Ir al contenido principal

Azymuth - Águia Não Come Mosca (1977)


Artista: Azymuth
Álbum: Águia Não Come Mosca
Año: 1977
Género: Latin-Soul-Funk-Jazz-Prog
Duración: 38:04
Nacionalidad: Brasil


Lista de Temas:
A1 Vôo Sobre O Horizonte 3:37
A2 Águia Não Come Mosca 3:27
A3 Despertar 3:53
A4 Tarde 5:27
A5 Circo Marimbondo 2:27
B1 Tamborim, Cuíca, Ganzá, Berimbau 4:49
B2 A Presa 3:40
B3 A Caça 3:03
B4 Falcon Love Call (Armazém No. 2) 3:55
B5 Águia Negra X Dragão Negro 2:28

Alineación:
- José Roberto Bertrami / teclados, voz
- Alex Malheiros / bajo, guitarra, voz
- Ivan Conti / bateria
Invitados:
Ivan Miguel / bateria, percusión, voz
Ariovaldo / ganzá, triángulo, tamborim
Jorginho / pandeiro
Paulo Moura / saxo soprano
Angela, Marcio Lott, Paraná / voces


Pasó una semana donde sin quererlo nos metimos mucho con la música brasilera, que mejor que continuar con la misma onda, esta vez con el que quizás fue uno de los mejores grupos de música instrumental de Brasil hasta que se cerró el ciclo con el fallecimento de José Roberto Bertramin, quizás poco conocidos en su tierra natal (tengo entendido que sacaron casi todos sus discso en EEUU pero no en Brasil, corríjanme si me equivoco) pero habían empezado a forjarse una interesante carrera internación a fuerza de talento musical, ya que combinaron como pocos la música latina con el funk y el rock progresivo, su música es una mezcla inteligente de los ritmos brasileños, jazz y funk que suena único. Este es el segundo álbum de la banda, y el que le dió el reconocimiento internacional al grupo instrumental.





Y no tengo mucho tiempo como para ponerme a escribir e investigar, pero les dejo algunos comentarios de terceros y algunos videos del grupo en vivo y con l música del álbum.


Não era preciso ser espectador de TV nos anos 1970 para saber que a trilha sonora da novela Locomotivas, da Rede Globo, realmente valia a pena. Cassiano (“Coleção”), Edu Lobo (“Consideramos”), Rita Lee (“Locomotivas”) e a fabulosa “Maria Fumaça”, faixa do excepcional disco de mesmo nome da Banda Black Rio, são algumas das preciosidades do LP que compõe a Trilha Sonora Original.
“Voo Sobre o Horizonte”, da banda Azymuth, também figurava na trilha, com seus vendavais de bossa nova, fusion e as marcadas entradas de baixo e teclados, frutos da invejável simbiose de Alexandre Malheiros e José Roberto Bertrami.
O Azymuth nasceu a partir do Grupo Seleção, que já mostrava a fusão de jazz, samba, funk e rock nas casas noturnas do Rio de Janeiro. Após receberem o convite dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle para reproduzirem suas composições no soundtrack de O Fabuloso Fittipaldi, o trio (Malheiros, Bertrami e o baterista Ivan Conti ‘Mamão’) se inspirou num tema para mudar o nome para Azimüth.
O primeiro disco, que revelaria o sucesso “Linha do Horizonte”, seria registrado com i e trema no u. A partir de Águia Não Come Mosca eles mudaram não apenas a forma de escrever o nome do trio; mudaram, também, a projeção de seu trabalho. A partir daí, galgaram os primeiros passos para o reconhecimento internacional.
“Voo Sobre o Horizonte”, a primeira faixa de Águia Não Come Mosca, finca a brasilidade da música do Azymuth, mas pouco revela dos mais de 30 minutos que se sucedem. Conecta samba, black rio e fusion, dialogando com o que rolava na cena jazzística no globo. Sem querer, o Azymuth estava na mesma prateleira de Herbie Hancock, Mahavishnu Orchestra e Gato Barbieri. Com temas instrumentais, expressou aos gringos que a música brasileira não estava reduzida à bossa nova e ao que chamam de regional para generalizar o punhado incontável de cenas musicais de nossas terras.
A identificação global com a cena jazzística surge de leve na faixa-título, mas é melhor assimilada em “Despertar”, que sugere um space-funk nos slaps cativantes de Malheiros.
As melodias e efeitos de Bertrami, invejados pela maioria dos músicos brasileiros daquela década com quem trabalhou (de Odair José e Sérgio Sampaio a Rita Lee e Raul Seixas), são práxis na dobradinha “A Presa” e “A Caça”. Os efeitos vão do prog-rock ao fusion, com intercalação entre ritmo e notas agudas espetaculares.
“Tarde” soa como uma cozinha em inatividade por suas linhas pouco acentuadas de teclado. A suposta quietude é quebrada pela entrada de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos em “Circo Marimbondo”, cuja levada de cuíca e bateria destina-se totalmente ao baile.
As vozes de Bertrami e Malheiros são quase irreconhecíveis em “Tamborim, Cuíca, Ganzá, Berimbau”, uma das mais icônicas faixas do disco. Como o nome sugere, as batidas percussivas formam a grande potência. É também dessa forma que o Azymuth opera em “Águia Negra x Dragão Negro”: em ritmo de carnaval frenético, encerrando como se fosse uma comemoração de gol de placa num final de campeonato no Maracanã.
Não há nada em Águia Não Come Mosca que fuja do swing brasileiro. Apesar de pouco reconhecido por aqui, o Azymuth tornaria-se o maior marketing acidental da música tupiniquim pela Europa. Graças a este disco a banda recebeu o convite para tocar no elogiado Festival de Montreaux, na Suíça, e entrou no Livro dos Recordes por ser o primeiro grupo brasileiro a permanecer por um ano nas paradas de sucesso inglesas.
Mesmo após a morte de Bertrami, em 2012, o Azymuth segue em atividade, pelo Brasil e pela Europa, divulgando as faixas do último disco, Aurora (2011). Quem preenche a lacuna do lendário tecladista nos palcos é Fernando Moraes.
Tiago Ferreira


