "Para los buscadores de joyas, aquí hay una. Quizás una de la...

El neoliberalismo se prepara para gobernar... Agarrate Catalina!

Si recuerdan, hasta hace poco todo el arco opositor se desgarraba las vestiduras porque el gobierno vetó una ley, sancionada por el parlamento, que garantizaba que el Estado debía ajustar semestralmente los haberes de los jubilados para que estos alcancen el 82% del salario mínimo, vital y móvil. Ahora que la oposición se prepara para gobernar, sería lógico que implementen eso por lo que tanto han despotricado... ¿pero que pasó? Antes de que Macri asuma el poder ya se viene trabajando desde el poder (mediático, judicial, financiero) para el ajuste que viene... ya empezaron con el ANSES. Lamento decirles que, dada la gravedad de lo que creo que se viene, estaremos atentos a los próximos acontecimientos, lamentablemente no podemos dedicarnos solamente a lo musical como nos gustaría... Edito este texto porque creo que no se entiende que voy con esta nota: Me preocupa que antes de asumir el "sistema", el pulpo, la derecha, empieza a prepararle el terreno. No estoy hablado ...

M&M, EEUU, el Neoliberalismo y el Complot contra Latinoamérica

Copio una parte de un texto de Atilio Boron donde describe con lucidez las mayores preocupaciones que desde este espacio anunciamos en referencia al "Nuevo ALCA" o cómo el Imperio se piensa instaurar en América Latina a través del gobierno de nuestro iluminado títere M&M. Hay dos formas de conquistar y esclavizar a una nación: una es con la espada, la otra con la deuda. John Adams, 2º Presidente de EEUU (1797 - 1801) Wikileaks ya señalaba que EEUU planea golpes de Estado blandos en Latinoamérica, dirigidos a cualquier gobierno no neoliberal, así como cualquier movimiento opuesto a la instauración de esa ideología incluso en cualquier parte del mundo, para ser condenados al derrocamiento. Los documentos demostraron que EEUU ha aplicado esta estrategia en Sudamérica al menos durante los últimos 15 años. El formato de la alegría artificial del Pro y Cambiemos, en Argentina, le brindaron esa posibilidad tan ansiada: la punta de flecha para desestabilizar a todos los g...

Viajero Inmóvil con nuevo canal de Youtube

Tenemos el placer de anunciar nuestro nuevo canal de Youtube, dedicado al Espacio Viajero Inmóvil, en el cual puede apreciar los shows de los artistas que visitaron nuestro humilde escenario. El Espacio Viajero Inmóvil es un exclusivo refugio privado diseñado para albergar encuentros musicales de música progresiva y eventos culturales de primer nivel. En cada velada, se convoca a un público selecto a disfrutar de experiencias sonoras en un entorno único. Con una cartelera rigurosamente curada y conciertos mensuales de altísima factura, este rincón tan acogedor se convierte en el escenario perfecto para celebrar la amistad, el reencuentro y la memoria. Los invitamos a compartir videos de nuestras noches mágicas... Podrán suscribirse y disfrutar de la música que disfrutamos en nuestro "Depósito de Arte, Musica y Recuerdos". https://www.youtube.com/@ESPACIOVIAJEROINM%C3%93VIL

Yes - Symphonic Live (2009)

#Videosparaelencierro. Gracias a Horacio Manrique acá está no sólo el sonido de una obra monumental, única, sino el video completo, uno de los grandes hitos de Yes que quizás muchos desconocen. Como dice el Mago Alberto en su comentario: esta obra pasa a ser trascendental simplemente por su contexto, por su coyuntura, este proyecto resiste cualquier crítica, este trabajo va más allá de cualquier análisis. Para el seguidor de Yes esto no es ninguna novedad, para el desprevenido y el colgado esto les va a caer de maravilla. Una de las mayores obras creadas por esos magos del rock sinfónico que se dieron a llamar Yes, grabadas a fuego en el blog cabezón... y de ahora en más también en tu cabeza. Artista: Yes Álbum: Symphonic Live Año: 2009 Género: Rock sinfónico de aquellos Duración: 194:00 Nacionalidad: Inglaterra Desde unos días antes de la partida de Chris Squire (y por ende de su propio proyecto personal: Yes ) habíamos estado publicando las sendas obras de Yes ; y n...

Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona


"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.