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Dogma - Dogma (1992)

Una obra maestra del rock progresivo brasileño, un álbum refinado, lírico y vibrante. Siguiendo nuestras aventuras por el rock progresivo brazuca, vamos con un álbum totalmente instrumental y extremadamente melódico en la línea de Pink Floyd y sobretodo de Genesis, con vibrantes, emotivos, melodiosos y apasionados solos de guitarra y teclados que recuerdan al estilo de Steve Hackett y al señor Latimer. Y es que la clave del disco está en los diálogos impactantes y maravillosamente melódicos entre una gran guitarra muy al estilo británico y esos teclados maravillosamente líricos. También podemos (y si fuera poco) escuchar el violín maravilloso Marcus Viana (de Sagrado Corazón da Terra). Por desgracia, el futuro prometedor de la banda se vio afectado por la muerte de uno de los músicos (el bajista), y ello llevó a la disolución del proyecto. Realmente el grupo tenía muy buenas críticas en su momento, y la desgracia truncó una carrera que podría haberlos posicionado entre los mejores grupos de su estilo, y no solamente dentro del ámbito latinoamericano, sino a nivel mundial, pero nos dejaron dos joyitas que vamos a recordar en el blog cabeza, y empezamos por esta...

Artista: Dogma
Álbum: Dogma
Año: 1992
Género: Rock sinfónico / Neo progresivo
Duración: 57:37
Nacionalidad: Brasil


A ver... un álbum de rock sinfónico brasilero, con los títulos de las canciones en inglés, con un estilo británico, con muy buenos comentarios... y la verdad es que me imagino lo que viene, ya que los grupos brasileros de esta onda, el rock sinfónico, tienen muchos puntos en común y a veces hasta suenan muy parecidos... aunque luego de escucharlo debo reconocer que si bien todo lo que dije anteriormente es cierto, el chispazo de calidad impreso en este álbum lo hace sobresalir de la cantidad de cosas parecidas que salieron de Brasil.

Álbum debut de la banda brasileña de progresivo sinfónico Dogma, lanzado en 1992. Fue la revelación brasilera en ese año en Europa (según la publicación especializada Harmonie Magazine), donde la música propuesta por el grupo es el sinfónico clásico que se realizó en América del Sur. Melodías suaves forman flujos que van con gracia desplegando sentimientos variados tratando de tocar las fibras del corazón. Esa es mi mejor descripción del disco.

No hay canciones descartables en este álbum, y si bien todo el álbum es muy parejo tiene algunas canciones muy destacables, por ejemplo, la pista 6 es una suite épica de 22 minutos, o la segunda canción, donde Marcus Viana despliega todo su virtuosismo y sensibilidad con el violín.

El grupo sacó a lo largo de su carrera 2 álbumes que han sido suficientes para establecer su reputación como una de las grandes bandas del rock progresivo brasileño de todos los tiempos. Mientras este primer disco es completamente instrumental, el segundo tiene algunos pasajes cantados en inglés (de vuelta, como les gusta a los brasileros cantar en inglés ¿estarán acomplejados con su idioma?).



Y si bien muchos comentarios encasillan la banda como "neo progresivo", para mí es simplemente sinfónico (solamente que no tiene un sonido tan vintage como los clásicos dinosaurios, pero no me parece que ello sea motivo para definirlos como "neo-progresivo").
Vamos con algunos comentarios (no encontré nada en castellano), parece que somos los primeros que hacemos un comentario en nuestro idioma de esta banda.
Das montanhas de Minas Gerais, o grupo instrumental Dogma projetou-se depois da sua surpreendente apresentação no lendário Festival Nacional de Rock Progressivo, em 1992, organizado pelo saudoso jornal especializado em Rock Progressivo "A Clava do Som". Aproveitando a ascendente editam seu primeiro trabalho "Álbum", pelo selo Paulista ProgressiveRock. "Álbum" conta com a participação especial do Violinista Mineiro Marcus Viana da Banda "Sagrado coração da terra", na faixa "Clouds". A Magnitude dos arranjos são surpreendentes que evoluem de forma sinfônica. A Sonoridade é puramente instrumental e apresenta uma Atmosfera em alguns momentos Mística e Bela de forma a demonstrar grande sensibilidade por parte dos músicos integrantes.
Hominis Canidae

Grupo brasileiro de Minas, formado, inicialmente, por Campos e Barão, o Dogma projetou-se definitivamente, com sua apresentação na primeira e única noite do Festival Naciona de Rock Progressivo idealizado pelo jornal especializado "A Clava do Som", em 29 de outubro de 1992. Com apenas um CD lançado (em janeiro de 1993) pelo selo paulista Progressive Rock, o instrumental "Dogma" conseguiu ainda abrir o show de Rick Wakeman, no mesmo ano, em Belo Horizonte. Álbum conta com Marcus Viana em uma faixa." (ERP)
RPB: A banda lançaria ainda mais um CD pela mesa PRW. Repentinamente, o baixista Barão morre aos 35 anos de idade (ataque cardíaco fulminante). A banda tenta alguns retornos mas não consegue. Em 2003, Campos anuncia a volta da banda com uma nova formação. O lançamento do CD deverá ocorrer pelo selo Sonhos & Sons no ano de 2007.
Rock Progressivo

O Dogma é uma banda de Rock Progressivo formada em 1991 em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Possui 2 CDs de expressão internacional lançados pelo selo paulista Progressive Rock Worldwide e é reconhecida por apresentar arranjos modernos em suas músicas instrumentais, seguindo o estilo Rock Neoprogressivo, e pela guitarra marcante de Fernando Campos. A banda é influenciada pelos grandes nomes do estilo, sendo comumente associada ao Camel e ao Gênesis em críticas.
O grupo foi fundado em 1991 por uma decisão do arquiteto e guitarrista Fernando campos (ex Marco Antônio Araújo e Sagrado Coração da Terra) e do técnico de som e baixista Barão (ex Manga Rosa e Mantra). A eles se uniram Renato Cipriano (teclados) e Daniel Mello (bateria). A projeção da banda no cenário nacional se inicia com uma apresentação na primeira e única noite do festival Nacional de Rock Progressivo idealizado por A Clava do Som (jornal especializado do estilo), em outubro de 1992. Com ajuda do amigo e produtor Roberto L. Santos, conhecido como "Grande", que possuia um programa dedicado ao rock progressivo na rádio Gerais FM, a banda consegue fechar parceria com o selo Paulista Progressive Rock Worldwide (PRW). Ainda em 1992 é lançado o primeiro trabalho da banda, intitulado de Álbum.
Álbum foi prensado e masterizado no Canadá e conta com a participação especial do violinista Mineiro Marcus Viana (Sagrado Coração da Terra) na faixa "Clouds". Em pleno ressurgimento do progressivo, o grupo vê-se brindado com sucessivas críticas elogiosas no Brasil, Áustria, Estados Unidos e Holanda, tendo sido considerado a Revelação 92 na França pela revista Harmonie Magazine, ficando em 2º lugar na preferência dos ouvintes da Radio Roma FM, na Itália, e também entre os 10 discos atuais de rock progressivo mais vendidos no Japão. Ainda em 1992, a banda abre o show de Rick Wakeman em Belo Horizonte.
Em 1995 é lançado o segundo CD da banda, Twin Sunrise, também pelo selo PRW. O show de estréia no grande teatro do palácio das artes contou com participação de quinteto de cordas, bailarina, solistas convidados e do coro Madrigal Renascentista em grande produção. O disco também atinge repercussão internacional, mantendo a banda e as vendas entre os grandes nomes do estilo no país.
Repentinamente, o baixista Barão morre aos 35 anos de idade em decorrência de ataque cardíaco fulminante. Nos anos seguintes a banda tenta alguns retornos mas não consegue. Em meados da década de 2000, Fernando Campos chega a anunciar a volta da banda com nova formação e realiza uma apresentação ao lado do Saecula Saeculorum. Em 2005 a banda abre o show do grupo de rock progressivo inglês Nektar. Nesses shows músicas inéditas são apresentadas ao público sem previsão de lançamento. Uma nova pausa acontece em decorrência de problemas internos entre os integrantes.
Em 2009 a volta oficial da banda é anunciada pela Internet em sites como Myspace, Orkut e blogs do segmento. A formação foi renovada contando com Fernando Campos (Guitarra) e Juninho (Bateria) da formação original, e Rafael Odon (Baixo e Violão) e Marcus Monteiro (Teclados e Flauta) como novos integrantes. A banda declara estar com diversas canções inéditas já ensaiadas e divulga algumas gravações demo, prometendo o lançamento de um novo álbum em 2010.
Wikipedia


Una obra maestra del rock progresivo brasileño, un álbum refinado, lírico y vibrante. Si usted quiere conocer la historia del rock sinfónico que se hizo en esta parte del mundo, es imprescindible que conozca a este grupo, y sus dos álbums imprescindibles!
También es un álbum imprescindible para aquellos que gustan del rock sinfónico más melódico, emocional y elegante.
Y como siempre, este tipo de cosas las encontrarán solamente en el blog cabezón, espero la disfruten.

Lo que sí, lamentablemente no encontré desde donde lo pueden escuchar completo, así que deben creerme o dejar pasar esto. Mejor créanme...


Lista de Temas:
1. Beginnings
2. Clouds
3. Nigth Wind
4. Seven Angels In Hell
5. Movements
6. A Season For Unions

Alineación:
- Renato Coutinho / keyboards
- Daniel Mello / drums
- Fernando Campos / acoustic & electric guitar
- Barao / bass
Guest:
Marcus Viana (SAGRADO) / violin



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Ideario del arte y política cabezona

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"La desobediencia civil es el derecho imprescriptible de todo ciudadano. No puede renunciar a ella sin dejar de ser un hombre".

Gandhi, Tous les hommes sont frères, Gallimard, 1969, p. 235.