Esse é o segundo disco da banda brasileira de jazz fusion, lançado em 1977, no auge desse gênero, com grandes nomes lançando discos excepcionais por toda a década de 70 e início da década de 80. Os rótulos se multiplicavam na mídia especializada, assim como as críticas favoráveis e desfavoráveis. Os brasileiros não só estavam inseridos nesse cenário, como também já eram muito respeitados pela habilidade harmônica, pela inventividade e pelo exímio domínio da linguagem instrumental.
Enquanto parte da crítica internacional torcia o nariz para as misturas, nomes como Azymuth, Oregon, Egberto Gismonti, Wayne Shorter, Raul de Souza, Airto Moreira, Gato Barbieri, Caldera, Shakti, entre outros, misturavam o jazz com culturas diversas e se alinhavam a outros que misturavam o jazz com o rock, o funk, o sol e o blues, tais como Weather Report, Stanley Clarke, Larry Coryell, James Blood Ulmer, Mahavishnu Orchestra, L.A. Express, Passaport, Pat Martino, Chick Corea, e vários outros, lançavam uma obra prima atrás da outra, independente do que os puristas pensavam, ou pensam, tanto faz.
Ouvir “Águia não Come Mosca” não é voltar no tempo, nem muito menos destilar um saudosismo inoportuno de como a década de 70 era mágica, mas sim, confirmar o fôlego criativo de uma banda que está na ativa até hoje. Falo de excelência, não falo de caretice burocrática e cerebral de um Wynton Marsalis desses, saído de uma escola quartel qualquer, movido a purismo flatulento e mecanicismo instrumental, que resulta em uma máquina de reproduzir escalas em alta velocidade. Falo de manha, falo de suingue, falo de criatividade com virtuosismo pleno.
O trio José Roberto Bertrami, Alex Malheiros e Ivan Conti, respectivamente: teclados, baixo e bateria, antes de formarem a banda Azymuth, já tinha em seu currículo uma série de participações em discos de artistas importantes do cenário da música brasileira. Nesse sentido vale a pena conferir a sonoridade espetacular de discos como “Eu quero é botar o meu bloco na rua”, de Sérgio Sampaio, e “Alucinação”, de Belchior. Os timbres de piano fender com chorus, baixo fretless e bateria encorpada, mais para o rock do que para o jazz, fizeram a ambiência de muitas viagens sonoras.
Eu sempre achei o som dessa banda muito especial, com capacidade total de hipnotizar qualquer um, com força suficiente para chapar. Assim que comprei o LP, passei a pancada sonora para uma fita cassete cromo, tdk, e fomos ouvir subindo a serra, em busca do Serrano, um clube campestre aqui do Crato, no famoso Corcel I, marrom, do meu amigo Boris. Desde esse dia célebre, foram inúmeras viagens e mais viagens na companhia de Azymuth, de Boris, de Etym e de Cândido Filho. Em pleno 1977.
A primeira faixa é uma singela melodia, viajandona que só: Vôo sobre o horizonte, depois disso, até à faixa 10, é puro suingue brasileiro, misturando samba, bossa, afro, jazz, funk e mpb. Essa é uma das cozinhas mais perfeitas do instrumental brasileiro, uma mistura de pegada visceral e sutileza, com muita síncope e explorações de tempos fracos e contratempos, em texturas rítmicas embriagantes. Destaques para “Águia não come mosca”, “Tarde”, “Despertar”, “Tamborim, cuíca, ganzá, berimbau”, “A presa” e “A caça”. A sonoridade da banda nessa produção lembra os timbres de teclados de Herbie Hancock e The Jeff Lorber Fusion, com levadas funk.
A mistura de samba fica por conta da adição de Ariovaldo, Nenem, Doutor e Jorginho, na percussão brasileira, que tem o seu apogeu na última faixa: “Águia negra x Dragão negro”, com a adição de uma torcida vibrando em plena vibração no Maracanã. A gravação analógica deixa essa obra prima com uma sonoridade única e intransferível.
Marcos Vinícius Leonel


