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III Milênio - Aliança dos Tempos (1990)


Fueron un suceso en su momento, hicieron historia en su Brasil natal, rompieron cabezas y ahora Sandy los revive en el blog cabezón. Si no los conocían, pueden comprobar porqué causaron tanto revuelo en su momento.

Artista: III Milênio
Álbum: Aliança dos Tempos
Año: 1990
Género: Rock sinfónico / Opera rock
Duración: 79:02
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
Act I: Tawan:
1. Prelude
2. Verge of dawn / Foundation
3. War of heads
4. Unfinished illusion I / Gestation of the future
5. City lights
6. Unfinished illusion II
7. Let there be light / Sail in the wind
8. Body and soul
9. Guardian of echoes
10. Paths and ways
11. Points and shadows
12. Leaves to the wind
13. Agony
14. Lights and colours
15. Ecstasy
Act II: Sons of the stars:
16. Tawan
17. Voracious life
18. The sin of the time
19. Facing the infinite
20. Apiron
21. Unfinished illusion III
22. Sons of the stars
23. Alliance of the times

Alineación:

- Roberto Braga / piano, synthesizers, vocals (21)
- Andre Georges / drums, percussion, vocals (15-21)
- Ivan Lion / basses, vocals
- Aron Shade / vocals
- Gil Vieira / guitars, vocals
Guest:
- Fabio Ribeiro / piano, synthesizers

Seguimos con Brasil, como estamos con Brasil!!! Este fue el primer disco de Opera Rock salido de tierras brasileras, lanzada a través de Musea a 40 países, banda formada por miembros de conocidas bandas. Han tocado junto con Sagrado Coração da Terra, Recordando o Vale das Maçãs, O Terço, Terreno Baldio y otras bandas que ya hemos presentado en este humilde espacio, y algunas que aún no hemos traído, como Som Nosso de Cada Dia o Lehmejum.


Proyecto armado a raíz de la idea de Gil (guitarra) y Aron (voz), tenían en mente la vieja idea de componer algo diferente y único, por lo que se le ocurrió la idea de crear una ópera rock, hasta entonces algo inédito en Brasil. La ópera fue escrita en tres actos, es decir, tres discos.
Gil tenía formación clásica y quería mezclar rock con la música clásica, algo que era también rari en aquella época en Brasil, y Aron había cantado en trabajos corales, por lo que sólo fue unir "el hambre con las ganas de comer".
Así fue que en 1986 presentaron su música en un festival de rock en São Paulo. La gente encontró un sonido y propuesta diferente y extraña, pero aplaudieron la idea, y la cosa empezó a rodar.
En 1987 ya pudieron presentar toda la ópera completa, con 2 horas de duración, en el Centro Cultural São Paulo. Durante dos semanas, de miércoles a domingo, la banda logró, sin medios y solamente a trabajo a sangre y pulmón, llenar la mayoría de los días, con el público animando a la banda al final de cada presentación... ¡Y ESO EN LA DÉCADA DEL 80! (en cierto punto me recuerda a lo que pasó en Argentina con el grupo Mandrágora). Fue realmente uno de los eventos más importantes de rock progresivo en tierras brasileras, sobretodo teniendo en cuenta en los momentos poco propicios para el progresivo en los que se llevó a cabo.
En 1988 la banda sufre algunos cambios de formación y entran a grabar el álbum en octubre de 1989 la quye fuera la primera ópera-rock de Brasil. Las grabaciones se extienden por varios meses, y en el medio de la grabación Fábio Ribeiro dejó la banda y fue reemplazado por Roberto Braga al frente de los teclados. La ópera se registró en tres actos, un acto para cada disco. Y así, en septiembre de 1990, el disco titulado "Alianza Times", Acto I "Tawan" (o sea, el primer acto) se lanzó al público.
El álbum fue un éxito incluso en Europa y Japón. El álbum tuvo un impacto muy positivo fuera de Brasil, siendo considerado como un nuevo estilo de rock progresivo latino. Y durante este intercambio, el disco aterrizó en el mayor sello discográfico independiente en Europa, el sello francés Musea Records. La banda regresó al estudio para terminar de grabar el acto II "Hijos de las Estrellas", y en enero de 1991, se celebró el lanzamiento del CD por el sello Musea Records con dos de los actos de la ópera. El primer mes de lanzamiento, el Millennium III aparece en los rankings de género, ya que los segundos álbumes más vendidos en Europa fueron para Marillion y Pink Floyd, siendo todo un éxito para un primer disco de una banda independiente, desconocido para el público y cantado en portugués. Lástima que esta proyección en Europa no llegó a Brasil.

En febrero de 1992, Gil Vieira dejó la banda por segunda vez, a seguir su carrera en solitario como músico profesional. Aron Shade e Iván León, tratan de tomar el proyecto, pero les resulta complicado continuar, y así termina la historia de la banda...


Así que traemos una rareza que forma parte de la historia musical del rock progresivo latinoamericano. Disco que, les debo decir, yo al menos desconocía.
Vamos con algunos comentarios que, lamentablemente, no están en castellano.

1985 foi o ano internacional da paz e neste mesmo ano, mas precisamente em fevereiro, Gil Vieira (Guitarrista, Violonista) e Aron Shade (Vocalista e Ator), fundam em São Paulo a Banda Ano Luz,e juntamente com Claudio Môroz (baixista e tecladista), e os três músicos começam a trabalhar nas composições.
Com algumas músicas prontas entra na banda o baterista Armando De Julio. E em Novembro 1985, entram em estúdio e gravam a primeira demo com duas músicas, “Guardião de Ecos” e “Guerra das Cabeças”.
Gil e Aron tinham em mente uma ideia antiga de compor junto algo diferente e original, aí, conversando muito, os dois vieram com a ideia de uma Ópera-Rock, até então inédito no Brasil. A ópera seria escrita em três atos, ou seja, três discos. Assim começou a nova etapa da banda.
Gil tinha formação erudita e queria misturar rock com a música clássica, algo inédito nessa época no Brasil, e Aron já tinha cantado em coral, e, portanto, foi só juntar a “fome com a vontade de comer”. Assim estava definido qual caminho musical a ópera iria percorrer. Geralmente, Gil Vieira vinha com um “riff” ou uma ideia musical, e Aron fazia as letras.
Gil e Aron começaram a compor, e a história foi aparecendo nas letras e nos riffs de guitarra.
Em Fevereiro de 1986, eles gravam a segunda demo com 4 músicas já dentro da ideia da Ópera.
Com essa demo na mão, eles saem em busca de uma gravadora pra lançar essa ideia. Um amigo os apresentou Pedro Eleftheriou, produtor de rock progressivo, que resolve abraçar a ideia. Assim começa a segunda etapa da ópera.
Neste mesmo ano de 1986, o Ano Luz apresenta algumas músicas da ópera em primeira mão, num festival de rock no Parque da Água Funda em São Paulo. As pessoas achavam um rock diferente e estranho, mas aplaudiram a ideia.
Ainda em 1986 descobrem a já existência de uma banda homônima no Rio de Janeiro, então eles mudam o nome para III MILÊNIO.
Então, com o novo nome e força total, em 1987, sem disco e só com uma demo na mão e um libreto contando a história da ópera, o III Milênio apresenta a ópera inteira, com 2 horas de duração, em primeira mão no Centro Cultural de São Paulo – Vergueiro, tendo agora na formação Fábio Ribeiro (teclados), trazido por Pedro Eleftheriou, Ivan Lion (baixo) e Renato Neves (bateria), trazidos por Gil Vieira. Durante duas semanas de Quarta a Domingo, a banda conseguiu, sem nenhuma mídia, encher a maioria dos dias, com o público ovacionando a banda ao término de cada apresentação. Foi realmente um acontecimento no rock progressivo do Brasil.
Em 1988 a banda passa por algumas mudanças de músicos, e não consegue levar adiante o projeto. Gil Vieira então, em Setembro deste mesmo ano, deixa a banda e vai morar no interior de São Paulo, e lá fica por alguns meses. Durante esse tempo, Aron Shade tenta levar a banda adiante, mas não consegue dar continuidade. Então alguns meses depois, mais especificamente em Fevereiro de 1989, Gil Vieira retorna a São Paulo e procura Aron Shade, e lhe propõe retomar o projeto e entrar em estúdio ainda naquele ano. Aron aceita imediatamente. Então procuram Ivan Lion e Fábio Ribeiro, que aceitam imediatamente. Procuram o produtor e “6º elemento” da banda, Pedro Eleftheriou a retomar o projeto, então Pedro trás o seu irmão André Georges para as baquetas do novo III Milênio. Assim iniciam os ensaios e começa a caminhada ao novo objetivo da banda, “o disco”.
Em Outubro de 1989, o III Milênio entra definitivamente em estúdio para começar as gravações da primeira Ópera-Rock do Brasil, e tudo começa no Estúdio Camerati em Santo André-SP.
As gravações se estendem por alguns meses, e no meio das gravações Fábio Ribeiro deixa a banda e é substituído por Roberto Braga, que assume os teclados.
A ópera seria gravada a princípio em três atos, um ato para cada disco, e durante as gravações, Pedro Eleftheriou apresentou algumas músicas ao produtor Marcos Nascimento proprietário do selo independente Rock Forever, que gosta das músicas e resolve lançar um primeiro disco com o Ato I. E assim, em Setembro de 1990, sai o disco da primeira Ópera-Rock do Brasil, intitulada “Aliança dos Tempos” Ato I “Tawan”. O lançamento do disco foi realizado no antigo espaço de shows Dama Xoc-SP.
Marcos Nascimento, tinha intercâmbio com vários produtores independentes da Europa e Japão, e mandou o disco pra todos eles. O disco foi um sucesso e os pedidos começaram a chegar. O disco teve uma repercussão muito positiva fora do Brasil, sendo considerado como um novo estilo de rock progressivo latino. E durante esse intercâmbio, o disco foi parar na maior gravadora independente da Europa, a gravadora francesa Musea Records. O disco provocou um grande interesse pela gravadora que decidiu propor um contrato com lançamento em CD com o Ato II como bônus, com distribuição pela Europa, Estados Unidos e Japão. O contrato foi aceito pela banda imediatamente.
Assim a banda voltou ao estúdio para gravar o Ato II “Filhos das Estrelas”, e em Janeiro de 1991, é realizado o lançamento em CD pela gravadora Musea Records com os dois Atos da ópera.
Logo no primeiro mês de lançamento, o III Milênio aparece nos rankings do gênero, como a segunda maior vendagem de discos na Europa, segundo a revista de maior especialização do gênero rock progressivo chamada Harmonie, ficando acima de Marillion e Pink Floyd, um sucesso para um primeiro disco de uma banda independente, desconhecida do público europeu e com um detalhe interessantíssimo, cantado em português. Pena que essa projeção na Europa não chegou até o Brasil.
Assim, a banda não suportou a falta de estrutura e oportunidades brasileiras, pois era um projeto muito audacioso para uns músicos desconhecidos e fora do sistema comercial do Brasil, então em Fevereiro de 1992, Gil Vieira deixa a banda pela segunda vez, para seguir sua carreira solo como músico profissional. Aron Shade e Ivan Lion, tentam levar o projeto, mas não conseguem mais uma vez, dar continuidade, e assim termina o “resumo da ópera”.
Em 2000, apareceu alguém com um interesse de lançar uma versão unplugged da ópera, mas essa ideia não foi levada a diante.
Em 7 anos, o III Milênio tem um saldo positivo de gravar e lançar um vinil com a primeira ópera-rock do Brasil, apresentar essa ópera inteira e na íntegra no Centro Cultural de São Paulo – Vergueiro, e lançar o CD por um selo Francês de maior projeção na Europa.
Hoje em dia, em algumas revistas especializadas e algumas bandas internacionais, consideram o III Milênio como a primeira banda de “Progressive Metal” no gênero mundial.
Em Março de 1992, a pedido de Marcos Nascimento, Gil Vieira funda em São Paulo a banda ÁTOMO PERMANENTE,mas isso é uma outra “história”.
Tarkin


Here's perhaps one of the more disturbing prog rock albums I've heard (you'll find out as you keep reading). OK, so this band, based out of São Paolo, Brazil plays prog that isn't too different from many other prog bands past and present, bringing to mind bands like Hungary's SOLARIS (but with vocals), with its fair share of fanfare synths obviously inspired by ELP (without sounding like ELP). The band consisted of vocalist Aron Shade, guitarist Gil Vieira, bassist Ivan Lion, drummer André Georges, and keyboardist Fabio Ribeiro. "Aliança dos Tempos", originally released on a small Brazilian label called Rock Forever (on vinyl only, until Musea in France reissued on CD about two or three years later), was apparently a concept album, I guess on time travel, but all the music is sung in Portuguese, so I can't tell.
The album starts off with, "Prelúdio", a synth fanfare, but then many of the problems of this album starts to surface. You have next the slow-paced "Limiar do Alvorecer", and Aron Shade, instead of using a normal voice, uses this disturbing wheezing voice like he has asthma. That wheezing voice is used from time to time throughout the album. That, by itself, was the reason I considered it one of the more disturbing albums I got. I guess he was supposed to play a sickly, old man on those cuts. Luckily on other cuts, he uses a more normal voice, plus the album is full of instrumental passages. There's even "Ilusão Inacabada I" and "II" where they give the music a more Afro- Brazilian slant to the album, but those are very short pieces. I'm an not entirely impressed with this album. The production is rather lousy. Fabio Ribeiro unfortunately uses digital synthesizers in the fashion that I don't find the most appealing (analog synths would've benefitted the guy big time, but I guess being 1990, people hadn't quite rediscovered analog, and a band like ÄNGLAGARD was still a couple years off).
Apparently the original LP of "Alianças dos Tempos" was the first part of the concept album to be concluded, which apparently the conclusion only made it on the Musea CD reissue. Anyway, this album is probably not the first Brazilian prog album you should get. Those wheezy vocals and crappy synths sure bog things down, but it does have its moments. Not essential.
Ben Miler

This South American quintet was first noticed by French magazine "Harmonie". They were also the first Brazilian band to sign with French label Musea. Shunned by the local fans who strongly criticized their vocalist, they nevertheless had some success abroad and recorded an interesting concept album in 1990, arranged in an opera format, with "acts" and "scenes". The original release on a small label covered "Act 1" whereas the recent Musea edition offers some 20+ minutes of extra material, namely "Act 2".
Melodically and instrumentally, the album "Aliança dos Tempos" alternately evokes bands such as SOLARIS, SAGRADO CORAÇÃO DA TERRA and various symphonic Italian bands; it features equal parts of energetic sequences and smooth, melodic passages. The vocalist more or less successfully impersonates the various characters of the story (his wheezy raspings can be a bit grating, especially if you don't understand the Portuguese lyrics). The production is not quite up to the mark but the compositions are inspired and the keyboards, deftly handled by guest musician Fábio Ribeiro (BLEZQI ZATSAZ, DESEQUILIBRIOS, ANGRA), bear a dramatic Emerson/Wakeman touch that suits the concept.
Fans of SAGRADO and of Italian bands such as BANCO DEL MUTUO SOCCORSO, BIGLIETTO PER L'INFERNO or QUELLA VECCHIA LOCANDA may want to check them out.
Lise

Here's an example of where vocals can be quite innovative and then subsequently make you wince. The album is obviously a concept album and in the vein of Ange, the vocals are theatrical often being the voice of many different characters. Aron Shade at time portrays what seems to be either an old or very sick man, and while creative, it can be difficult to listen to (especially with friends) when he gets excited and sings out of tune. The opening of the second side (of the LP) ("Ilusao Inacabada II") has some very nice more traditional Brazilian vocals, and there are other times where the vocals are more conventional. The music of this quintet is definitely in the Pink Floyd (or Camel) vein of relaxed and powerful symphonic rock. Enlisting Fabio Ribeiro on keyboards (very digital) gives the music a touch of the Emerson/Wakeman type of sound (with a couple more annoying fanfare type of synth runs). The music is often excellent, and III Milenio has come up with a lot of good ideas, but sometimes the vocals ruin the occasion (especially the horrible female vocals at the end of side two (of the LP)). Overall, its far better than most of what I've heard of the new Brazilian scene (e.g.- Tisaris, Dogma, Loch Ness, etc.) and is definitely worth a listen.
Mike McLatchey


Debo aclarar que, personalmente, el disco no me gusta demasiado, tiene demasiados altibajos, algunas secciones no me terminan de convencer, no sé, mejor se los dejo a disposición aclarando que, en el peor de los casos, es todo un material histórico que vale la pena reflotar (¡sobretodo en este espacio!).



Comentarios

  1. Download: (APE + CUE + Log)
    http://pastebin.com/46kbZpqP

    Viene con escones brazucas

    ResponderEliminar
  2. III Milênio. Banda brasileira que foi pioneira em seu país lançando a primeira ópera rock e revolucionou o cenário do rock progressivo mundial sendo eleita pela revista Harmonie uma das três melhores bandas de rock progressivo do mundo. Excelente banda, com músicos incríveis e um vocal arrebatador.

    ResponderEliminar
  3. Os caras foram muito corajosos quando lançaram esse trabalho, eles foram muito bem aceitos na Europa, Ásia e Estados Unidos e como todo bom rock progressivo os caras tocam muito!!

    ResponderEliminar
  4. Nuevos Links:

    http://pastebin.com/k1AFwPti

    ResponderEliminar

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9. "Goldwrap"
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98) In The Ca…

Tool - Fear Inoculum (2019)

Lo presentamos como sorpresa incluso antes de que salga a la calle, gracias a los incomparables aportes del Mago Alberto. Recién salido, ya adelantamos un poco lo que se notaba, Tool aportaba un nuevo / viejo estilo, con los mismos elementos de siempre pero dispuestos de otra manera, lo que generó primero la incógnita, luego la patada en el culo y el desgarro de ropajes de sus seguidores más incondicionales, acérrimos y fanáticos. Pero con un resultado completamente diferentes para aquellos que lo escucharon con las mentes abiertas. En el momento de publicar el disco hablamos aquí de disrrupción. ¿Ocaso? ¿Renacimiento?. En todo caso más bien de alternativa y desafío. Oprobio y quizás nueva gloria. Quizás... Y ahora, más escuchado y con más idea de todo lo que se mueve aquí adentro, le damos una revisión a este disco, que no es ninguna continuación de "Lateralus" (que era lo que todos los fans esperaban). Todo ello igual a lo nuevo de Tool.

Artista: Tool
Álbum: Fear Inoculum
Año…

La Barranca - Eclipse de memoria (2013)

Artista: La Barranca
Álbum: Eclipse de memoria
Año: 2013
Género: Rock poético mexicano
Duración: 45:04
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. El alma nunca deja de sentir
02. Ante la ley
03. Garzas
04. Flores de invierno
05. En cada movimiento
06. La tercera joya desde el sol
07. El futuro más distante
08. Campos de batalla
09. Sequía
10. Siempre joven
11. El tiempo es olvido


Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
- José Manuel Aguilera / voz, guitarras, órgano, charango.
- Adolfo Romero / guitarras.
- Navi Naas / batería.
Invitados;
Enrique Castro / marimba, percusión, piano, kalimba.
Alfonso André / batería.
Cecilia Toussaint / coros.
Yamil Rezc / percusión, juno, batería.
Agustín Bernal / contrabajo.
Darío González / rhodes, mellotron, hammond.
Daniel Zlotnik / sax soprano, sax tenor, flauta, hulusi.
Erick Rodríguez / trombón.
César Barreiro / trompeta.
Magali / piano.
Mónica del Águila Cortés / cello.
Arturo González Viveros / violín.
Erika Ramírez Sánchez / viola.

Y ya p…

Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos - Duas Vozes (1985)

Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
Año: 1985
Género: Jazz Fusión / Latin Jazz
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
1. Aquarela do Brasil
2. Rio de Janeiro
3. Tomarapeba
4. Dancando
5. Fogueira
6. Bianca
7. Don Quixote
8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …