Ir al contenido principal

O Terço - O Terço (1992)


Artista: O Terço
Álbum: O Terço (Memoria Da Musica Brasileira)
Año: 1992
Género: Rock sinfónico
Duración: 50:54
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
Track List
01. Hey amigo
02. Volte na próxima semana
03. Criaturas da noite
04. Jogo das pedras
05. Gente do interior
06. Mudança de tempo
07. Blues do Adeus
08. Flor de la noche
09. Luz de vela
10. Foi quando eu vi aquela lua passar
11. Casa encantada
12. Solaris
13. Pássaro

Alineación:
- Sergio Hinds / guitarra, bajo, vocales
- Vinicius Cantuaria / batería, percusión
- Jorge Amiden / guitarras
- Cezar de Mercês / bajo, flauta y voz
- Vinícius Cantuária / batería y voz
- Luiz Moreno / batería, percusión y voz
- Sérgio Kaffa / teclados, bajo
- Ivo de Carvalho / guitarra



Regreso de mis vacaciones para dejarles este disco, como para que no se olviden de mí.
Una de las primeras bandas progresivas del país carioca, y muy famosa en la década del '70 en su país. El nombre del disco (homónimo) parece que hace referencia a el primer disco de estos brasileros que luego harían historia... pero no. La tapa del disco es la de "Mudança De Tempo", pero tampoco. Esta es una compilación de algunas canciones de estos músicos brasileros...

Brasil se destacó entre los países "exportadores de música popular" por la facilidad con la que sus ritmos entraron en los grandes mercados discográficos. A veces de la mano del cine, otra veces como recuerdo turístico, las menos cuantiosas aunque más importantes, como expresión cultural amalgamada al sentir del pueblo que fusiona su raíz. Sin embargo un hecho curioso es que el bossa nova trasciende y se convierte en éxito rotundo cuando los músicos norteamericanos lo fusionan con el jazz de la Costa Oeste y otro hecho no menos necesario de destacar es que, si bien el movimiento progresivo comenzó a finales de los años sesenta a travás de figuras como Caetano Veloso y grupos como Sagrado Coraçao da Terra y Os Mutantes, los artistas importantes en el rock progresivo brasilero beben mucho de fuentes externas, mezclando a veces la ríquísima vertiente folklórica interna y su tremenda carga histórica, étnica y social, y otras veces simplemente evolucionando lo que iniciaron sus predecesores, los cultores del rock más básico, el "rock tupiniquim" o "beat" como se conoció en México y en la Argentina.
Progresiva 70

Los miembros de esta banda estaban inmersos en la corriente del rock progresivo de producción europea, a diferencia de otras bandas brasileñas recurrieron a regionalismos para desarrollar su música (aunque a veces este álbum tiene algunas reminiscencias a Bossa Nova), que tiene ciertamente una impronta más "internacional", aunque canten siempre en portugués. De esa manera, predominan los teclados en una tendencia sinfónica aunque tampoco rehuyen a algunas melodías pop agradablemente ornamentadas.

O Terço foi (é), sem dúvidas nenhuma, uma das maiores bandas brasileiras de todos os tempos. A banda formou-se em 1969 com estes integrantes: Sérgio Hinds ( guitarra e vocal ), César de Mercês (baixo ) e Vinícius Cantuária ( bateria ). O primeiro disco foi lançado em 1970, com Jorge Amiden no lugar de César. O álbum era basicamente rock and roll dos anos 60, mas já com influência do rock progressivo.
Em 1973 lançam o álbum Terço, que consolidou o estilo do grupo. Firmando-se como a grande banda do estilo no país. Porém, foi em 1975 que eles lançaram o melhor disco de rock progressivo brasileiro: Criaturas da noite. Na época O Terço contava com sua melhor formação: Sério Hinds, Moreno ( bateria ), Magrão ( baixo ) e Flávio Venturini ( teclados, viola e vocal ). O álbum vendeu mais de meio milhão de cópias e foi o de maior sucesso da carreira do grupo. "1974", tirada de "Criaturas da noite" pode ser considerada a maior música progressiva nacional e já foi até adaptada para uma peça de teatro nos EUA. Em 1976 é lançado mais um bom álbum com esta mesma formação: "Casa encantada". Desta vez o grupo investiu mais em uma mistura de elementos brasileiros com o rock.
Após o disco de 76, Venturini deixa a banda para formar o 14 Bis. Com Magrão, Sérgio Hinds, Cezar de Mercês, Sérgio Caffa e Moreno, lançam em 1978 o disco 78 "Mudança de tempo".
Uma outra formação, com Sérgio Hinds, Zé Portugal (baixo), Franklin Paolillo (bateria) e Ruriá Duprat (teclados) lançaria apenas em 1983 o "Som Mais Puro".
Ficam então um bom tempo sem lançar nada até assinarem contrato com a gravadora Record Runner, lançando o cd "Time Travellers", em 1993. O álbum é muito bom, com o grupo voltando às suas raízes. A formação era a seguinte: Sérgio Hinds (vocal, guitarra), Luíz de Bomi (teclados), Andrei Ivanovic (baixo) e Franklin Paollilo (bateria). No ano seguinte lançam um cd gravado ao vivo com orquestra sinfônica.
Em 1996 O Terço lançou um CD intitulado "compositores" pela gravadora Velas. A formação era basicamente a mesma do álbum anterior e o disco foi composto por clássicos da música popular brasileira como "Sangue Latino" dos Secos e Molhados.
O último álbum de estúdio e com canções inéditas do Terço chama-se "Spiral Words" e foi lançado em 1998. O som é progressivo com pitadas de pop/rock; o CD inclui ainda duas releituras: "1974" e "Crucis" ( de "Time travellers" ). A formação é a seguinte: Sérgio Hinds ( guitarra e back vocal ), Edu Araújo (guitarra e vocal ), Max Robert ( baixo ), Beto Côrrea ( teclados ) e Daniel Baeder ( bateria ).
Em 1999, André Gonzales assume o posto de Daniel Baeder na bateria e a banda lança o disco "Tributo a Raul Seixas", uma homenagem aos dez anos de morte do grande roqueiro. O CD está indo muito bem e já é o título mais vendido da sua gravadora ( Movieplay ). Recentemente, Edu Araújo deixou a banda e em seu lugar foi recrutado Igor de Bruyn, que também integra o quarteto de cordas Kroma.
Gustavo Ávila

Considerada na década de 70 como a melhor banda de rock do Brasil, também era respeitada no cenário da MPB. Ganhou festivais como os de Juiz de Fora e Belo Horizonte. Classificou-se por duas vezes no Festival Internacional da Canção. Durante 15 anos fez de 150 a 200 shows por ano em grandes ginásios lotados pelo país afora. Também conseguiu o recorde de público (11.000 pessoas) no Luna Park em Buenos Aires, além de fazer shows no Miden em Cannes (França) e em outros lugares da Europa. Foram convidados especiais do festival de rock progressivo na UCLA em Los Angeles. Hoje Flávio Venturini se dedica a sua carreira solo, Magrão ao 14 Bis e Sérgio Hinds, além de continuar lançando CDs de progressivo e fusion na Europa e no Japão com o Terço sob outra formação, produz discos e trilhas sonoras.
JOW

Well, a bit of history: Brazilian popular music (known by the acronym MPB) was shaken in the end of the 50s when some skilful guys "created" a new sound, blending traditional sambas with jazz, the bossa-nova, and just in the same time, rock 'n' roll anchored here. What seemed so distant should prove to be able to amalgamate in the future. Then, in the beginning of the 60s an increasing power of the regional music (Brazilian country) was observed and later when bossa-nova furor was fading, other urban styles: samba, choro, modinha, valsa, etc, were revitalized thanks to a new generation of composers, singers and musicians. Also the old dancing and juvenile rock 'n' roll was to be overwhelmed by a new rocking mood, the "classic" rock and we all learned that this novelty wasn't more an exclusivity of USA, instead Britain, Italy & France took the vanguard. By 1966, the first echoes of psychedelics were heard here....
The year of 1967 started with many artists trying new sounds and tunes and then emerged a stunning movement, Tropicalismo, that pushed the frontiers of MPB far from its original lines: a mix of everything done before, including external adoptions and influences, all heavily spiced with a plenty of healthy madness and intriguing questions, sometimes delightful, sometimes unreasonable but therefore a solid cultural impact. The following year we saw the first hints of another great movement, Clube da Esquina, this shift more introspective but promoting the rescue of dormant Brazilian roots. All these trends were drained accordingly with the sounds coming from outside our borders: rock - and along 1968 / 1969, the chords of we now know as prog-rock.
Then many bands and artists were doing a sound that we can call unmistakably "prog", like Mutantes, Som Imaginário and others lost in the dust of time. But we lacked the rise of the real progressive-rock band - in this fertile context, O TERÇO appeared. The three original members came from different garage bands from a medium-size fair city a little apart from the important Rio & São Paulo cultural axis but not so far in order not to be influenced but also not so close that other influences couldn't be apprehended - they form O TERÇO 'historical' line-up, recognized so by their fans. Working as a trio or with some invited fellows they recorded a bunch of songs in 1968 (?) and 1969, which were to form their first output: "O Terço", released 1970. The official LP was followed in years to come by independent re-releases and bootlegs, keeping the original track list but adding some live performances or also new songs.
The original track list (the one listed here) is fair and interesting, containing pleasant short songs, where band seem obsessed with vocal arrangement, a really band registered mark. 'Nã', the opening track shows a certain Mutantes influence and consequently bears a undeniable psychedelic aroma; 'Plaxe voador' is simple and agreeable; 'Yes, I do', sung in English, adds few but the good band musicianship can be heard; 'Longe sem direção', although only average, is a real proto-prog song and stamped with O TERÇO brand, more noticeable in the following years; 'Flauta' is a nice song with bucolic passages, a grave flute accompaniment and fair vocals; 'I need you', is a psychedelic rock, not really great - but the agogo solo part is funny; 'Antes de você. eu" has ironic lyrics (in Portuguese) and a touch of songs from the 20s which reminds us some McCartney's granny songs; 'Imagem', a pure prog song, is probably album greatest - now vocals and instrumentation reach their highest point, however the main theme could be better explored by O TERÇO; 'Meia-noite' has a samba beat, giving the song a kind of funk-like tune - pleasant; 'Saturday dream' is soft and pastoral and influences coming from international artists can be easily noticed; 'Velhas histórias' has a folk atmosphere and a rare vocal solo (in fact, Vinícius Cantuária got a hit with this song, years later, when he adventured in a solo career); 'Oh, Suzana', the well-known song, got a funny parody with lyrics in Portuguese.
Unfortunately, the original album version does not include 3 other songs (bonus tracks?) normally added in bootleg versions: 'Visitante', a great prog-song; 'Tributo ao sorriso', an uprising track, a real anthem, the song that made O TERÇO known and allowed them to have their first album released; 'Adormeceu', a precious jewel, magnificent (although really a 1971 song, much more fitted for the band second output). The two last songs formed a single, fairly succeeded, released also in 1971. This LP deserves urgently a CD release with all bonus tracks included.
One last word: today, O TERÇO is almost unknown for the majority of the Brazilians but when people hear their songs they recognize them. It means that O TERÇO is clearly part of the Nation's Collective Unconscious. In the end, they WON!
This is in fact a good album, deserving a solid 3 stars rating, but this is also a milestone when researching the history of progressive music in Brazil, hence an essential piece for all prog collections.
Atkingani

Listo, los dejo, si quieren, ya saben como conseguir este disco...




Comentarios

Publicar un comentario









Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona

Autonautas de la Cosmoogpista...


Este espacio fue gestado con la intención de compartir sonidos, melodías que nos conmueven día a día, que nos reciben al abrir los ojos, quizás para muchos el primer contacto con la realidad, antes que un mate o un desayuno como la gente. Estos sonidos nos causan extremo placer y por eso queremos convidarles un poquito, para juntos escapar a la dominación del hemisferio izquierdo.
Pasen, vean, lleven lo que gusten. Pero si tienen la posibilidad de hacerse con el material tangible, no lo duden, es la forma que tenemos de colaborar con los artistas para que sigan creando.
Sí alguna persona o ente se siente ofendido por encontrar material en este sitio le rogamos nos lo haga saber, todavía creemos en las palabras.
Si por alguna razón no pueden leer estas lineas, usted ya no es, usted ya no existe, usted tiene un moog en la cabeza.


Aclaración...

Este espacio se reserva el derecho de publicar sobre cualquier tema que parezca interesante a su staff, no solamente referidos a la cuestión musical sino también a lo político y social.
Si no estás de acuerdo con lo expresado podrás dejar tu comentario siempre que no sea ofensivo, discriminador o violento...

Y no te confundas, no nos interesa la piratería, lo nuestro es simplemente desobediencia civil y resistencia cultural a favor del libre acceso al conocimiento (nuestra música es, entre otras tantas cosas, conocimiento).

Información y estadísticas









Lo más visto de la semana pasada

Tool - Fear Inoculum (2019)

Biblioteca sonora. Sorpresa. Mago Alberto. Recién salido. Incógnita. Publicado. Sin escuchar aún. Sin comentarios. Sin reviews. Nuevo Tool. Fear Inoculum. Nuevo logo. Material clasificado. Patada en el culo. Ropas desgarradas. Nuevo sonido. Fans enojados. Mentes abiertas. Estado de atención. Nueva oportunidad. Nueva actitud. Alteración. Sorpresa sin sorpresas. Sorpresa multiplicada. Edición Deluxe. Tres temas extra. Cero opinión. Disrrupción. Intriga. ¿Ocaso?. ¿Renacimiento?. Alternativa. Desafío. Oprobio y quizás nueva gloria. Quizás. Todo ello igual a lo nuevo de Tool.

Artista: Tool
Álbum: Fear Inoculum
Año: 2019
Género: Heavy prog
Nacionalidad: EEUU


Siguen siendo grandiosos, únicos y especiales. Para mí valió la pena esperar 13 años para que aparecieran estos nuevos 80 minutos de verdadera música, cargada de la madurez, virtuosismo y calidad que caracterizan a TOOL, que a mi común, humilde y ordinario criterio, produjeron un trabajo musical PERFECTO Y A LA ALTURA. Totalmente satisfecho …

King Crimson - Improvisaciones 1972-1974

Dedicado a la memoria de John Wetton (1949 - 2017)
Podríamos decir que King Crimson ocupa un lugar primordial entre las formaciones que surgieron en el llamado rock progresivo de finales de los 60 y comienzos de los 70, pero la realidad es que este grupo siempre estuvo un paso o dos por delante y dificilmente cabe la comparación  con ninguno de ellos. Pese a que la crítica especializada no fue inicialmente unánime respecto al valor de esta banda, rápidamente lograron un enorme prestigio entre los aficionados y lo han mantenido a lo largo de todas sus diferentes formaciones, aglutinando hasta el día de hoy, cuando aun sigue activa, una base de seguidores muy fieles (por no decir fanáticos) integrada ya por varias generaciones. Sería muy ambicioso para el que escribe tratar toda su carrera, así que por eso de concretar dentro de una discografía tan dilatada y compleja, quisiera centrarme en este artículo en su etapa 1972-1974, periodo de relativa tranquilidad (s…

Alejandro Dolina - Elogio De La Tristeza

"Los vendedores de elixir nos convidan todos los días a olvidar las penas y mantener jubiloso el ánimo. El Pensamiento Oficial del Mundo ha decidido que una persona alegre es preferible a una triste. Cuanto más inteligente, profunda y sensible es una persona, más probabilidades tiene de cruzarse con la tristeza. Por eso, las exhortaciones a la alegría suelen proponer la interrupción del pensamiento: "es mejor no pensar...". No está mal ser triste, señora. El que se entristece se humilla, se rebaja, abandona el orgullo. Quien está triste se ensimisma, piensa. La tristeza es hija y madre de la meditación. Aprovecho para confesarle que suelo elegir a mis amigos entre la gente triste. Y no vaya a creer que nuestras reuniones consisten en charlas lacrimógenas. Nada de eso: concurrimos a bailongos atorrantes, amanecemos en lugares desconocidos, cantamos canciones puercas, nos enamoramos de mujeres desvergonzadas que revolean el escote y hacemos sonar los timbres de las casas …

Grobschnitt - Solar Music Live (1978)

Revivimos esta semana las andanzas de un grupo muy poco conocido pero maravillosamente disfrutable, una semana donde presentaremos algunas maravillosas cosas de Grobschnitt, desde Alemania llega con su mezcla única de Krautrock + rock sinfónico + space rock + rock psicodélico, en un disco absolutamente fascinante. Otra obra maestra musical absolutamente imprescindible que damos a conocer en nuestro querido blog cabezón. Revivimos este disco ya presentado hace tiempo, y vamos a seguir en esta semana con más Grobschnitt, sobretodo porque todo esto es muy recomendado!.

Artista: Grobschnitt Álbum: Solar Music Live
Año: 1978
Género: Krautrock ecléctico / Rock sinfónico
Duración: 68:47
Nacionalidad: Alemania

Nano nos reseña un disco que nos comparte él mismo: una genial banda alemana combinando el krautrock con el rock sinfónico, el space rock y el rock psicodélico, y creando un tremendísimo disco. Y como comentario aparte del estrictamente musical, vemos como en el blog cabezón no solamente …

La Revolución De La Alegría...

Globos pinchados: Cuatro años del Felino Macri y su revolución de la alegría prometida dejan sus consecuencias. La consultora Ipsos Global Advisor realizó un estudio para medir la felicidad en 28 países, llamado "Global Happiness 2019", y la posición que logró Argentina fue, al menos llamativa. Nuestro país se quedó con el "mérito" de ser el más infeliz del mundo y apenas el 34% de los adultos que participaron de la encuesta afirmó estar contento. Cabe destacar que el trabajo estudió diferentes ítems para saber el grado de satisfacción con la dirección de su vida, el bienestar de su familia y su entorno así como el estado de la economía. Hace tres años y medio, las respuestas fueron inversas con la misma consultora. Argentina estaba entre los país más felices del mundo.
Pasó Mauricio Macri y su equipo, nada menos.


Una investigación global dejó al descubierto que gracias a la gestión amarilla los argentinos ya somos el pueblo más infeliz del planeta. Según reveló I…

Pink Floyd. The Wall, collage 360. Edición Rockarte

Billy Cobham - Spectrum 40 Live (2015)

Vamos cerrando otra semana cabezona llena de sorpresas, grandes discos, reseñas de mierda pero hechas con buena intención y nuestra típica gana de meter el dedo en la llaga y joder con nuestro punto de vista sobre esos temas sociales que nos joden a todos. Y para cerrar la semanita a lo grande, el Mago Alberto les deja un disco especial, de uno de los bateristas más prominentes que ha dado la humanidad, asociado generalmente a la gran banda Mahavishnu Orchestra pero que ha tocado con todos los más grandes. Aquí, reviviendo a su gran obra "Spectrum" 40 años después y en vivo, y para continuar les copio el texto que nos entrega el Mago: "Cuando Spectrum asomó al mundo produjo un efecto multiplicador indescriptible, y se transformó en una de las obras más influyentes del género, ya nada sería igual para los bateristas y guitarristas (...) Un álbum bisagra, un disco para el asombro, un imprescindible, un tesoro musical imposible de describir. Luego de cuatro décadas Billy C…

Jazz: Creado por Negros. Comercializado por Blancos

El jazz lo crearon los negros y lo comercializaron los blancos. Hace unos 100 años, el 26 de febrero de 1917, el sello Victor Records grabó el primer disco de jazz de la historia. Para muchos los temas "Dixieland Jass Band One Step" y "Livery Stable Blues" de la Original Dixieland Jazz Band (ODJB), fueron las primeras piezas de jazz que escucharon. El álbum vendió un millón de copias, dando paso a una explosión musical y cultural. Hoy el jazz es el estilo de música menos vendido en Estados Unidos, en un mercado discográfico deprimido, hasta el punto de que habría motivos para preguntarse sobre la efemérides. ¿A quién le importa todo esto?Pues sí importa recordarlo, y mucho. Como tantas otras expresiones artísticas, el jazz es una creación del pueblo oprimido, explotado y humillado. Sí, ese mismo al que todos los señoritos desprecian por ignorante o embrutecido.

Como toda creación popular, el jazz fue luego robado; tan robado que quisieron que su origen no hubiera s…

Hugh Hopper & Kramer - A Remark Hugh Made (1994)

El Mago Alberto nos trae al gran Hugh Hopper (violero de nada más y nada menos que Soft Machine) que se une a Mark Kramer (un bocho que es músico multi instrumentista, compositor, productor discográfico y fundador de un sello discográfico, aunque no sea demasiado conocido, pero aquí deja en claro su calidad musical). A ellos se les suma el enorme Robert Wyatt (me imagino que no hace falta presentarlo), Randolph A. Hudson III (que acompañó a Kramer en varios proyectos, como Bongwater y los discos solistas de Kramer, y otros con Hugh Hopper), Gary Windo (enorme saxofonista cercano al Avant-Garde, y que aquí deja impresa la calidad en su ejecución), y Bill Bacon en batería (Daevid Allen, Material, Flying Island, Kramer, Gilli Smyth, Michael Zentner, etc.). Todos arman este combo compuesto por 13 eclécticos temas donde no les faltará nada. Una sorporesita bien para que conozcan en el fin de semana... A disfrutar!

Artista: Hugh Hopper & Kramer
Álbum: A Remark Hugh Made
Año: 1994
Género:

Rayuela - Rayuela (1978)

Empezamos la semana recordando un buen disco que nos trae Desjer. Gran disco casi desconocido y que nos enorgullece decir que hemos presentado a la comunidad ya hace tiempo pero que viene bien repasarlo cuando hace poco estuvimos rememorando los discos de Arco Iris, ya que su historia está muy emparentada con la de la banda Soluna (imagino que saben de que hablo, me refiero al grupo de Santaolalla y compañía). Desarrollan en el álbum estilos que van desde baladas bellamente instrumentadas hasta fusión de jazz y rock, coronado con temas de intenciones claramente progresivas con toques sinfónicos y folcklóricos.  En definitiva, si no lo conocés, te invito a que juegues un buen rato a la Rayuela.


Artista: Rayuela
Álbum: Rayuela
Año: 1978
Género: Folk-rock, Jazz rock
Duración: 37:39
Nacionalidad: Argentina


Tomando como nombre a una de las novelas más conocidas del genial Julio Cortázar, en un estilo influenciado por el rock sinfónico, el folk y el jazz-rock (propuestas musicales bien diferent…

Unordered List

"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.

Entradas populares de este blog

Denuncia en Primera Persona. El Desprecio a la Discapacidad

Quizás el rostro más duro y paradigmático de la política se pueda captar con precisión con las personas más vulnerables de la sociedad y el respeto que reciben por parte del poder político. Y esto va mucho más allá de las ideologías: es simple humanidad, o anti-humanidad. Aquí nos deja su mensaje, reclamo y denuncia nuestra amiga cabezona Natalia, quien partiendo de su historia personal, toca la problemática de la precarización laboral existente en el Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires en general, y repasando las actuales dificultades para la obtención del Certificado Único de Discapacidad, enfatizando la necesidad del pase a planta permanente de las y los integrantes del colectivo que actualmente se encuentran precarizados. Los datos demuestran que la crisis afecta de manera más significativa a las personas que pertenecen a colectivos que ya venían sufriendo discriminación. Por eso la crisis también ha empeorado las condiciones laborales y sociales de las personas con discapacidad…

Esbjorn Svensson Trio - Live In Hamburg (2007)

Artista: Esbjorn Svensson Trio Álbum: Live In Hamburg
Año:2007
Género: Jazz
Duración: 1:58
Nacionalidad: Suecia
Lista de Temas:
1. "Tuesday Wonderland"
2. "The Rube Thing"
3. "Where We Used To Live", 
4. "Eighthundred Streets By Feet"
5. "Definition Of A Dog"
6. "The Goldhearted Miner"
7. "Dolores In A Shoestand"
8. "Sipping On The Solid Ground"
9. "Goldwrap"
10."Behind The Yashmak"
Alineación:
Esbjörn Svensson / Piano
Dan Berglund / Contrabajo
Magnus Öström / Batería
Lino, nuestro cabezón venezolano, se pega una vuelta por el blog y resube este buen disco de jazz contemporáneo. Si te gusta el jazz, no dudes de escuchar este trabajo. Gracias Lino!

Las 100 Mejores Canciones del Prog

Aquí, las 100 mejores canciones de rock progresivo de todos los tiempos, según la revista "Prog". Y aunque habitualmente no le damos bola a la lista de mejores discos o canciones de rock progresivo de la historia ofrecida por algunos portales, webs y demás publicaciones, quizás está bueno darle importancia a la lista que ofrece ahora la revista "Prog" (esa misma que da los premios que mencionamos el otro día) ya que es armada según la opinión de gran parte de su público. En concreto, la revista "Prog" ofrece un total de 100 canciones y la lista la ha elaborado a partir de una encuesta muy trabajada donde han participado tanto lectores como expertoso, artistas y autores de música consultados por la publicación. Una recopilación de lo más compleja que creo merece la pena.

Aquí está la lista de las mejores canciones de rock progresivo del puesto 100 al 1:

100) Inca Roads - Frank Zappa & The Mothers Of Invention
99) The Life Auction - Strawbs
98) In The Ca…

La Barranca - Eclipse de memoria (2013)

Artista: La Barranca
Álbum: Eclipse de memoria
Año: 2013
Género: Rock poético mexicano
Duración: 45:04
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. El alma nunca deja de sentir
02. Ante la ley
03. Garzas
04. Flores de invierno
05. En cada movimiento
06. La tercera joya desde el sol
07. El futuro más distante
08. Campos de batalla
09. Sequía
10. Siempre joven
11. El tiempo es olvido


Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
- José Manuel Aguilera / voz, guitarras, órgano, charango.
- Adolfo Romero / guitarras.
- Navi Naas / batería.
Invitados;
Enrique Castro / marimba, percusión, piano, kalimba.
Alfonso André / batería.
Cecilia Toussaint / coros.
Yamil Rezc / percusión, juno, batería.
Agustín Bernal / contrabajo.
Darío González / rhodes, mellotron, hammond.
Daniel Zlotnik / sax soprano, sax tenor, flauta, hulusi.
Erick Rodríguez / trombón.
César Barreiro / trompeta.
Magali / piano.
Mónica del Águila Cortés / cello.
Arturo González Viveros / violín.
Erika Ramírez Sánchez / viola.

Y ya p…

Tool - Fear Inoculum (2019)

Biblioteca sonora. Sorpresa. Mago Alberto. Recién salido. Incógnita. Publicado. Sin escuchar aún. Sin comentarios. Sin reviews. Nuevo Tool. Fear Inoculum. Nuevo logo. Material clasificado. Patada en el culo. Ropas desgarradas. Nuevo sonido. Fans enojados. Mentes abiertas. Estado de atención. Nueva oportunidad. Nueva actitud. Alteración. Sorpresa sin sorpresas. Sorpresa multiplicada. Edición Deluxe. Tres temas extra. Cero opinión. Disrrupción. Intriga. ¿Ocaso?. ¿Renacimiento?. Alternativa. Desafío. Oprobio y quizás nueva gloria. Quizás. Todo ello igual a lo nuevo de Tool.

Artista: Tool
Álbum: Fear Inoculum
Año: 2019
Género: Heavy prog
Nacionalidad: EEUU


Siguen siendo grandiosos, únicos y especiales. Para mí valió la pena esperar 13 años para que aparecieran estos nuevos 80 minutos de verdadera música, cargada de la madurez, virtuosismo y calidad que caracterizan a TOOL, que a mi común, humilde y ordinario criterio, produjeron un trabajo musical PERFECTO Y A LA ALTURA. Totalmente satisfecho …

Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos - Duas Vozes (1985)

Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
Año: 1985
Género: Jazz Fusión / Latin Jazz
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
1. Aquarela do Brasil
2. Rio de Janeiro
3. Tomarapeba
4. Dancando
5. Fogueira
6. Bianca
7. Don Quixote
8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …

Argentina Kamikaze

La Fiesta Amarilla (a la que no estás invitado, dicho sea de paso) sigue su curso y no va a parar hasta el iceberg. Después de los tristes anuncios desmentidos sobre los horizontes inflacionarios de 2018 llegan las primeras atenciones del gobierno PRO para con sus gobernados y a partir del 1 de febrero (2018) rigen los primeros aumentos del año: boletos de colectivos, boletos de trenes, facturas de luz, facturas de gas, medicina prepaga y peajes. Aumenta todo menos tus ingresos.

Hoy entran en vigencia los tarifazos del transporte (colectivo 32% y tren 35%), luz (24%) y prepagas (4%). Decisiones que afectan a la mayoría de los argentinos de un gobierno de empresarios en un año no electoral. Casualmente.
La catarata de aumentos tiene impacto no sólo en los bolsillos sino también en los índices de inflación, lo cual complica de entrada el cumplimiento de la meta de inflación anual que puso del Banco Central, del 15%. Según las estimaciones de las consultoras, el avance de los precios pod…