Un disco que no podía faltar en nuestro espacio cabezón, que quizás muchos desconocen pero vale la pena disfrutarlos. Dicho (y publicado) esto, buen fin de semana para todos.














Comentarios

  1. Wow Todo Azymuth de los 70's es bienvenido, pero en especial el primero y este son la piedra angular de todo su legado.
    Que mas se puede decir? si todo ya esta dicho con estos maestros brasileños
    Gracias!

    ResponderEliminar

Publicar un comentario









Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ideario del arte y política cabezona

Ideario del arte y política cabezona

Autonautas de la Cosmoogpista...


Este espacio fue gestado con la intención de compartir sonidos, melodías que nos conmueven día a día, que nos reciben al abrir los ojos, quizás para muchos el primer contacto con la realidad, antes que un mate o un desayuno como la gente. Estos sonidos nos causan extremo placer y por eso queremos convidarles un poquito, para juntos escapar a la dominación del hemisferio izquierdo.
Pasen, vean, lleven lo que gusten. Pero si tienen la posibilidad de hacerse con el material tangible, no lo duden, es la forma que tenemos de colaborar con los artistas para que sigan creando.
Sí alguna persona o ente se siente ofendido por encontrar material en este sitio le rogamos nos lo haga saber, todavía creemos en las palabras.
Si por alguna razón no pueden leer estas lineas, usted ya no es, usted ya no existe, usted tiene un moog en la cabeza.


Aclaración...

Este espacio se reserva el derecho de publicar sobre cualquier tema que parezca interesante a su staff, no solamente referidos a la cuestión musical sino también a lo político y social.
Si no estás de acuerdo con lo expresado podrás dejar tu comentario siempre que no sea ofensivo, discriminador o violento...

Y no te confundas, no nos interesa la piratería, lo nuestro es simplemente desobediencia civil y resistencia cultural a favor del libre acceso al conocimiento (nuestra música es, entre otras tantas cosas, conocimiento).

Información y estadísticas









Lo más visto de la semana pasada

Hawkwind - All Aboard The Skylark (2019)

Ya presentamos a Hawkwind en el blog cabezón, ese delirante y salvaje grupo del que saliera, entre otros, un jovencísimo Lemmy Kilmister. Incondicionales del rock espacial desde hace 50 años, mixturando punk, garage, rock espacial, rock psicodélico para crear sonidos de una fiesta interplanetaria con bastante adrenalina de a momentos, pero también con otros de inclinaciones acústicas.  Un disquito donde tendrán muchas cosas del viejo Hawkwind pero embebidas en el presente, detrás de esa vital energía multicolor que los hiciera conocidos. Los vibrantes sintetizadores y la atmósfera astral a veces reemplazados por suaves pasajes, pero todavía suenan como una especie de repertorio de sonidos asombrosos. Aquí, lo último de Hawkwind, y aclaro que con él volvemos a la sección de los discos que amas o que odias sin términos medios.

Artista: Hawkwind
Álbum: All Aboard The Skylark
Año: 2019
Género: Rock psicodélico / Space rock
Nacionalidad: Inglaterra



Cincuenta años después, solo Dave Brock siga en…

Black Sabbath - Sabotage (1975)

Hoy empezamos el día con el que es quizás el album más heavy de los Sabbath. En una memorable reseña de nuestro nuevo colaborador y miembro del staff, el señor Andersen hace su entrada triunfal en el bloog cabezón con un comentario imperdible (y que esto sirva para darle la bienvenida al staff). Con ustedes, el último gran álbum de los primeros Sabbath: Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler, Bill Ward y Gerald Woodruffe para un disco que es un clásico con tapa horripilante.Y el señor Andersen dice: "Una obra que escapa a cualquier definición, y se encuentra en esa zona gris, en esa mitad de camino, que legó para la historia los mejores discos del género". Creo que es una excelente forma de comenzar con la aparición de "Sabotage" en el blog cabezón.

Artista: Black Sabbath
Álbum: Sabotage
Año: 1975
Género: Hard rock
Duración: 43.38
Nacionalidad: Inglaterra



Aquí, las líneas del señor Andersen recreando este disco pero desde una perspectiva personal y bien argenta...
Bla…

Ñoquis Chetos en Chile: Los Saqueos de la Élite

En consonancia con nuestro reciente posteo sobre los choriplaneros amarillos VIP, veamos qué es lo que pasa también con nuestros hermanos trasandinos que tan bien están luchando contra un sistema deshumanizado y corrupto. Y ahora, que según se ha publicado en diferentes medios, varios países europeos asesorarán a los cuerpos policiales antidisturbios chilenos (como si ello hiciera falta ¿acaso no les alcanza la violencia de su tremenda represión contra su propio pueblo?) ante la revolución (ellos la llaman crisis) que vive Chile, que supera los cuarenta días, entonces nosotros recordamos un poquito el porqué de esta crisis. Aquí, una nota sobre la corrupción neoliberal que originó todo el desastre que desespera y atormenta al pueblo chileno.


Por Pablo Carvacho y Amalia Valdés
De acuerdo a cifras estimadas por el mismo Núcleo de Investigación, entre la colusión de pollos (1996-2011), la colusión de papel higiénico (2000-2011) y la de farmacias (2007-2008), suman 1.687 millones de dólares…

¿Y si el Capitalismo era Esto?

El capitalismo como sistema hegemónico a nivel mundial no cuenta más que con algunos siglos de historia. Poco si lo comparamos con el milenio del feudalismo en Europa y otras variantes de organización social alrededor del planeta. La mayor parte de su existencia se impuso a sangre y fuego, mediante la violencia y formas de gobierno autoritarias en sus múltiples variantes. Asimismo, independientemente del desarrollo inigualable de las fuerzas productivas, ha demostrado escasa o nula capacidad para garantizar sociedades más igualitarias. El Estado de Bienestar no fue más que una acotada experiencia histórica reducida a un puñado de países; la democracia y las libertades políticas una horizonte que se cae a pedazos. La crisis de un sistema que no ofrece salidas y la tibieza de proyectos alternativos.


Por Santiago Mayor “Las libertades políticas y la democracia representativa son, en gran medida, resultado de las propias luchas populares; son su derecho de ciudadanía y forman parte de su a…

Epumer - Machi - Judurcha / Malosetti & La Colonia

Sábado 7/12/2019 - 21:00 hs.
Por primera vez juntos, dos bandas unidas por la música y la amistad

Auditorio Belgrano
Virrey Loreto 2348, 1426 Buenos Aires

Evento en Facebook


Camel. Nude. Edición Rockarte

Jaco Pastorius, el Jimmi Hendrix del Bajo

Para los que no están muy familiarizados con la estructura de un conjunto musical o que no se dedican a escuchar música con demasiada atención, el bajo eléctrico puede volverse el miembro olvidado de la banda, aquella guitarra grande con cuatro cuerdas gruesas de sonido, a priori, poco expresivo. Entre los instrumentos de cuerdas que componen la música pop, la guitarra eléctrica asume el rol protagonista, sobre todo por la influencia del rock. El bajo eléctrico ya tenía una función muy determinada en el conjunto musical, y en un principio gozaba de poco espacio para expansiones más atrevidas, hasta la llegada de John Francis Pastorius III, o Jaco, su nombre artístico. Hijo de un cantante, Jaco tuvo contacto con la música desde muy temprano. Con una formación musical autodidacta y oído ecléctico, Jaco destacó entre los músicos locales como un virtuoso de su instrumento. Incluso le gustaba presentarse a la gente como "el mejor bajista del mundo". En 1976 grabó su disco debut b…

Los Alienígenas Son Ellos (I)

Jeanine Añez, la insensible que ordenó la cacería de dirigentes y militantes del MAS boliviano. En realidad, no es insensible. En una serie de tuits y entrevistas publicitarias, aparece como una protectora de animales. Que recoge perros abandonados y les ofrece un hogar y cariño. Pero ella puede jurar sobre los viejos evangelios que ocupará el cargo de presidenta, al que solo pudo acceder luego de asesinatos, incendios, linchamientos, amenazas, extorsión y lo que el mundo conoce como golpe de estado, aunque en Bolivia le reserven nombres más primorosos. Algo parecido pasa en el Chile de la invasión alienígena, en la Argentina la inflación que deja el Felino Macri podría ser mayor que la hiper de 1991 y la del asesino nazi Bolsonaro. Este editorial fue pronunciada durante la emisión de "Continentes y contenidos" el viernes 29 de noviembre de 2019 por Radio Hache... En el video, la editorial entera.

Los integrantes de la UDI, el partido aliado del gobernante Sebastián Piñera, …

Pink Floyd - The Later Years 1987-2019 (2019)

Aquí tenemos nuevamente a Pink Floyd, ahora en un nuevo-viejo disco. Nuevo porque recién sale a la venta, viejo porque obviamente no se trata de temas nuevos, sino un remix de obras en vivo, tracks remixados y material inédito variado, mezclas actualizadas de "A Momentary Lapse of Reason", nuevas versiones de "Delicate Sound of Thunder" (grabado en 1988 en Long Island, Nueva York) y dos grabaciones inéditas de las sesiones del "The Division Bell". Lo pidió Callenep en la lista de correo cabezona, pedido directo al Mago Alberto quien es quien trae esta novedad. Aquí, el que seguramente será uno de los discos del año 2019, y de una de nuestras bandas-madres, que nos han acunado desde nuestra tierna infancia. No voy a escribir demasiado sobre este disco, en principio porque aún no lo he escuchado, y segundo porque ni falta hace. Dice el Mago Alberto: "Por supuesto todo suena acorde a la banda, de excelencia, perfecto, sin fisuras, y siempre será novedos…

El Arte en Tiempos de Conflicto

Chile: "Giant Steps" de John Coltrane interpretado en la primera línea de batalla, donde la fuerza del arte se traduce en un mensaje que viaja a través de las vivencias colectivas, para hablarnos de algo universal, humano, esencial. El rol del arte en la coyuntura actual es el de recordarnos quienes somos, en cuanto seres emocionales, racionales y sociales. De la misma manera, el arte se convierte en un canal a través del cual se transforman las narraciones íntimas en una voz colectiva, que denuncia las situaciones que la sociedad se niega a vivir de nuevo.

Aquí, un claro reflejo...


Pero no el único...





Unordered List

"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.

Entradas populares de este blog

Denuncia en Primera Persona. El Desprecio a la Discapacidad

Quizás el rostro más duro y paradigmático de la política se pueda captar con precisión con las personas más vulnerables de la sociedad y el respeto que reciben por parte del poder político. Y esto va mucho más allá de las ideologías: es simple humanidad, o anti-humanidad. Aquí nos deja su mensaje, reclamo y denuncia nuestra amiga cabezona Natalia, quien partiendo de su historia personal, toca la problemática de la precarización laboral existente en el Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires en general, y repasando las actuales dificultades para la obtención del Certificado Único de Discapacidad, enfatizando la necesidad del pase a planta permanente de las y los integrantes del colectivo que actualmente se encuentran precarizados. Los datos demuestran que la crisis afecta de manera más significativa a las personas que pertenecen a colectivos que ya venían sufriendo discriminación. Por eso la crisis también ha empeorado las condiciones laborales y sociales de las personas con discapacidad…

NatGeo: Documental de Luis Alberto Spinetta

Para los que no pudieron ver este documental del Flaco, emitido por un canal de cable, aquí lo compartimos, una hermosa biografía de un gran artista. La biopic sobre el artista que falleció en 2012 tuvo varios momentos destacados, con Catarina Spinetta como conductora, la biografía, de casi dos horas, reconstruye la vida y obra de Luis a través del testimonio de los que más lo conocieron: sus familiares, amigos y compañeros de trabajo. Dante comentó: "Mi viejo es inmortal, porque te sigue hablando a través de las canciones y te sigue enseñando". Y como yapa, les damos las coordenadas del mural "Luis Alberto Spinetta" (Grand Bourg, Provincia de Buenos Aires). Y gracias al Mago Alberto por pasar el link...





Esbjorn Svensson Trio - Live In Hamburg (2007)

Artista: Esbjorn Svensson Trio Álbum: Live In Hamburg
Año:2007
Género: Jazz
Duración: 1:58
Nacionalidad: Suecia
Lista de Temas:
1. "Tuesday Wonderland"
2. "The Rube Thing"
3. "Where We Used To Live", 
4. "Eighthundred Streets By Feet"
5. "Definition Of A Dog"
6. "The Goldhearted Miner"
7. "Dolores In A Shoestand"
8. "Sipping On The Solid Ground"
9. "Goldwrap"
10."Behind The Yashmak"
Alineación:
Esbjörn Svensson / Piano
Dan Berglund / Contrabajo
Magnus Öström / Batería
Lino, nuestro cabezón venezolano, se pega una vuelta por el blog y resube este buen disco de jazz contemporáneo. Si te gusta el jazz, no dudes de escuchar este trabajo. Gracias Lino!

Las 100 Mejores Canciones del Prog

Aquí, las 100 mejores canciones de rock progresivo de todos los tiempos, según la revista "Prog". Y aunque habitualmente no le damos bola a la lista de mejores discos o canciones de rock progresivo de la historia ofrecida por algunos portales, webs y demás publicaciones, quizás está bueno darle importancia a la lista que ofrece ahora la revista "Prog" (esa misma que da los premios que mencionamos el otro día) ya que es armada según la opinión de gran parte de su público. En concreto, la revista "Prog" ofrece un total de 100 canciones y la lista la ha elaborado a partir de una encuesta muy trabajada donde han participado tanto lectores como expertoso, artistas y autores de música consultados por la publicación. Una recopilación de lo más compleja que creo merece la pena.

Aquí está la lista de las mejores canciones de rock progresivo del puesto 100 al 1:

100) Inca Roads - Frank Zappa & The Mothers Of Invention
99) The Life Auction - Strawbs
98) In The Ca…

Tool - Fear Inoculum (2019)

Lo presentamos como sorpresa incluso antes de que salga a la calle, gracias a los incomparables aportes del Mago Alberto. Recién salido, ya adelantamos un poco lo que se notaba, Tool aportaba un nuevo / viejo estilo, con los mismos elementos de siempre pero dispuestos de otra manera, lo que generó primero la incógnita, luego la patada en el culo y el desgarro de ropajes de sus seguidores más incondicionales, acérrimos y fanáticos. Pero con un resultado completamente diferentes para aquellos que lo escucharon con las mentes abiertas. En el momento de publicar el disco hablamos aquí de disrrupción. ¿Ocaso? ¿Renacimiento?. En todo caso más bien de alternativa y desafío. Oprobio y quizás nueva gloria. Quizás... Y ahora, más escuchado y con más idea de todo lo que se mueve aquí adentro, le damos una revisión a este disco, que no es ninguna continuación de "Lateralus" (que era lo que todos los fans esperaban). Todo ello igual a lo nuevo de Tool.

Artista: Tool
Álbum: Fear Inoculum
Año…

La Barranca - Eclipse de memoria (2013)

Artista: La Barranca
Álbum: Eclipse de memoria
Año: 2013
Género: Rock poético mexicano
Duración: 45:04
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. El alma nunca deja de sentir
02. Ante la ley
03. Garzas
04. Flores de invierno
05. En cada movimiento
06. La tercera joya desde el sol
07. El futuro más distante
08. Campos de batalla
09. Sequía
10. Siempre joven
11. El tiempo es olvido


Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
- José Manuel Aguilera / voz, guitarras, órgano, charango.
- Adolfo Romero / guitarras.
- Navi Naas / batería.
Invitados;
Enrique Castro / marimba, percusión, piano, kalimba.
Alfonso André / batería.
Cecilia Toussaint / coros.
Yamil Rezc / percusión, juno, batería.
Agustín Bernal / contrabajo.
Darío González / rhodes, mellotron, hammond.
Daniel Zlotnik / sax soprano, sax tenor, flauta, hulusi.
Erick Rodríguez / trombón.
César Barreiro / trompeta.
Magali / piano.
Mónica del Águila Cortés / cello.
Arturo González Viveros / violín.
Erika Ramírez Sánchez / viola.

Y ya p…

Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos - Duas Vozes (1985)

Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
Año: 1985
Género: Jazz Fusión / Latin Jazz
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
1. Aquarela do Brasil
2. Rio de Janeiro
3. Tomarapeba
4. Dancando
5. Fogueira
6. Bianca
7. Don Quixote
8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …