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Trem Do Futuro - O Tempo (2008)


Más rock progresivo brasilero, ahora con Trem Do Futuro y un muy lindo álbum que vale la pena conocer, el segundo álbum de la banda, que utilizan además de los clásicos instrumentos de rock, elementos tales como flautas, violines, bandolims (mandolinas del folcklore brasilero), pianos y gaitas para lograr un sonido bien particular.

Artista: Trem Do Futuro
Álbum: O Tempo
Año: 2008
Género: Rock sinfónico
Duración: 50:11
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
01. Seres imaginários
02. Saga
03. O som do silêncio / A porta
04. Búfalos audazes
05. Lamento das horas / O tempo
06. Ainda que tarde
07. Trem do futuro
08. Olho do tempo / Onda brava / Tempo nu
09. Na trilha do diabo
10. O homem antigo

Alineación:
- Paulo Rossglow / vocals
- Ulisses Germano / flute & mandolin
- Marcelo Leitão / guitars
- Sidarta Guimarães / violin
- Marcelo Bye Bye / drums
- João Victor / keyboards
- Alan Kardec Filho / bass




Esta banda se formó en los 80's en la localidad de Ceará. Esta área es conocida por su profundo arraigo en el folklore y la popularidad de ritmos como el Bossa Nova y la Samba. El debut de la banda en 1995 da a conocer la fórmula de su trabajo: rock con un fuerte componente sinfónico, dominado por la flauta (muy influenciada por Ian Anderson) y ayudado por el violín, con un impecable desempeño de cada uno de los intrumentos, que incluyen teclados, eléctrica, mandolina y batería, y letras poéticas potenciadas por un vocalista apasionado.
"O Tempo" es el segundo disco de la banda (el anterior "Trem do Futuro" se había grabado en 1995, considerando que éste es del 2008, varios años pasaron entre uno y otro, aunque desconozco la razón de tanto descanso), y con muy buenas críticas, pero que por un lado nos afirma que no solo de los '70s vive el progresivo, y además nos hace volver la atención una vez más hacia los prolíficos músicos del hermano país brasileño. Creo que la carátula describe el disco a la perfección: es monumental y potente, pero de una sofisticación y pulcritud tan notorios que lo convierten en un trabajo totalmente indispensable. Con algunos coqueteos con el blues, y un muy buen desempeño de la flauta, y aunque el vocalista no me guste tiene juegos de coros bien logrados. A mí me pareció un buen álbum, nada que le vaya a cambiar la vida ni que vaya a recomendar apasionadamente, pero es muy interesante y agradable.


Esse é o segundo álbum do Trem do Futuro. A banda voltou a produzir depois de um hiato de 12 anos.
Usando diversos intrumentos, como flautas, violinos, bandolim, piano, gaita, além dos tradicionais instrumentos de uma banda de Rock, o Trem do Futuro produz um som bastante peculiar, principalmente quando o analisamos sob a ótica do cenário nacional.
Pelo uso constante da flauta e uma melodia muito rica, pode-se dizer que a sonoridade da banda se assemelha bastante com a sonoridade do Jethro Tull, a diferença fica por conta do peso. O Tempo é mais pesado, apesar de possuir seus momentos mais calmos.
Um grande disco, de grandes letras e ótima performance instrumental.
01 - Seres Imaginários
A música começa ao som de uma bela flauta acompanhada por um bandolim e violão. Depois o som ganha corpo. Seres Imaginários prossegue oscilando momentos pesados e calmos, enquanto Rossglow fala de seres inexplicáveis pela razão.
02 - Saga
Um dos destaques do álbum. Saga fala da necessidade de seguir em frente, "mesmo que seja em zigue-zague".
03 - O Som do Silêncio / A Porta
Mais uma belíssima introdução. A música ganha bastante peso quando começa o vocal de Rossglow. A letra é confusa e de difícil compreensão. Fala de atravessar uma porta, que no final descobre-se não existir.
04 - Búfalos Audazes
Búfalos Audazes tem uma melodia um pouco mais simplificada do que as anteriores. É outra música de grande destaque no álbum. Os búfalos da letra parecem ser uma metáfora para os humanos, que vivem desafiando Deus em um jogo suicida.
05 - Lamento das Horas / O Tempo
Uma introdução bastante Folk é a marca da quinta faixa, Lamento das Horas / O Tempo. Depois entram os vocais, e é impossível não lembrar de Pink Floyd em The Great Gig in the Sky. Também há presença de guitarras seguindo escalas espanholas, que lembram uma tourada.
Após quase três minutos, entram vocais rasgando (literalmente) a melodia, que adota uma postura bem mais pesada e agressiva.
06 - Ainda que Tarde
Ainda que Tarde começa colada na faixa anterior. O grande destaque dessa música fica por conta da letra. Ainda que Tarde confunde e perturba.
07 - Trem do Futuro
Uma pegada mais Hard Rock em alguns momentos, e belas presenças de violino no meio da música. Trem do Futuro, a faixa que dá título ao álbum, possui uma poesia dadaísta que forma uma sonoridade incrível com suas "papoulas e matemática nas bocas dos canhões" e "inquilinos de Plutão".
08 - Olho do Tempo / Onda Brava / Tempo Nu
A linha dadalista segue nessa faixa. O problema do dadaísmo, é que quando usado em exagero, perde o efeito surpresa e o caos das rimas que confundem a cabeça do ouvinte. Essa faixa pouco acrescenta ao álbum.
09 - Na Trilha do Diabo
Aqui a banda arrisca um Blues. É verdade que Na Trilha do Diabo foge da proposta do álbum, mas é bom para quebrar a pegada e mostrar que sabem muito bem como transitar por outros gêneros sem perder a qualidade.
10 - O Homem Antigo
Para finalizar, em O Homem Antigo a banda adota uma linha mais pesada e rápida. É uma faixa que talvez não agrade os fãs de Rock Progressivo, mas certamente agradará aos que curtem mais "punch" e um som mais crú.
A letra é bastante interessante, pois acaba traçando um paralelo com as músicas dadaístas Nela é falado de um homem antigo, que contava histórias malucas e impossíveis de serem compreendidas.
Nathan Petrin

Outstanding Brazilian band,started in Fortaleza in early-80's.They focused more on their local live performances during their early years,but the 90's find the band getting into a more serious mold,sending a demo tape to the Brazilian label Progressive Rock Worldwide.The label decided to release their self-titled debut in 1995.
Fortunately this sextet was not lost and their debut offers some really splendid flute-driven Symphonic Rock with a bit of Brazilian Ethnic influences, great guitars and some grandiose organ and synths throughout.Not to speak about the vocals of founding member Paulo Rossglow,who have a balanced romantic and at the same time gracious feeling.The compositions are really superb with some great number of breaks to be heard but also deeped into melody,harmonic passages and furious interplays.Flutist Ulissea Germano is out of another planet,sometimes delivering strong flute drives in the vein of JETHRO TULL/OSANNA,other ones being more smooth and melodic on his performance close to the likes of WURTEMBERG.He is in a constant battle with Gilmar Moura keyboards,who's style is reminiscent of Italian bands like NUOVA ERA or IL CASTELLO DI ATLANTE.As for the guitars of Marcelo Macedo,these come as another highlight, ranging from strong groovy playing to ultra- melodic solos.
With not a simply boring moment,''Trem do futuro'' belongs among the best Symphonic Rock albums to have seen the light in the 90's.Grandiose, bombastic but also melodic and delicate music.Do yourself a favor and listen to this album,it will be a fantastic experience.Highly recommended.
Psarros

The band name, TREM DO FUTURO, makes a clear reference to something deeply impregnated in souls and minds of all Brazilians: "when will we take this 'train of the future' and fulfill the entire potential of our beloved nation, this sleeping giant?"; there are also many references about this never-attained and much desired future in literature, fine arts and other musical and political movements.
That said I expected to hear an album stuffed with a dense folk core added with various insertions of the original Brazilian popular music, being all covered by a fine layer of symphonic cortex - but I became a bit disappointed seeing that "Trem Do Futuro" is a work much more in the vein of Italian and British counterparts with only soft and distant touches of the music made here in Pindorama. Once the disappointment dissipates it turns into a fair surprise when realizing that TREM DO FUTURO issued a valuable product fully hearable and amusing.
Cover artwork is interesting while the general production barely exceeds the average stair. The fine musicianship of band's members compensates with advantage some minor defects and once you're not too much into the recording technical aspects, the hearing experience might be enjoyable - just remembering that songs are sung in Portuguese. Singer Paulo Rossglow is tuned and has a powerful voice but for those initiated in the Brasiliana features, his accent is totally diverse from that of the state (Ceará) & region (Northeast) where it's said the band come from; certainly, a Southern, unless he's pretending.
The first chords of 'Vagão 1 - Réquiem da louca' grab the listener with its blend of thunderous and catchy tunes provided by keyboards; flutes and drums complete nicely the panel of this introductory piece. The album follows in the same line as portrayed in the first track: symphonic melodies - sometimes calm sometimes frenzy, rock passages, and pop spots; anyway it's a prog-rock album, no doubt about it. Songs are not memorable but not dispensable too, but some deserve to be highlighted like the tasteful 'Revolução das flores', the colorful 'Bivar', the appealing 'Moksha' and the short and gorgeous 'Entrée', responsible to close the album. Lyrics are so-so; I swear I could understand almost everything.
That way, this Train moves on and from what they apprehended along the road we may expect a superior work with their recently released album, after a gap of 13 years; meanwhile, this one fits the metric-gauge category, being good, but non-essential.
Atkingani


www.myspace.com/tremdofuturo


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Este espacio fue gestado con la intención de compartir sonidos, melodías que nos conmueven día a día, que nos reciben al abrir los ojos, quizás para muchos el primer contacto con la realidad, antes que un mate o un desayuno como la gente. Estos sonidos nos causan extremo placer y por eso queremos convidarles un poquito, para juntos escapar a la dominación del hemisferio izquierdo.
Pasen, vean, lleven lo que gusten. Pero si tienen la posibilidad de hacerse con el material tangible, no lo duden, es la forma que tenemos de colaborar con los artistas para que sigan creando.
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Esbjorn Svensson Trio - Live In Hamburg (2007)

Artista: Esbjorn Svensson Trio Álbum: Live In Hamburg
Año:2007
Género: Jazz
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4. "Eighthundred Streets By Feet"
5. "Definition Of A Dog"
6. "The Goldhearted Miner"
7. "Dolores In A Shoestand"
8. "Sipping On The Solid Ground"
9. "Goldwrap"
10."Behind The Yashmak"
Alineación:
Esbjörn Svensson / Piano
Dan Berglund / Contrabajo
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Lino, nuestro cabezón venezolano, se pega una vuelta por el blog y resube este buen disco de jazz contemporáneo. Si te gusta el jazz, no dudes de escuchar este trabajo. Gracias Lino!

Las 100 Mejores Canciones del Prog

Aquí, las 100 mejores canciones de rock progresivo de todos los tiempos, según la revista "Prog". Y aunque habitualmente no le damos bola a la lista de mejores discos o canciones de rock progresivo de la historia ofrecida por algunos portales, webs y demás publicaciones, quizás está bueno darle importancia a la lista que ofrece ahora la revista "Prog" (esa misma que da los premios que mencionamos el otro día) ya que es armada según la opinión de gran parte de su público. En concreto, la revista "Prog" ofrece un total de 100 canciones y la lista la ha elaborado a partir de una encuesta muy trabajada donde han participado tanto lectores como expertoso, artistas y autores de música consultados por la publicación. Una recopilación de lo más compleja que creo merece la pena.

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La Barranca - Eclipse de memoria (2013)

Artista: La Barranca
Álbum: Eclipse de memoria
Año: 2013
Género: Rock poético mexicano
Duración: 45:04
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. El alma nunca deja de sentir
02. Ante la ley
03. Garzas
04. Flores de invierno
05. En cada movimiento
06. La tercera joya desde el sol
07. El futuro más distante
08. Campos de batalla
09. Sequía
10. Siempre joven
11. El tiempo es olvido


Alineación:
- Federico Fong / bajo, piano, percusión.
- José Manuel Aguilera / voz, guitarras, órgano, charango.
- Adolfo Romero / guitarras.
- Navi Naas / batería.
Invitados;
Enrique Castro / marimba, percusión, piano, kalimba.
Alfonso André / batería.
Cecilia Toussaint / coros.
Yamil Rezc / percusión, juno, batería.
Agustín Bernal / contrabajo.
Darío González / rhodes, mellotron, hammond.
Daniel Zlotnik / sax soprano, sax tenor, flauta, hulusi.
Erick Rodríguez / trombón.
César Barreiro / trompeta.
Magali / piano.
Mónica del Águila Cortés / cello.
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Erika Ramírez Sánchez / viola.

Y ya p…

Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos - Duas Vozes (1985)

Artista: Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos Álbum: Duas Vozes
Año: 1985
Género: Jazz Fusión / Latin Jazz
Nacionalidad: Brasil

Lista de Temas:
1. Aquarela do Brasil
2. Rio de Janeiro
3. Tomarapeba
4. Dancando
5. Fogueira
6. Bianca
7. Don Quixote
8. O Dia, À Noite

Alineación:
- Egberto Gismonti / guitar, piano, dilruba, wood flutes, voice
- Naná Vasconcelos / percussion, berimbau, voice



Robert Dimery, Editor - 1001 Albums You Must Hear Before You Die (2006)

Libro de referencia de la música pop aparecida entre 1955 y 2005, abarcando los géneros desde el rock, blues, folk, jazz, pop, electrónica y world music. Las reseñas fueron realizadas por un equipo de unos 90 críticos de distintas latitudes y gustos. El trabajo se basa en discos originales, quedando así por fuera las recopilaciones de varios artistas, quedando excluido así, el mítico álbum de Woodstock. Sin embargo el panorama es muy amplio y uno siempre encontrará artistas que no ha oído.

Editor: Robert Dimery Prefacio: Michael Lydon
Primera Edición: 2005
Cubierta:Jon Wainwright
Género: Catálogo
Páginas: 960
Nacionalidad: EEUU Editorial:Universe Publishing
Reediciones:2008, 2011, 2013 Otros Idiomas: español, portugués, noruego, finés, sueco, y otros.



Presentación del Editor de libros de Amazon.com 

The ultimate compendium of a half century of the best music, now revised and updated.1001 Albums You Must Hear Before You Die is a highly readable list of the best, the most important, and the most in…

La Barranca - Denzura (2002)

Artista: La Barranca
Álbum: Denzura
Año: 2002
Género: Rock alternativo
Nacionalidad: México

Lista de Temas:
01. fascinacion
02. animal en extincion
03. hasta el fin del mundo
04. donde la demasiada luz forma paredes con el polvo
05. la vision
06. no mentalices
07. denzura
08. montana
09. la rosa
10. madreselva
11. minotauro
12. kalenda maya

bonus ep: cielo protector
13. cielo protector
14. rendicion
15. tsunami
16. el agua que cae
17. cielo protector (demo)


Alineación:
- José Manuel Aguilera / guitarra, voz, órgano
- Alejandro Otáloa / guitarra, piano, teclados
- José María Arréola / batería
- Alonso Arréola / bajo, guitarra acústica
Músicos Invitados:
Federico Fong - piano eléctrico (6)
Cecilia Toussaint - voces femenina (2,10)
Marco Antonio Campos - percusiones (2, 4, 9, 10)
Joe D'Etiene - trompeta (8 )
Cherokee Randalph - viola (3, 6, 7)
Mónica del Aguila - chelo (3, 7, 6)
José del Aguila - violín (3, 6, 7)
Arturo González - violín (3, 6, 7)
Eduardo del Aguila - platillo tibetano (1)

Manantial - Manantial (1977)

Nuestro amigo Julio Moya sigue con su tarea de palentólogo del rock latinoamericano y ahora nos presenta la historia de Manantial, algo así como los Arco Iris de Bolivia (incluso en su historia hay puntos de contacto con la banda de Santaolalla). Manantial fue una de las bandas mas representativas del rock boliviano producido en la decada setentera, con una clara influencia inclinada al rock progresivo y experimental, creando una verdadera joya perdida del rock boliviano (no van a encontrar referencia alguna por ningún lado de esto, salvo lo escrito por el cabezón Julio) que ahora presentamos en el blog cabezón gracias al trabajo investigativo de Julio Moya.

Artista: Manantial
Álbum: Manantial
Año: 1977
Género: Rock progresivo / Rock psicodélico
Nacionalidad: Bolivia


Este tiempo Julio estuvo viajando de lado a lado, ahora se encuentra en Bolivia consiguiendo material para "Años Luz", y nos deja la reseña de este disco, una nueva banda que damos a conocer en el blog cabezón, una …

Argentina Kamikaze

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Hoy entran en vigencia los tarifazos del transporte (colectivo 32% y tren 35%), luz (24%) y prepagas (4%). Decisiones que afectan a la mayoría de los argentinos de un gobierno de empresarios en un año no electoral. Casualmente.
La catarata de aumentos tiene impacto no sólo en los bolsillos sino también en los índices de inflación, lo cual complica de entrada el cumplimiento de la meta de inflación anual que puso del Banco Central, del 15%. Según las estimaciones de las consultoras, el avance de los precios pod…

The Flower Kings - Retropolis (1996)

El segundo disco de estudio de The Flower Kings refuerza su pertenencia a la más sólida tradición prog, homenajeando sutilmente a algunos de los clásicos. Con este disco la banda se dio a conocer más ampliamente, con una propuesta musical entre el reconocimiento a los gigantes que crearon el género y la recreación de sus posibilidades en su presente. Retropolis ayudó en el resurgimiento del prog de los años 90 con su propuesta ecléctica y sus acertijos: “¿De quién estoy hablando?”, parecen decir en ciertas frases del texto y la música, ¡para que respondan lxs cabezonxs!

Artista: The Flower Kings
Álbum: Retropolis
Año: 1996
Género: Progresivo sinfónico ecléctico
Duración: 1:08:45
Nacionalidad: Suecia


El título y la carátula parafrasean el clásico cinematográfico Metropolis de Fritz Lang (1927), aunque la referencia se detiene ahí (a no ser porque la temática general de aquella visionaria película —la condena de una sociedad tecnológica que oprime al pueblo— es también una de las preocupacion…